Certaginense nº64 25-12-1890

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Anno

Mumero

Administrador

Editor responsavel

Jiasi) Aminis Sil FOLHA IMPAROTAL ‘ ii Dires franco
í
— — ASSIGNATURAS | DIRECTOR 7 PUBLICAÇÕES
Anúvl/F$3002Seémestre. … COO=Trimestre… .. 300 i |No corpordo jornal, cada linha ou espa 0/delinha.!.80
Número: tivulso: . .A0=”Brágil, anno, …58000, Africa, donguim Bastimso f Bisss Antuncios, ceada linha ouespaço: de linha. 80 reis
15 áiro .. 22000 “Fóra dá Certã acerce, a despeza da| ‘s, cada linha ou espaço . de linha, 20 reig==

cobránca,

Toda a correspondeneia, dirígida á redacção.

REDACÇÃO ADMINTTRAÇÃO E TH
Travessa Páres NOº1e – CERNTA j€

2los permannentes preço convencional, O srs.
signates teem o abatimento de 25 p. e.

“GERTÃ.

—Crítica sereno
o hómem moral

«Pelo quê a,larguissimos
traços dissemos do nossu
homem, infere-se logo, a-
proximadamente, do seu

.1 valor, moral, . mesmo.. sem

ter.. respigado , as, theorias
de Lavater ou” do» celebre
professoir” Gall; e advinha-
“se sem esforço, R’aquelle
. todo, um evidente. pheno-
meno de regressão atavica,
A ridieula figurinha de
Alves’Correia é o seu pro-
cediménto grangearam-lhe
. fantos alcunhas, qual mais
— significativo, que por ulti-
.mnownão chegamos a saber
“”fofqual d’elles nos have-

‘m’çf | de determinar. . ,
, Citaremos alguns a titu-)

– »1lo de;euriosidade.

Em attenção ao seu phy-
sico de selenita, EFranvisco
Christo, aleunhou-o e mui-
to bem, de—-rLiliputiano».
.Em vista-da celeberrima
casaquinha de grandes abas,
sempre’ a baterem-llie ‘no
sitio dos fundilhos, o sr.
capitão ‘Thomaz Terra cha-
mou ão Alves Correia o

TEAcA o ÇE

—«Casaquinhas», como já
advertimos n’outro artigo.
Tendo em vista todos a-
quelles’ predicados. de que
os leitores já têm cabal co-
nhecimento, .4bilio David
na «Sentinella da Frontei-
ia» alcunhou-o de. «Jago-
des». e
Pelo que se vê, todos es-
tão a calliar, como diria o
doutor Antonio Pedro; mas
por isso mesmo resalta à
a difficuldade de encontrar
um termo.que synthetise
tudo, uma palavra que na
sua mais lata sienificação

abranja o complexo .de at-|

tributos que exornam aquel-
le “caracter; que em ques-
tões de “bondade e correc-
ção, orça pelo tamanho do
physico um que habita.

Dito isto, entremos a va-
ler na apreciação moral do
pequeno director dos « De-
bates».

Espirito tacanho como o
phisico, e ao mesmo tem-
po como feitio para amol-
dar-se a tudo o que não se-
ja, firmeza . e elevação de
caracter, rasgos de abne-
sação e generosidade, co-
herencia e eriterio, roja-se
como a serpente ante aquel-
les que recéia, ou de quem,

E Emr TE

aICOLA N

FOLHETIM …

Caormen

Como era’ bonita a Cãrmen!
Alta, elegante, olhos pretos e
languidos, Jabios vermelhos.” e
cabellos negros e encaracolia:
AAA A o T
Quando a v teria 16 annos/
e fazia parte d’uma companhia|
de saltimbancos. EA
Ninguem / cormo;ella , saltava
Para a corda,com mais. ligeire-
sa, dançava com mais «salero»,
OU Sorria com mais graça.
— Era um prodigio a pequena.
Mas um dia, quando ao som
das castanholas e dos pandéi-
ros à Carmencita entoava uma
canção.do sen paiz, empallide-
ceu subitamente, e a sua voz
momentôs antes firme e nitida,

tornou-se tremula” e” hositante.
O coração: da gentil /heéspa-
1úhola tinha/ísido férido pelos

folhares ardentes e npaixonados,

que como settas aguçnadas: lhe
dirigia um, formoso mancebó
descendente d’uma familia aris-
tocratiêa e orgulhosa.

