Echo da Beira nº49 03-12-1897

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SEXTASFEIRA, 3 DE DESENERO DE 1893.
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Cerri 1
Ea E
ADMINISTRAÇÃO
RUA DO. VALLE
de ERADE
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-CERTÃ
cenerecerea are me caçamee .
Um anno-s css
E SamestrB «eis o sá pisjaisie-diatanaçoro ac Giathhtto Sh
| Prazil — Ano. dido cimeis oniipebeica em aigd «ipa bars DADO
e ah
DO espe cre DOROTE
RP
acios! Factos!
A Certã tem a. iNonomania
“chronicã de considerar e decla-
rar sous inimigos todos aquel-
“es que não subserevem sub-
“kbrviêntemente a todos os seus
“Íevianos caprichos,
| »: Bobre tudo o que fôr uma
E etenção sua, seja uma levi-
‘ andade ou seja umacerto, uma
‘ louçura ou uma necessidade, a
‘ Certinão concede que haja
duas.opiniões.
todos hão de E unifornia-
mente. ;
Quem’ assim não, his é um
iebróho eum discolo, Togo « de-
clarado inimigo e tratado como
sal. Hombridade,. eriterio, opi-
nião propria, independecia, tu-
do ha de deixar alli na rua, a
victima escolhida para gervir
de comparsa na gr ande. come-
“dia municipal, cujos actos E
reciam interminaveis;:
« Ali em cimabeiite atado e dr.
yerêndo paciencia ha depen-
gx como o chefe ,palitico da
gvey, em tudo o que; disser
respeito A exigencias Jocags e
terá ainda de respeitosamente
pedir vepia quando -quiger ter
opinião propria a respeito dal-
gum assumpto que não. seja
sem 3
à
“todo o caso d’este:; principio
“jmmutavel: e indiscutível, —de
| qu fóra da Gertã só Ea con-
“lho para pagar. si.
“Pensar o equatario é uma
horesia!
Uma especie deito om:
cio, de contrabando, em que o:
Fo, “Barvalhi, se, quiz! distriz
ur o papelde inquisidor-mór:
e em quanto all em. cima; q
entholico-rej não consente: que.
ne accendam as purificadoras.
fuyueiras são os hercjes ; eli»
x! did ao braço vingador de ine
Auntig e adestrados maricebos…
O exterminio não; é votado [e
| Contra O réprodo,. cae-lhe!
». bre à familia eestende-seslhe
» 13 visinhos, aos amigos, a to-
no 9 logar emfim! o sro
iy’ porisso que este conge-
|
|
|
|
ho tem freguesias eternamen-
4% % tondemnadas, a
‘?a! qual como os outrosque
te
NR SMB E
ASSIGNATURAS
csssocove ve cos
ua: serio, austéros digno, res
“Sem hesitações nem duvidis
dogma municipal, partindo em
Ai oleo
AL 6DO E
as Rene Es E casa RO
tem antos de fé, ao ar livre; das:
ruas, chamusca vam; as | victi-la
mas da sua ferocidade!
A kuajustiçaé , implacayvel/
o aNinguem,: Ninguem, seja
qual fôr io seu passado, | a sua
cathegoria, 08 sgusserviços, á
sua qualidade,;; emfm, tem q
direito, .a tolerancia sequer. dé
ter umaopinião propria e livre!
N’estes ten:pos — ainda não
há myito-—havia . alli em Pe-
a| drogam. Pequeno um morgado,
velha, reliquia d’antiga- nobre-
peitavel, quando niais;não fóra
pelas cins Que lhe u alvejaram |
tia cabeça que elle exguia alti-
vamente: sa po ds dou
: Virtuoso.e Sala esco pas-
sára a sua vida praticando. o
bem e a virtude! e
Fira um bello homem; mais
são do caracter de que do cor-
pa! : dpois Sa j
Todos que o conheceram ea
elle se referem, fazem-n’o com |
saudade e respeito—tal era a
formosura, d’aquelle espiii-
to de eleição!
Tambem foi politiço; esse
homem honrado, servindo ige-
nerosamente a politica da Cer=
tã. Deu-lhe mais do que o seu
trabalio e a sua influencia: sa-
crificou-lhe a sua grande foro
tuna e… morreu pobre! prog
Um dia esao bom velho quia
ter uma opinião propria e foi
alli 4 camara e deu o seu voto
contra um lonco capricho…
Pobre velho; indefes», cheio
Bio serviços, coberto de cans,
no accaso da vida e na deca-
dencia da fortuna consumida a
engordar os que o condemna-
pe é an VaLAÉ
Nesse, dia. sain elle da Qer-
tã, apupado, Corrido por garo-
tos; chasquesdo e insultado por:
umamultidão avinha, la é japas
nitalas A sinisE
Pobre – velho! A airpio
mereceram respeito aquelas
cans brancas e imaguladas co-
mo- a suya consciencia! ::
| Niugugim itreraem nem «se, pe-
Vas
s% Do ct
OE +
jou- de -offender aquelle homem, E
nobre pelo sangue:e pelas vir-
tudes, a dois passos da sepul-
tua, Jevandoatraz de sio ras-
to luminoso d’yma vidamodélo!.
MEMORANDUM | 4,
E EUA correspondencia. relativa a ias boa sida seção a ao di:
‘rector donjornal para ) Sernache do, Bomjaré dim: e da. adminia-
|tração , ao administrador para/a Corta, ;
or originaos Enab Ro ne! EN o “jam ou na
VEN TE aa o ed j
participavam a pri que
quelle-escandalo: tinha sido
iniciativa: ide ‘garotos:: os “feia
tiveram que accrpditar e ficou!
então assente e; “decretado: que
os garotos pilha ‘compreken-|s
dido: o alcance e & importar,
cia-d’um voto, n’uma eleição de
procuradores á junta ger E do
districto! saiu cotos 2 sf
Pouco tempo depois o Sobra
Queiroz morria em Pedrogam
Pequeno, ralado ale disgonidd.
» Nem toda a agia das ribei-
ras’conseguiu a nla lavar esta |t
nodoa indelevep; rh
: Agora parecem querer rein-
cida voltando aos antigos teme
pos: resta saber ge os: io
tempos voltarão impunemente!
A Uertã não gosta? Ú
“Bois: beni vamos dar-lhe um:
outro: “exemplo, talvezmais gra-
to aos seus queridos.
a
E á Certã tem, entre ds séus
filhos mais ilustre, um ilhuistre
entre todos, iustr:também no
seu paiz porque mio é só uma
gloria da aua tepras | E
Marinheiro intrép’ido, e; rdigo
tineto, engenheiro. hydraulico
dos mais | sabedores, um “dos
trabalhadoxés mais : dedivados
da Sociedade de: ‘G: ographia,| ‘
intelligente e estu lioso,* Do:
mingos Tasso: de: Figueiredo;
g!uma gloria da sãa terra,
tão legitima comy legitimo é;
orgulho da Armada Real que:
o conta no numero dos seus
oficiaes mais queridos.