Desde aquella océusião a por
bre xvapátiga “começou, a vas
tueiar de terra em terra, atraz

dos sáltimbaneos, séinpre silen-

ciosa é triste, sempre a pensar
no.galante rapagz.por. quem se
apaixonara loucamente.
Uma tarde a Carmencita pal-
lida e abatida entrou no circo e
principiou a dançar.

é

mente o que costuma suc-
ceder à tódos os miseros de
caracter—snbiu!

gnidade,’ de baixeza em
baixeza, .de miseria em mi-

sos de. Pégaso na escala so-
cial, a ponto de, em menos
de “mela duzia de annós,
estar “empregado . publico

um ordenado de primeira
ordem, quando é certo que
os seus merecimentos nem
mesmo chewraram a dar um
supportavel manipnlador
de cataplasmas d’ima reles
pharmacia de provincia!
Já é fôrça de sartel,
Um facto” pelo qual se
póde fazer um sesuro juízo
do valor moral do Alves
Correia: O sr. Elias Gar-
cia, que em politica perso-
nifica o conservantismo, €
a prudencia qeintessencia-,
da—tanto nas palavras co-

EA E EINr o AEN EA N TTA

Quando: “voltou &a é viu
cominovido e ajoelhado nº sens
pés o homem,a quem entr
va Drêoração, tevo uma Est
gão indisivel:

E nos’ seus olhos hegros/ co-
mo a asa d’uma andorinha bri
lhou por um momento;à , ceham-
ma phosphorecente da paixão,
que & matava,

Depois, descerrando oa la
hbios, meroúrou eom voz fraca,
mas d’wna dogçura infinita: «Te
quiero múcho Juan»>1E dei-
xindo aam a cibeça sobre o
peito, expirou | 1
Pobre Carmen f -.+. RT

E’ à palavra mais súblime e

1; Após! os primeiros passos//a, grandiosa que se allia ao doce

infeliz dançarina, a quem a e’saneto nome de mãe.

phthisica minava Jentamente, |

caiu extenuada, quas! morta!

Amôr! balbucia & efeanei-
imha, quando o rosto “ngelico

de algum inodo, depende,Imo nas’ acções— sempre
sêmpre que veja em oscila-tque se fala em Alves “Cor”
ção uns tantos inpteresses,treia engatilha logo’ está
ou/a vaidade idiota em dhe-|phrase, que é profunda-
que. Levanta, porém-o collo ‘ mente significativa, por par-
de vibora, logo que se julga tir d’squelle, homem todo
seguro; e d’est’arte, sucee- branduras, . todo, delicade-
deu ao Alves Correia exacta- ,

| . — «Cuidado com, elle,

zas, todo calenlo e reservas:

lque é pequenino!».

seria, tem galopado a’ pas-.

divector de um jornal, .com.:

Ppraia.

Ora, sinceramente, para

De indignidade em indi-jo sr. José Elias , Garcia di-

zer isto do: Álves Correia,
o sr., Elias, Garcia – que é tó-
do , cauteloso e “methodico
nas suas , coisas, t deve- ser
bem vextraordinario o juizo
que elle faz do.ex-aprendiz
de pharmacia.

. . &
largamente estipendiado,! K caso!

Que saberá o sr., Elias
Garcia da chronica d’a-
quella ave pernalta? Boa
coisa “ decerto não é. Ha
erossa patifaria, não soffre
duvida; mas só a sabe o,sr.
Garcia,

Emtfim, póde ‘ ser que o
fnturo’ nos desvende este
mnysterio. Adiante..

Podiamos . espraiar-nos
agora wwna longa “disser-
tação sobre a personalíida-
de móral do nosso «Casa-
quinhas » , .porque . temos
materia . de. sobejo para o
fazer. Mas não. Preferimos

syuthetisar com dois exem-
plos ou tres, em que se en-
contra espalhado o caracter
moral de um safardana de
ultima especie, enxertado
n’um bandido tão cobarde
quanto syphilitico.