E ainda que assim não fos-
se, O Illustre official de mari-
nha era, sobretido, um filho
Pesta terra,que nóstodos, conhe-
cemos, não: nos ! sendo ‘-licito
duvidar queelle lhe queira tan-
to como pRquatA, us mais à
amet: à ey EA PEA
ie dia a pedido dos seus
amigos, o sr: ass» de’Figuei-
redo consentiu em apresentar:
por este cixculora sua candida-
tura a deputado, offerecendo o
seu-nome ao voto dos” seus E
nefício lie resta
ia
|
pit)
“deveria
exultar ‘d’alegria, adoptar sem
reservas essa candida tiva, pro-
tegel: -a, defendel-a, fazendo a
vingar, porqueise Honrava a
i; honçando o seu
distincto e ilustre.
“Pois a BDertã e os seus poli.
tiços trocar am egse nome: por.
outroque nunca tinha visto:
perseguitain “o seu patricio,
guerrearam-n’oselvaticamente,
sotanta “abotanhar-lhe’ a
reputação, trabalharam tanto,
tanto, que Domingos Tasso de
“| Figueiredo polheat uma derto-
ta memoravélio significativa!
“ Quem votou n “elle foi” Pro-
ença à Nova: quem adpteu es-
sa candidatura toi Vilka de Rei:
quem trabalhou: pela: tleição
Ronnacha, a, te pra inimiga como
serallia vo-
ta ação. não Re tão paia Sa como
deveria ser, toi porque ‘a Certã
encontrou lá quem a ajudasse
Ea derrota em que fato seem-
penhoul a
Os de fóra.os taes inimigos,
como“a Certã lhechama, é que
renderam ao ilustre certagi-
nenise o preito Vadmiração que
qo não lhe quizeram prestar.
“Os de fóra;.as herejes, fize-
ram: a Domingos! Tasso de
Figueredo a; justiça: que ‘.os
seus pátriços lhe negar am!
Já é cepueirals vo * j
“Nós, éprobros: cos ihimi-
gos, seremos mais generosos:
apresente a Certã, sem caba-
las, ao sulffragio: um dos seus
nomes mais respeitaveis—o sr.
per’e exemplo —e nesta redac-
não “seja para elles.
» Nós, os róprobos e e os inimi-
gos…
“A Certã não conseguirá num-
ca rasgar esta
da sua” | historia, e ‘emviquanto’
não remir o-séu passado: por
meio da emenda e da’peniten-
cia: no presente, não tem aucto-
tricios. ira espa aaa ; PE ADA
* Parecia que . a Cena, que,
em. eleições: iconsêcutivas’ man-
dou aoparlamento Pedros, Cor-
rêas, Fuschinis; Carrilhos e que-
jandos, que alla nunça conhe-
No dia seguinte o oraculos
ceu nem viu e que nenhum ‘be-
vidade: para: io recrmina-
ques mem queixas. Do upo
E quando dizemos a -Certã
queremos apenas signiticar
grelles que a dominam 4 e que
a-tem conduzido por tão maus
caminhos,
filho mais :
do ilustre filho da Certa, ifot|
| Com pauhia
dr. Marinha ou dr. Guimar des, |;
ção, não haverá um voto que bp
s negras Paginas, E
aa
asia
a somos OA estas vintã
nem contra povoação nenhnii 4
este concelho. Varram essas
teias d’aranha das sSabeças
dcas! 8
E bem escnsado m nos parecia
repetir mais esta, vez “o que
aqui vimos afirmando. desde a
fundação d’este jomal.oo 0b 1
Estanamái ao lado da Cestas
em tudo quanto lhe seja util’6
concorra para o.seu engrande-
cimento com tanto que isso não
represento uma iniquidade ou
um a injmstiças o
* Não tenham | “caprichos tei-
rmosós. e levianos ‘e terão em
nós tum cooperador, sem “vali
mento-—é’ verdade —mas sinéé-
ro e devotado–creiami.” a
: Como” cidadão temos! ima
opinião e como jornalistã, & ex
pomos e defendemos, como pô-
demos e sabemos. ‘
Usamos d’um direito de que
não abdicamos “e ctmpriimos
um dever de’ que nada nos fará
desviar; porque ‘ “tatibem “não
Somos de nado intimidação.
“Está em, Re ideia iad
no theatro daquela localidade (a,
Dramática, Christina .
Paço, tendo já dado 4 espetaculos
o ‘nltimo dos Ea toi na, noite, de.
bontera. Es
A Companhia. tem “agradado, mos-
trando-so; digna. de portecção do
publico que, por sua vez, tambem
não lh’a’ tem Regado.
No progimb numero seremos;
mais -GIre! isfanciados, na: moticia que.
idaremos a ‘este respeito, não, só
porque Jactamos, com sfalta de ,eg-
pAça, conto, tambem porque a com-,
panhia, não, tem. aido, fil z na, escolha.
del peças, onde peça mostrarinequi-
vocamente 0 moarito dos seus artis-,
tag fra fui
No domi ingo, há opala: aubi ney
do à seena o «Capitão, Pirata», das
ma em 3 actos e à operetta: cm. À,
acto A, Sata Borralheira.». a
“o Na: quarta- feira, dia, 8,. ha, novo!
espoctaculo com a “comedia: drama,
em 3 actos “O. “Voluntario da Mor-.
ter 6 u comedia em ;l Sa a
noel», o ecasciros. É |
AO omg inhia cuida em ogiid ains,
da 4 sécnn a oratoria de Braz Ma
tins, “Sarto: Antonio», à Pat Mia
nha de Valle Flor, de Pinheiro Cha-
gas e outras peças.
Po o
Po o@@@ 1 @@@
|
|
CARTA DE LISBOA
consciencia, que nada mais tem
feito do que illudir e mystifica-
do os seus concidadãos.
A noticia do regresso dei
Mousinho d’Albuquerque tem
feito reerudescer e acirrar os
odios que o valente militar in-
«iteu contra si desde o dia em
«ue, pela sua intemerata cora-
gem e decidida dedicação pela
patria, se torncu benemerito
tem
insinuado que ofeito de Chai-
mite, não teve nada de epico e
correu d’uma mancira radical-
mente diferente d’aquella como
foi deseripto. Como se diz na
aria da calumnia-do «Barbeiro
de Sevilha» esses sons come-
caram primeiro frouxos e timi-
ella. Ila muito que se
dos e foram ponco a pouco en
grossando eganhando coragen
4 medida que os córos da inve-
.
J
a e da maledicencia se foran
“congregando.
Esquece-se que Mousinho
“depois desse arriscado lance
em que jogou a vida centenas
de vezes, tem luctado durante
doisamnos dia a dia, hora aho-
ra, instante a instante, pela in-
| tegridade da soberania nacio-
“-nale pelo robustecinento do
prestigio portuguez na mais
cobiçada jcia do nosso domi-
‘nio d’alem mar. Esquece-se
que Mousinho, a pur do seu ge
nio voluntarioso “e arrogante,
dos seus processos decididos e
energicos, um pouco insubmis-
sos á direcção do poder central
tem revellado dotes de admi-
nistrador austero um respeito
pela honestidade eunma dedica
“ção á idéa degovernar utilmen-
tea importante colonia de Mo-
cambique como raros dos seus
predecessores puderam mostrar.
Esquece-se tudo isso, só pa-
ra se levar ao espirito publico
a idéa de que elle é ut9 avsn-
“tureiro sem meritos, um filho
do acaso, um embusteiro sem
Comprehendo que a historia
não fosse escrupulosamente
acatada uo dar-se esse feito
temerario da prisão do Gun-
gunhana, que tanto lustre e
gloria deu ao nome portuguez
e conceitou em torno dos nos-
sos soldados um córo tão una-
nime e carinhoso de admiração
e saudações, côto que se re-
percutiu em toda a Europa é
em todo o mundo civilisado.
Gomprehendo que u nossa ima-
sinação de meredionnes tives-
se colorido com tons demasia-
damente romanescos esse epi-
sodio sensacional, a que se de-
vem a vinda até Lisboa, do fe-
roz regrlo dos vatuas e dos
‘| seus mais graduados compa-
nheiros. Mas bastaria a idéa de
que apoucando se a acção de
Mousinho, se poderia apuucar
lo enthusiasmo que os soldados
portuguezes então desperta-
vam, mesmo para alem das
fronteiras, de que o eserupulo
pelo «rigor historico» poderia
dar em resultado merecermos
áquelles mesmo que mais nos
applaudiram o conceito demys-
tificaitores indignos, para que
devessemos hesitarn’essa obra
de «reparação» d’onde só pode
provir desdonro para à colle-
ctividade toda.
1
Demais Mousinho tem con-
quistado bastantesdireitos a um
pouco d’essa generosidade, ve
elle tivesse de a precisar. Não
adormeceu sobre os louroscon-
quistados. Não se envaidecen
com as honras e glorias, que
ox seus detractores dizem ter
sido mal conquistados.
Tem continuado a batalhar,
‘a arriscar a vida, trocando
constantemente os regalos e
confortos dos sens palacios ds
governador pelós saenficios e
ECILO DA BEIRA
privações da vida em campa-
nha e os officiaes e soldados da
metropole que nestes dois an-
nos o tem acompanhado nos
campos de batalha e alli tem
vivido com elle são unanimes
em asseverarem que ninguem
é mais sabio do que elle e que
sendo o primeiro em arriscar &
vida é sempre o ultimo a des-
cançar. Apesar disso os de-
tractores do valente soldado
não cessam na sua obra de rui-
na e demolição e estão já an-
tegosando o prazer do escan-
dalo, rejubilando-se ao pensa-
mento que, apoucado e achin-
caliiado o feito de Chaimite,
a Europa apellidára Mousinho
de intrujão e o imperador da
Allemanha, se arrependerá do
impulso deenthusiasmo que
sentiu eo levou agalardoal-o
com distineções verdadeira-
meénte excepcionaes, não pen-
sando que esse descredito e es-
se enxuvalho cahirá em cheio
sobre todaa nação-portugueza.
Em todos os tempos a inve-
ja levou a estas aberrações.
3%
x x
Os jornaes da opposição ar-
rependeram- e depressa dasym-
novo ministro da marinha e
das palavras de justiça com
que o saudaram no seu adyen-
to ao poder e começaram já a
primeira campanha contra es-
se distincto e honrado homem
publico.
Os motivos da campanha. é
que são curiosissimos. Uns
atacaram-no tornando respon-
savel por decretos que o com-
missario regio de Moçambique
publicou no uso das suas attri-
buições, ao abrigo do estatuido
no 2.º acto addicional.. Ontros
acctisam-no por uns atrictos
de formalismos de etiqueta sus-
tenda justificar no «argumen-
pathia com que acolheram |
citado entre um vice-almirante
e um capitão de mar e guerra;
outros finalmente censuram-
no porque commetteu o crime
de admittir na Escola Naval,
alumnos que provaram ter as
habilitações legnes, a maior
parto d’elles até habilitações
superiores, que tinham sido,
por isso, classificados como
candidatos 4 Escola, e que se
prestaram a entrar para ella
sem ficarem com direito áuna-
nime renumeração do thesou-
ro. E! extraordinsrio que se fa-
ca semelhante censura, mas é
phantastico que ella se per-
to» de que a admissão dos
alumnos referidos poderá preju-
dicar os que se queiram agora
habilitar para entrarem d’aqui
a um anno para a Escola! D’um
Jado temos estudantes com to-
dos os preparatorios requeridos
e satisfazendo a todas as con-
dições estatnidas pela lei e
desistindo ainda para mais de
quaesquer huno arios, do outro
temos problematicoscandiditos.
que Deus sabe aindá se vence
rão os estudos a que se pro-
põem. Pois na opinião dos cen
sores do sr. conselheiro Dias
Costa, aquelles deviamter sido
sacrificados a estes. O que pó
de a paixão! Ou antes o que
pode o interesse, porque é bom
observar que os que mais se
salientam na referida campa-
nha, fazem-no por estarem di-
recta e estreitamente ligados a
um ou outro dos taes candida-
tos «mentaes».
4
pr. Luiz Trinçcão
Esteve n’esta villa, este nos-
so presado amigo, osr. dr. Luiz
Antonio Trincão, illustre fa-
cultativo de Próença-a-No-
vãs
Eu não sei de que dev
hoje n’esta secção tantas vezes sa
crificada.
Assumptos não faltam, E’ lançar |
olhos por esse mundo fóra: que de
ambições, que luctas, quantas pre-
potencias e extorções!
Mal terminada a questão entre a
Grecia e a Turquia, novas questões
surguem de todos os lados, qual
d’eilas mais melindrosa e palpitan-
te para a diplomacia.