Muitas vezes, uma sim-
ples palavra, uma phrase,
constitue um traço que de-
fine um genio.

Um simples facto define
tambem, muitas vezes, um
grande criminoso

Pois bem; para o caso
sujeito busquemos ‘o prin-
cipio da . analogia, que nos
não havemos de dar mal.

Muito de proposito guar-
dámos uma importante cir-
cumstancia”para esta occa-
sião, queremos dizer, para
quando” fizessemos Tafapre-
ciação moral do nosso – he-
roe. 2A
Reportemo-nos á epoca
em ;que ÁAlvess Correia
atraiçoara covardement e
Ceciliode Sonsa.

O nosso criticado, como
se sabe, combinara-se .com
José Antonio Ferreira/ pro-
prietario da «Folha do Po-
vo», para lh’a eserever por
4 libras mensaes, isto é,
por metade do ordenado
que recebe o sr. Cecilio de

d’aquella que lha. deu orser,
lhe sorri;meignamente,
rl ónnA &s; dves pelas
ramarias frondentes, quando o
4l desponta nO horisonte,/. ou
quando desnpparece pos detraz
das montanhas. F

Amor ! .segreda-a -aragem
branda e perfumada da noute,
quando à natureza se veste, de
& a

ÀA borboleta branêa e /gentil,
que volteia emtorno. . da srosa,
1wspira e soletra, timidamente
essa palavra que prende, fasci-
na e arvrasta, O mar quando’se
levanta irado e convulso” é por
que tem presta (_íe oscular amo-
rosamente a areia finissima da
* *
O amor, é o elo poderosó e
sympathico que une a hunínni-
dade e vac enlaçar-se ao thro-

no do Creador.

maaa tee cnemata:

Que seria da creança se/”no
entrar no . mundo’o anjo “riso-
nho do amora não acolhesse
sub as suas asas côr de rosa?

Que seria dos esposos, se o
amor. ‘junctando-os, não fun-
disse n’uma só 4$ suas almas ?

Que seria do -ancião se; ao
deixar pender a fronte paraia
terrn, não encontrasse o brªçu
do filho querido para o ampa-
rTar, owo regiço da filha axtre-
mecida para deseançer a eabe-
ça fraca e vacillante? ;

Amor!. palavra. sublime e
magnetica que desprendendo-se
dos lnbios divinos da: Virgem
veiir cair sobre todas as almas
6 illuminar todos 05 corações!
– O umor embala / os pequeni-
nos, sorri, á juventude é conso-
la a velhice.

Iieguuzfgos

Magdalena Marctina Carvaíiho

 

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EBouse. Bebem, porém, os
Jeitores em que circumstan-
cias estava 0 mesmo sr. Al-
ves Correia para etom Ce-
cilio de Sousa? Oiçam:
Joaquim Cecilio Pereira
de Souza, 6 homem que,
para obsequiar um intimo
amigo, o sr. Silva Lisboa,
admittiu a escrever ao seu
lado o Alves Correia, pro-
tegendo-o, finka hospedado

te, aquem sentava é sa
mesa e tratava como 1intr-
mo :amigo. Um dia, Gecilio
de Sonsa-cae de cama gra-
remente enfermo, de per-
nas inchadas, dôres horro-
rosas nos ossos, o diabo a
quatro! Pois foi justamen-
te mnessa occasião, a todos
os titnlos respeitavel, quan-
do Cecilio de Sousa estava
Tuctando entre .a vida e a
morte, que Alves Correia
se mancommunoti com o
proprietario da «Folha do
Povo» para expulsar o seu
protector e amigo, por meio
te uma traição tão negra
como o coração do dito Al-
ves Correia!!
Tlorrivel ,mas verdadeiro.
E agora, notem os se-
nhores acoimncidencia das
“Conjuncturas em que o ho-
mem commette às suas
bandidices. Covarde ao ul-
timo ponto, como ftodos
os miseros bandalhetes d’a-
quella, “eraveira moral, é
precisamente quando apa-
nha as suas victimas deba-
tendo-se nos humbraes do
tumulo, que o miseravel
cae sobre ellas como uma
ave de rapina, á similhançs
da águia do Mississipi que,
pairando no espaço. n’uma
immobildade — marmerea ,
logo que avista o pacifico
eysne deslisando descuido-
so nas aguas tranquillas,
€ae prependicularmente so-
bre a sua victima, crava-
lhe o bico, e suga-lhe ‘até
a ultima gota de san
gue. (») j
ÀAs partidas, infamisst-
mas-do Alves Correia, e as
Ocçasiões em que se deram,
fazem-nos’ lembrar aquel-
les bandos horrorosos de
sálteadores que, no coicçe
dos exercitos, guardam. o
ultimo momento da carni-
ficina, o final das batalhas,
para cairem como um ban-
do de milhafres sobre os
cadaveres das victimas, ain-