A França, liquidando essa cra-
prlosa questão Dreyfus, onde se
discute máis do que a hobra e a
dignidade d’um home, porque q
proprio exercito começa a-ser vi-
ctima de criticas pouco lisongeiras,
a França, diziamos nós, segue com
a attenção as manobras da–esqua-
dra britanita e hão deixa passar
desapercebidamente que a insacia-
vel Albion concinta actualmente
nas aguas do Mediterrano, uma es-
quadra composta de 45 vaz’s’ de
guerra.
A Allemanha, sempre bellicosa
e cheia de melindres, quando póde
erguer a cervia, com O futil pretexs
to da falta duma reparação, ocen-
pa violentaticnte una cidade chi-
nesa sem una explicação, sem um
avise, prostergando; emtim todas as
praxes diplomaticas,
A Russia, scinpre itsançiavel na
sua desmedida Ambição, fez os
seus repazos a esta violencia da
Abemanivo pará que; afinal; lhe
conhaçun certas vantagoas sobre à
Coréa.
À Hespanha, na eterna questão
de Cuba, faz as ultims concessões
à grande Antilh , acri cando mes:
mo as atas ju lastrias 2 v seti come
mercio com q «na coneeasão de van-
tajosas regalias alfindegarias, pros
entrando, enfim mma solução, pelo
menos apparenteme te nobre e dia
gua para clla bem tarta já de guer-
ras e de desilusões.
Na Austria, uma lucta de raças
se levanta amieaçadorá e selvagem,
provocando a queda do ministerio e
o encorramento do parlâmento, qiio
vs allemães escolhêram para theu:
tro das suas selvagerias;
Por tada à parte, finalmente, lu-
ctas de raças, embates de paixões
ambições descedidas; odios ranco- .
rosos, inivejas e miiserias!
a
9- Folhetim do ECHO
coesa
vado a explical-o como um presen-
timento da nossa commum desgraça;
e emquanto eume desesperava pe-
Histeria
de Manon Lescaut
é ml yo jm
PRINEIRA PARTE
Tinha sido cruelmente trahido:
mas por quer? Tiberge fo o pr
meiro que me veio à idêa. Tratan-
te, dizia eu, pódes ensommenda
à alma a Deus, se as minhas sus
– peitas são justas. E cuutudo re-
Faxionando melhor vi’q e elle igno-
rava 0 logar onde eu estava, e que
por conseqnencia não podia ter si-
Ma
do o denunciante À ccusar
non!… era exactament» do que o
mea coração não se queria tornar
culnado. Aquella tristeza extraordi-
naria, de que en a vi tão rapleta,
as suas laz-imas, o torno beijo que
tudo ;
me tinha dado ao retirar-se,
isto tambem me parecia enigimati-
eo; mas não sei porque sentia le-
to aceidente que a ella me havia
arrancado, tinha a demasiada. cre-
dulidade d’imaginar que Manon cra
mais ainda do que eu digua do las-
Uma.
O resultado da minha meditação
foi o persuadir-me que tinha sido
visto nas ruas de Paris por. alguem
do men conhecimento, e que disso
tinha sido avisado meu pae. Uma
tal idéa corselou-me. Contava ficar
quito por algumas reprehensões ou
mesmo por algnns maus tratamen-
tos, que teria a soffrer da auctori-
dade patarna.
Resolvi portanto ouvir tudo com
paciencia é prometter tudo quanto
de num se exigisso, afim de que
melhor se me facilitasse a occasião
de voltar mais promptamente a Pa-
ris, e tr restituir a alma, O prazer
e a alegria á minha cara Manon!
N’um instante chegámos a São
| Dimz, o que não era para admirar,
jattendendo á velocidade da carrua-
gem. Meu irmão, smprehendido
pelo mex silencio, imagimon-o filho
do receio, Emprehendeu eomsotar-
de, assegurano-me que ada eu
r
tinha a temer da severidade de
meu pae, comtanto que fosse dis-
posto a entrar no cumprimento dos
meus deveres e a msrecer a affei-
ção que elle por mim tinha. Fez-
me passar à noute em São Diniz
com a precaução de fazer dormir
os tres lacaios no meu quarto.
O que me causou um grande
desgosto foi o achar-me na mesma
estalagem em que tinha ficado com
Manon na minha ida de Amiens pa-
va Paris. O) estalajadeiro e os cre-
ados conheceram-me, adivinhando
ao mesmo tempo a verdade da his-
toria. Ouvi dizer ao dona da casa:
—Ah! é aquelle lindo rapaz que
passou por aqui ha seis semanas,
com uma raparigitinha, a quem pa-
recia amar tanto! Como ella era
bonita! As pobres creanças qnefes-
tas que se faziam! E’ pena que os
tenham separado.
Eu fing’a não ouvir, e mostrava
o rostoo menos possivel.
Dois dias depois estava em casa
Meu irmão fallou a meu pae antes
de mim para o prevenir em meu
favor, contando lhe a doecilidade
com que er me tinha deixado com
duzir; de sorte que firi recebido
muito menos asperamente do que
esperava, não obstante as proven-
sões antecipadas que men irmão me
bavia feito. Contentou-se em me
dar algumas reprehensões na ge-
neralidade, pela talta que eu tinha
commettido ausentando-me sem sua
permissão.
Quanto ao que dizia respeito á
minha amante, disse-me que eu ti-
nha merecido bem o que me acon-
tecera, lançando-me assim ás cégas
nos braços duma desconhecida; que
formava melhor opinião da minha
prudencia, e esperava que esta pos
quena aventura laria com que para
q futuro eu tivesse mais juizo,
Tomei de todo este discurso a
parte que ta d’accordo com as mi-
npas iléas. Agradeci a meu pa: à
sua bontade ent me perdoar é pros
metti-lhe que d’ali em diante teria
uma conducta mais regular e sub:
missa.
Triumphava, ainda que em se-
gredo, pois do modo por que as
cosas se iam dispondo não duvi-
dava que pudesse em breve ter a
liberdade de evudir de casa
ainda antes do fia da nonte.
Sentanroses & meza para colar:
mofaram tomo Edo pela minha
mr
pelo rapto d’esta «fiel amante». Sof
tri de cata alegto e da melhor feis
ção todos os motejos qe me diri-
giram; estava ató eficantado por
poder fallar na mulher em que a
minha mente só pensava. Algumas
palavras, que meiu paes soltol, fize-
ram com que a atterição da minha
parte ainda mais redobrassse.
Fallou da perfidia e dos serviços
interesseiros de M, de B. .. Fiquei
attunito otúvindo lhe pronunciar tal
nome, e roguei-lhe stibmissamente
que se explicasse melhor: Volton-se
para meu irão para lhe perguntar
se não mé havia contado toda a liis-
toria; ao que este respondeit, que.
tendo-me eu mostrado tão tranquillo
e socegadv, não julgára dever ap-
plicar-me este remedio para me cu-
rar da minha loúcuta. Ko emtanto
men pae ficou alguma cousa per-
plexo, se devia ou não acabar de
se explicar. Pedi-lhe, suppliquei-lho
com fanta instancia; que satisfez
por fim a ininha vontade, ou para
melhor dizer, assassinou-me cruel-
mente com a mais horrivel de todas
as narrações
Continua
Abbade de Prevosé
conquista d’Amicus é sobre tuloe tulo@@@ 1 @@@
E Ea ads Edir
Brazil
No meio porem de todos estas
acontecimentos que mais om me-
nos agitam € emocionam o velh>
mundo, não deixam de ser ainda
de palpitante actualidade os aconte-
cimentos do Brazil qne se deram
e se tem seguido à tentativa d’as-
sassinato do Presidente da Repu-
blica.
Esses factos conhecem os decerto,
osnossos leitores pelas folhas diz-
rias: dispensamo-nos por isso de os
referir aqui e nem o nosso semana-
no chegaria para tal.
Fazendo a critica d’esses accon-
tecimentos publica «A Mala da Eu-
– ropa», pela penna brilhante do seu
illustrado director o artigo que, com
a devida venia vamos transcrever.
«Por emquanto na Europa e prin-
cipalmente em Portuga! a órdem
do dia são os acontesimentos do
Brazil. O assumpto das apreciações
politicas e até das conversas fami-
liares são oa attentados dirigidos
contra o présidente da grade re-
publica e contra o marechal minis-
tro da guerra que foi victima da
selvageria dy Bóldado-capoeira; ins-
tramento d’uma conspiração male
vola e que, se tem prostado o pre-
sidente, ninguein sabe onde e por
que processos crueis estenderiã a
aua. sanha.
A prisão de vos depntados, a fu-
ga d’outro, 6 decretamento de es-
. tado de sitio, tudo isto anguncia que
o telegrapho falta á verdade quando
nos diz que ha socego no Rio de
Janeiro. E «n paz dé Varsóvia» que
ficou em proverbio desde quando
pizava e ensanguentava à Polonia
» celebra Morawieff. É calma a
superficie por que se têm medo,
nas quântos odios, quantas raivas,
quantos concertos subterraneos pr –
parando crateras para a explisão
de vindictas!
Os jacobinos são os cascaveis da
America, são reptis que teem den-
tes. Felizmente denúnciam-se; atrai
çoa-os a rhetorica. Haja vista a es-
tada na Bahia do general Oscar, o&
seus brindes, es Buús declamações e
a sua proclamação. Haja vista a prosa
sem grammatica mas repletá de pe-
çonha dos seus jornaes, Isso tudo é
providencial, E” o chocalhar dos
cascaveis annunciatido a approxi-
mação dos reptis, que, quando vão
accommotter soltam. silvos de raiva
mas dão n’ellesa voz de-álerta!
— À reacção que se ergueu contra
“as suas traiçoeiras arremettidas inu-
tilizou lhes os ninhos e as empren-
sas, — 08 cascaseis.— Em nosso en-
tender, fizeraii mal; andaram des-
vairados. Se nos fossemós parte do
governo brazileiro protegeriamos
esses jornaos; respiradouros dos fó-
cos venenssos é deniiiciadores in-
conscientes da approximação do
perigo. Sójfariamos que não saissem
do Brazil, para não irem fóra es-
candalisar a lingua 5 envergonhar a
Republica.
De Porttgal; de vários cetitros em-
viaram-se felicitações à republica
brazeleira nó dia do anniversario do
seu advento Nós não ousamos este
anno felicital-aj restringimo/-nos a
desejar-lhe ventnras e setitimetitos
humanos. EHa não se tem portado
bem; nem com os amigos nem com
os seus proprios paes. Tem a des
entpa de não ter sevão 8 annos de
edade; was, 120 pequenina; tem
mostrado institíctos que não são de
louvar, nem para envaidecer os seus
progenitores. O qgite são de travôs-
sas estas creanças a quem desde o
“berço se diz — atu és únuito rica;
não precisas de ninguem: neti mes-
mo careces de te educar; issu é pa-
va 08 pobretõ:s que não tem onde
gal mortos.»
mo’-nos em negocios politicos d’W-
mais que era assim que nós educava-
havia do fazer quanto quizesse.
Mau séstro! Eduque-a, senhor Pro
dente de Moraes! e depois continue
a aua educação, senhor Campos
Salles. Ella assim desácredita-se.
E’ preciso uma lúcta diutitrna,
mais do que accidulada ou sanguen-
ta. À força pinta-se ;de bráços cru-
zados.
Tudo quanto
vem maculado do peccado
nal.
O da republica brazileira vem de
ter sido gerada sem vrezão, nem
opportunidade.
Até sem protesto appareceu.
E não sóa republica brazeleira
é muito nova; sna mãe, —a “nde
pendentia casada com o mperio
era muito nova ada quando se dr
vorcion para a dar À luz. E, vamos,
que tambem não foi sempre espiosa
muito amoravel. Sabe Deus o que
se padecia no lar conjugal.
Deus faça feliz o Brazil.
—e—
Docnça
Tem estado bastante incom-
modado de saude o sr. Julio
Goaçalves Costa, filho do hon-
rado commerciante da praça
de Lisboa, o sr. Antonio José
da Costa. á
“Umas tnelhoras rapidas é o
que lhe appetecemms.
= io
—ap—
“Estada
Jistá n’esta villa, o st. An-
tonto Martins Farinha, ze-
loso empregado do conimercio
em Elvas.
em ai gg
Estiveram nesta Yilla, onde
vieram fazer o sorteamencodos
mancebos recenseados, os srs.
coronel Gaspar de Sousa Bra-
ga e alferes Arthur Goanilha,
distinctos officiaes de caçado-
res 8.
tios
>
Partida
Partin para Proença-a-No-
va e Alpedrinha,o sr. Francis-
co dos Santos e Silva, digno
vigario d’esta villa,
Muitas felicidades é o que
lhe desejamos.
Preços do mercado
Carnes
Porco, 15 killos….. 3:200
Nacca msm ss, 3150
Chibato » » ….: 1:950
Cereaes
Erigo 15,544 10 2, 54:2860
Centeto eme ra So. 2000
Milho Bon Cia ADO
Vinho
20 1. da terra 1000
“ec 0 cu.