(*) Não nos lembramos
agora, e por isso não po-
demos precisar, se é corvo
0U aáguia essa ave do Mis-
sissipi. O facto vem citado
em Aimé Martim «—Edu-
eação das mães de familia»
—-e por isso facilmente se

dos reloxios, de aúneis e
até de facto, de tudo emfim
que tenha valor!

7
&

Pense peénse

tes patifarias.

medida/ exacta
meral de sujeito.

o fizessemos,

Xximo numero.
Até á semana, pois.

Mascara de Feo
EXEBEL RSNUA S ES

O PATRÃO JOAQUIM
LOPES

Morreu. apoz doloroza ago
nia, áàs 2 e meia horas da noi-
te de.21 .do corrente, o Patrão
Joaquim Lopes.
Todos o conheciam de nome,
peló menos.
Todos sabem que elle foi’ a
personificação do altrúbiwmo c
da heroicidade, &
Attesta-o o grande numero
de medalhus que lhe adornava
o peito.
«Gunhou, que as traz no peito,
hamitos e medulhas,
—Não & matar inmãos, mas n

Tasgar mortalhas,»
Esta pavelha: de versos per-
tence a um brilhunte poema,
intitulado «As Novas Conquis-
tas», de sr. conselheiro Tho-
naz Ribeiro.
O Patrão Joaquim Lopes
deixou 4 filhos e uma filha,

Joaquim Lupes, nasceu em
Olhão « 15’/de outubro de
1798.
Aprendeu à lêr e escrever €
exerceu a profissão de pesca-
dor, ató a idade de 11 annos,
vindo para Paço d’Arcos, onde
em 1820, foi nomeéado remador
das exnõas do Bugio.
Em 1823 começou à exercer

a benermerita tarefa de salçar
naufracços.

Ainda a0s 84 annos de idade

salvoo 05 tripulantes de brigue
inglez «Ulyase:» como que
ra pôr um ponto final brilhante
na sua bencmerita carreira.

Na sua modesta hibitacão

Ppóde desfazer o engano.

em Paço d’Árcos v

o E e

Se o leitor achar e exag-
geérada a comparação, per-
se bem no que o «Casaqui-

: : = :
nhas»fez ao sr. Silva Lis-
boa, ao sr. Magalhães Li-
ma e ao sr. Cecilio de Sou-
em sua casa este sacripan-|s
madura-
mente, é diga-nos depois o
que merecia este alma dam-
nada, .ao cabo de similhan-

Para determimar um ca-
racter, basta citar aquelles
factos; que -são traços “Ju-
minosos que dão logo a
do —valor

Erramos o caleulo mo
numero passado, quando dis
semos que ferminariamos
hoje este artigo. Ficaría
demasiado extenso se assim

E conmo nos é indispen-
savel, antes de fechar estes
artigos, dar uma explica-
ção aos leitores, terminare-
mos infallivelmente no pro-

CERTAGINENSE

Ha &li os diplomas seguin-

tes:

Associogon
de Napoles; «Ássociação huma-
nitaria de salvadores», e Ávei
ao; o collar da Torre de Espa-
da; medalhas que o honram,
de ouro-e “prata, de D, Maria
1, Napoleão 1, Izabel IL,
Vi nanacl,do Porto, da
a Osiras, faltando as
tres de Inglaterra que elle em
janeiro devolveu á ão bri-
tanniea; o decreto com que El-
rei D. Luiz ihe concedeu »
graduação de 2,º tenente da
inarinha, – e auctorisação” para
uzar dos respectivos uniformes.