20 lda Deira cs PS00
Azeite
1896= TO 54,5, 9:000
ES nf a 1:890
Castanha verde » » … 360
Lande pecas 40180
Não disemos isto côm animo ág-
gressivo; longe de nós intrometter-,
ma nação que não é nossa; e tanto,
mos Os hossos iorgados, a creança.
nasce no mundo,
urigl-
ECHODA BEIRA
dHanoel JHartins
Cardosô
E vivo e e por feliéi-
dade ainda o não artebatou;
Aos seus amigos se offerece nã
R.da Sande, 257—Rio de Ja-
neiro.
HOSPEDARIA NA
mr,
CESTA
“a&rrenda-se a casa
da antiga estalagem
da Maria Moleira.
drata-se na mess
ma casa.
ARRENDA-SE
y
WS) MA casa pertencente ao
sr. Jusé Maria Pereira, sita na
R. de Santo Antonio, com os
seguintes compartimentos; Rez
do chão, sala e trezquartos, cosi-
nha e varanda, tado forrad:
de novo; primeiro andar, sua
quarto e um ontro de telha va.
Tambem tem cocheira, palheiro
e loja, e um armazem com qua-
tro potes encaliçados um forno
e seus logradonros. Quem per
tender dirija-se ao sr. Joaquim
Maria das Neves.
LOJA DO POVO
de
Albano R. M. Ferreira CERTA
Chitas baratas de BO re. à vova-
do a 60 réis
Assucar de 1.3, Jilo 270 rêiu;
Dito de 2.º, 2060 véia; ;
Dito n.º 5 259) reis,
Este estabelecimento tem actual
mente um varia lo sortimento de
casemiras, funcllas de lã para ves-
tidos de Senlyra, ditas de algodão,
brocados, armiros, elitás, caste!le-
tas, cotins, paninlios, panos bran-
queados, paiios crus, lenços de sê-
da, cachisés,-chuilos, colchas, toa-
lhas para reza, guardanapos, cha-
peus, etc. etc, .
Preços conv dativos.
Let 49 Selo
Noviasima edição das Tabellas da
Lei do Bello, covrdenadas em foi:
ma de tépertorio alphabetico. UNI-
CA edição que contém as ALTE-
RAÇÕES e MODIFICAÇÕES. ap-
provadas na ultima eessão. parla-
mentar; tesolyões sobre interpre-
tação da mesma ler, Prego 200 réis
(franco de purte). a
D’esta edição não fazemos expe-
dição avulso, come atê aqui tem
sido nosso systema; por ter sida a
edição de limitado número de exem-
plares, mas expodimos a obra para
todas as pessoas que 4 reclamarem,
mandando cobtar por intérmedio
do correio a respectiva impor:
tancia, quaido não préfirafir env
al-a juntameite com o pedido, di-
rígido á «DBibliotheca Popular de
Legislação», Rua da Atalaya, 183;
Lº=Easboas
plotagrapho:
un — o
A
Perg
MODA ILLUSTRADA
Es RE 65 mag ra
* 400 Réis
No aeto ad cnirega
: téis
No acto da entrega
r
DIRECTORA |
ALICE DE ATHAYDE
Jórnal das familiás f Publicação semanal
– Por contracto feito em Patis, sairá todas as cseguidas teirass a MO
DA ILLUSTRADA oitendo ém magificas gravuras a préto e coloriz
das, todas as novidades em chapéos, toilettes, bordados, phantasjas ê
confeeções, tanto pura senhoras como para cieanças. «Moldes gortados»;.
tamanho natural. Alternadamente A MODA ILLIÚSTRADA distribu rá
moldes traçados e folha de borcados “de todos os feitios, ácômpanhados
das respectivas descripções. Conterá uma «revista da moda» ónde tod-k
as semanas indicará aos seus leitores, os factos mais importántes que sé
derem durante aquelle espaço de tempo, é que se relaciônem com o sei
titulo, «Correspondengia!» Secção destinada n responder à tólas as pes:
soas que se dirjam à MODA ILLUSTRADA sobre assumptos de inte:
resso apropriado. «Methodo de córtei» Maneira de tirar intdidas, cor-
tar é fazer vestidos, «Flores aittifciaesi» Metliodo que ensina à fazel-as
de todas as qualidades. «Artigos diversos»; sobró assumptos de interesso
feminimo. «Hygiene» das treanças, dos tasados, “dá habitação, bte, «Re:
ceitas» necessarias a tidas às familias; ete., etc. «Segredos do tocados
Cozinha de Kneipp, uma tecéita pur semana, cSecretarios das fánvilias:»
Modelos de cartas. sDocesi» Receitas desconhecidas e experinlontadas.
«A seiencia em familias Curiosas experiencias de physica é de chimica;
acompanhadas de gravuras illucidativas, faceis de realisar er casa, pro:
prias para creanças, assim como uma diversidade de «Jogos infantis. À
secção litteraria» constará de romances; contos, historihá, poesias, pehs
samentos, proverbivs, charadas e envgmas.-A MODA ILLUSTRADA
fica sendo o «melhor é o mais barato» jornal de modas que: se publica
em Paris na lingua portugueza; e pelu claréta; utilidals à váriédade doê
seus artigos torna-sê.
indispensavel êmi todas às casas de familia
A MODA ILLUSTRADA publicará por anno 52 numeros de 8 pas.
zinas; com 32 colunas; em grande formato, 1:300 gravuras em preto
e coloridas, 5? moldes cortados, tamanho natural; 5 folhas de moldes
traçados diterhados om boritados É será reriiettida fráuca de porte:
BRINDE À TODOS G& ASSIGNANTES; Em cada trintstre; unit
numeto toh 8 págiias chicias de figurinos de rôupa brahcã,
1.º edição CONDIÇÕES DA ASSIGNATURA — Bi edição:
AXSO.= 82 mbnóros com J:S0O
gravuras em preto e coloiidas, 92
moldes córtados; tainianho natural,
52 follias de moldes tragidos uu de
bordados, 5A000. |
SEMESTRE:–20 muúnticros Cont
990 gravuras em preto & coloridas;
26 moldes cortados; tamanho nata:
ral, 26 nioldus itagádos ou horda:
dos, 25500: .
TRODIESTRE,—1S númêéros tom
450 gravuras em, pteto e colurídas,
13 nuildes cortados, tamanho natu-
ral, 13 tolhas do moldes tiúçados
ou bordádus; 15300.
ÁNNO. — 52 numetos com T:SCO
gravidas ent preto é culoridas, DZ
molitês cortadue; tamanho natural;
43090,
SEMESÊRE.—26 namerta coli
900 gravuras jem preto, 8 toloris
das; $0 moldes cortades ety tama:
ulio natural, 25100,
TRIMESTRE: = 13 ntimieros ecint
450 gravuras em preto, é eolori: –
das, 13 mobles cortados emi tama:
nho nattrál; Íg100.
LISBOA, PORTO É COIMBRA
Um numét» Eohtento 80 gravu-| Um numero conterdy 30 “fravil:
ras em preto e coloridas, um mol-| ras em preto e coloridas im molde
de cortado; tamanho nataral, folha cortado; tamanho fiatutal, É
Antigá Casá Bertrand—JOSI
de moldes traçados ou da bordados, |
Na cxitrégrc TOO Feis Ná Enttéga.cccasiNO reis
$
y BÁSTOS-—Rua Garrett, Li shoa
Machina phótographica GARNE DE PORCÔ
FRESCA
Vende José Nunes é Bilva
da proxiita sexta-feita em dis
ante. Bus Serpa Pinto —Oertã:
de graça
Dá-se mi bêa dachiná photo.
gráphica 134 18, em bom estado
a quêm comprar os seguintes obje-
ctus pelo aew valor:
1 obtazadet para instantaneos,
4 pannos de itindo, 4 tinas, 1 lan
teina para laboratorio, 3 calibres
de vidro, 6 chassis prensas, | ca-
mara escura para campo 5 stippor-
tes pará sêceni chapas, 1 ahfotariz,
3 toptis graduados, 3 fuiiá de vi-!
dro; É! máchina para trazer debuião
do colete; 1 lavador atitomatico; 1
ivas de bortach», 3 vinhetas é
ainda ontros objocius preciso aos
SARRO ee sd q po
“AMORA PL a
oem nero
Carro é parelha
Vende-se em boas tohdições.
uni caléche quast novo cont
parelha & arreios, tambem” ent
botti estádo, venidêndo-se tudo
junto ou separado, conforme sé.
tombinir dit convier.
Está encarregado da venda
Para mais exclutecimantos; Ip
gire à esta redacçãos lo gr. dr. Abilio Marçal,lio Marçal,@@@ 1 @@@
Des emhos e aguárellas ‘originaes de ANTONIO BATA
– 89 aguas minero-medicimaes até Ebje empregada? na iherapertica.
ARIGINAL DE
Eilusirado com: “perto “de
ao E
rante – -palpitande a
1 on
60 teis–CADASEMANA–BO reis
Editores: “LIBANIO’& CUNHA “Rua do:Nôrte, “445 LISBOA
‘CONDICÇÕES DA a ED Serão distribuidas cada
semana 3 folhas in:4.º, com” dra ou2 folhas, “com 2 gravuras
CHRO MO em separado pelo preço de’80 REIS, ou em . tomos de 1
folhas com 28 gravuas“e um CHROMO” pelo preço de 300 REIS. Para
a provincia expedir-se hão quinzenalmente 6 folhas ou, “4 folhas e 1
CHROMO pelo preço de 120 REIS, ‘mais ‘não se satisfazem pedidos que
são venham acompanhados da importancia, Assigna-se em Lisboa no
iptorio da Empreza, jua do Norte, 145, nas ‘priicipaes livrarias,
NERIA MONAUO e nos estabelecimentos onde esuver o cartag-an-
so, Consideram-se ecr: respondentes * as pessoas das provinciás 6 “ilhas
; 86 os por 3 ou “mais aaa:
AIRE
paço
PAU. TODE COKE
| Trádicção! “de E F. da Silva Vieita, :
| NOVO ROMANCE DA CULLECÇÃO
COLLECÇÃO
b BIGODE
Ilustrado com ‘magnificas gravuras “40 reis–cada semana—40 reis
Royrânce em 2 volumes. O preço ds obra complotá ilho excederá)
ROD rei,
Gg Bridula mn do dy Gestã
provada pela junta conguitiva de saude pubjica. e au-
etorisada pelo. eee JRedalha de prt nas, exponi-
ções de Lisboa 1898, Anverg 28494, Saint Etienne 1885
cuncurso de Hy lehe, .R eim L8DG. Medaiba. de ouro
diptoma de honrá: Biatsel a €j Concurso de Ry giene dé
Londres 1896,
– Esta agua apresenta uma composição chimica que a distingue | de todas | 8
com japan, EMO Tipi a SD
aos

Dave as suas principaes propriedades ao «sulfato acido de alumina»,
que nO organismo humanõa ctua como «adstringente tonico e desinfo
Contem, 6 ássim se, explicar os notaveis beneficios que o seu uso produz |
pocialmente nas, doenças de:
ESTOMAGO, GARGAN NTA; DIABETES, UTERINAS, OBESI |
E DADE, ULCERAS,. SYPHILIS,, DIARRHS a PURG AÇÕES, EX
TRRITES E NAS INFLAMAÇÕES EM GERAL:
Não tem gazes livirôs; subor tnuito agradavel guer pura quer misture |
às com vinho:
A” venda nas principaés pharmacias e drogarias e nos Depositos:—
Por “to, rua de Santo Antonio, 49. -Coimbia: Drogaria J. Figueira & 0º
= Pigueira: Pharm: Simões d’ Oliveira. — Thomar: Pharm. Torres po ;
Deposito geral–Rúa dog Fánqueiros, 84;1 e
o MISBDA
CENTRO COMME MERCIAL|
DE
LUIZ DIAS
Completo sortimento de fa-
tendas de algodão, lã, linho e
ELST oca
Edita
Essen +
Lig eratorio chimico- industrial
-de ;
4. P. Moreira Lobo
41, Rua da Piedade, 41
ta Campo d’Ourique)
ie BISBOA :
Este estabelecimento terp actual:
roente em laberação, e póde desde
é satisfazor todas as enconimendas
cne lhe sejam feitas da Pi OvÍncIA,
cos seguintes productos: GRATA
QUADRADA (Popular); « dita eg
redonda, (M. E n.º 2;dita’n.º E:
dita de côr, n.º 2: dita. pot dia
psra pellica n.º Le n.º 2.
— PU INSECTICIDA M Lovp)
preparado para à destruição dos
ratos, toupeiras e ontres apitoags ]
damainhos. DES FEPEOPANTE livros de estiido 6 literarios, |
ASIATICO. TINTA PARA! ES- sabatos etes
CREVIER, em frascos, ou latas de |.
17 litros. 1 k
ELE XIR DA SIBRRIA! para a baratos e sem cotipe encia”
cura proompta e radical das friesras. >
Eemsttese para a provincia, franta Seguros Po; ‘tugal.
de| porte a quém’ enviar 280 réis |À
em esta npilhas.
Mais de20- annos dé bm”
da-chuvas e sombrinhas, len-
[chapa e objectos do mesmo, vi
nho do Porto, licores e cognae;|
dat, » Praça” de Commercio, 1 a é,
CERTA:
|hondente, rivalisando com os me-
lhores do. estrangeiro. :
“foi qnem forneceu os fogos queima-
Liz Dias, Praça “lo
seda, merédaria; ferragens e|
quinduilhérios, chapeus, gua’-).
| CORAÇÃO DOENTE
608, papel, garr afões, relógios |:
; sala,’camas de ferro e lava-|
torios; Solhia ds, Wandi res; eata- |
nho, chumbo, drogas, vidro em HOon mereial-—Praç a do Commercio |
(o
Preços extrãordinaioimente i
Apencia da Companhia de |.
das Fissões Ultrammarinas.
“ECHODA BEIRA
FoGos D’ARTIFICIO
Ú pyrotechrico “David anos, e
Silva, da Certã, satisfaz para todos
os pontos do paiz quelquer encom-
mends de fogos, em todos vs gene-
E por prégos : sem cora petencia. ,
“Apresenta, sempre novos » varia»
[dos trabalhos, d’um efísito: surpre-
Este pyrotechnio, já. ê bastante
conheido- em Portugal, onde, .os
seus trabalhos teêm sido admirados,
dos em Lisboa pelo Centenario de |
Santo Antonio e em Yhomar pelo
de Gualdim Paes
Corrcapondeacia e pedidos ao py-
rothechnico – ..
Darid Nunes e Silva
– vtizador
TTPDERAREIA
– o dead
RUA DO v A LLE
tmp er ss
Nºesta cfficina se Mabe todos. QuE RR PA canc:
arte typographica, para 0 ae tem “pessoal habilitado
os asgás rasoaveis,
Acceitam-se e ane da de facturas comme:
Jhetes de estabelecimentos, memoranduns, participaçã
samento. ete., ete.. impressos officines e bilhetesde vi
o.que esta casa possue um grande e variado so timen
teriaes que mandou vir Rd das prirmeiras
Lisboa.
,
RETRATOS
Tiramise er E | differentes ta
manhos desde S00 reis a, duzia,
[garantindo- se a sua perfeição.
e nitidez.
Encarega- se de ir tirar pho-,
tographias ; a qualquer ponto
| d’este concelho, mediante ajus
te especial.
Quem pretender dibija- se a
(NE
Ena QE ner-
Ro ka
cio=CERTÁ.
gatriena Dugor
DE
Papelão nasional
Unica ido na exposição in
dustrial de Lisboa em 1898.
Cada maço de 15 JKg,, contendo:
a 80 folhas, formato 64 x 80, 900
réis, ss
Salisfazerá-se com rapidez todos
os pedidos, sendo, postos em qual-
da fabrics, quando as encommen
“das sejam superiores a cinco mas-
os. Acceita-se apara em troca.
«Grandes descuntos aos revende-
tores; sendo a prompto pane
todo
Todos os pedidos dirigidos as
escriptorio da fabrica Brito No-
[gueira, — Rua, Gslenn tantas 62 A.
«LISBOA co
CARRO
sur Alezandre da Costa, de
Pedrogam Pequeno, participa
ao publico que tem para alla-
gar um carro com parelha, eu-
Jos serviço para qualquer loca-
lidade, entrê Thomar é Certã,
faz por preços cominodos.
= Re
LOURENÇO CAYOLLA
À volumo 500. reja,
Vende-se n “enta redacg ão.
“Co at
o logo 2 0) ade ata
1 534
Sirnões ensaia
DE
ad Elisa Simões de Silva)
E Ant go missfonario
Director, , espirita do Seminario
É vo lume E; OO réis.
quer estação de Lisboa por conta
Phsrmacia Central
Fé vi
Tambem . se vende no Centro E
b
Garante-se o bom scabamento dos. trabalhos, a
pre pe
Pa, ENS
RA RS ONES oe, DEN
– Elisio, Fóe é Pasta dentifricios
Ta
RR. PE BENEDICTIN
da ABBADIA de SOULAC (Gironde
DOM MAGVELONNE, Prior
9 Medalhas de Ouro: Bruxellas 1880 — Londr
i AS MAIS ELEVADAS REGOMPENSAS
INVENTADO is s ma E
qo. 4
“NO AnHO
«Quso quotidiano do Bilizir Den
“tifrício dos RR. PP. Benedio:
tinos, com dose de algumas gottas
comagua, prever acura a cario dos
dentes, embranquéeceos, fortalecens &
do é tornando as gengivas Perde,
tamento sadias.
o Prestâmos um verdadeiro dor E
, assignalando aos nossos; leds +
Rand antigo, q um tuilisaisão: pro
ea cimelhior curativo 6 o
unico preservativo sao as
Aficonões dontariage »
— Savatundadas om 1807 sem st , rue nem !
Agente Geral ;
ny Cenintto ro todas! as bode parfuirerias, Rai 0 E
ipergesro, rua do e
INSTITUTO. SEER ROMEO Pata
RUA DA O ata 115, Le
* Dire étor- Dim riciarios — Macedo ide Bragang
—— ente –
siugal ei tolonins) dos meditamentos E.
HOMGLOPATHECOS
Phismacias portntaeis para hospitass, azs vês é e missõe:
Carteir as de bolso para viagem, com Os principass
remedios; livros.e revistas. em toras as linguas civilis
– para o e Re e pratico Weste eystemh
Ban iSO geral (Do
RA
Esto estabelácimes ato tonipõe- so e de consultorio médico
‘se dão consultas todos os dias das 9 ás Ti da man
da ) às 2 do tarde, o das 6 ds êdanois
GRATI 3 PARA og POBRES
Pharmacia especial, aforatofie: chímico, &
“|alimentação hygicnicas.
Fa —— ALA AME Ed
“Succurral no Porto—INSTYT VITO ELECTRO-HOM OPA
é bnoleio Eologieus pé
o . ua do Sánto Antosiio DOS e
Fornecsm-se questionarios sos doentes -; Aderessg: itefagã |
das provincias e estrangeiro Elecito- Hom sopataia-L
ANFAVATARIA
BASS a
Frabalhon emtodos os gericros por artistas de É,
Garanie-se, à perfeição e boni acabamento das ol
| FATOS DESDE 48000, REIS
E E ratio: sortimento de Docnda de lã.
CENTRO COMMERCIAL
Este Dias.
aça do. Colimercio; ta?
CERTA
Exêres
;
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Editores— Lopos AOS
exito! h
119, Rua do Almada, 133 Porto!
PAIS SOR DE IA LBA dlo Valle. DSERTA
Editor 1« sponsarei= EN PONIODIASD’OLEVEIRA’OLEVEIRA