O enterro teve Jogar no dia
23, pela 1′ hora da tarde.

O cadaver foi conduzido por
mar’para o arsensl da úarinha
e açompanhado gpelo’st. Ánto-
nio Eunes, e dali condnzido
para o cemiterio dos Prazerers.

A banda da Sociedade Gui-
lherme Cousoul acompanhou ao
feemiterio o feretro.

Que descance em paz.

ECITOS & NOTICIAS

Festividade

Teve logar no dia 21, a fes-
ta de São Lucas, no Outeiro.

Yoi celebrante o rev.º paro-
eho d’esta freguezis, acolytado
pelos rev.º* Sebastião José Pe-
reira e Joaquim NúunesBernar-

o.

Oron o rev.º Sebastilo José
Percia. Ã
Abrilhanton a festa, a Socie-
dade Phylarmonicá Certaginen-

Ferinas

Chegaram a esta villa, onde
vêm gezar as feris do Natal,
o nosso amigo e distineto colla-
borador Accacio de Sunde Ma-
vinha, estudante do 3:º anno
juridico, € seu mano o sr, Er-
nesto de Sande Marinha,
P

Está-em Sernache, 0 sr. Abi-
lio Torreia da Silva Muarçal, es-
tudante do 4.º anno juridico,
eAn

Doencas

Tem experimentado algumas
melhoras, o editor d’esta folha,
o sr Antonio Pires Eranco.

*
Continua doente o ex ” sr,
Ivo Pedrozo . Barata dos Reis,
da Mutta,

*
Tem estado incommodado de
saudé’ o ex.”º sr. Franeisco
Ezequiel Fragozo Serrano, d’es-
ta villa,
Promptas melhoras n 8. ex.
é 0 que sinceramente desejamos
ESPANCAMENTO. DE UM
EMNPREGADO,

Na festa do Outeiro, celebra-
da no proximo passado domin-
&o, foi cobardemente espanca-
do, o polícia fiscal Arzace Emi-
lio ‘Almeida, na occasião em
que exercia d8 suas funcções,
Eassando revista a umas vendas
de finho, que havia, noar-
raial, .

Os auctores da façanha, con-
tra quem já foi dada parte em

der Salvotori», é

7 % aredés attóstados da–uizo, 8X ô nidos fadis-
d:qu;entes,pl[pimntes,gº’íw;lªª ‘p.L.L.(!dL.., os attestados da-Zuizo, são 08 conhecidos fadis
õ E rafem,
tejundo” su iéue, para os “” Srands eorageme
: RAl
despojarem .do dinheiro,

itões do Ounteiro, Cezar Maria e

um tal Calcas.
Estes dois mariolas não con-
tentes em espancar um lioinem,
que não lhes cansava o minimo
mal, apodera:uin-se, – segundo
nos informam, d’um rewrolver
pertencente ao equipamento
que uza como empregido fiseal,
O ferido deu entrada no hos-
pital d’esta Villa, aonde lhe foi
trado exame.
Que a Ji
mente contra

proseda severa-
aquelles dois «ca-

nor-— bem conhecidos n ca-
dastró criminal, é o que dese-
jamos, para que não voltem a
praticar d’estas gentilezas.

R- LS RE —— —

Aunniversario

Fez aunos no dia 21 do cor-
venis, a ex * sr,* D, Magdalena
Martins de Carvalho, de Re
Euengos, prima do director d’es
ta folha.

ÀA’ distineta escriptora e a s.
ex.”” familia enviamos os nos-
sos cordiaes parabens. e

TEAA Rn

HMelhoramento

9 srv. Conduetor Tabral, man-

don-abrir, nº Avenida Baima
de Bastos, cóvas para plantação
d’arvores, do lado da Ribeira,

Bem haja o sr. Cabral, que
conhece quanto, muitas vezes,
um melhoramento de insignifi-
cante dispêndio, se torna agra-
davele util.

AAA
DE PASSAGEM

Chegou a esta villa, no, do-
mingo, 21 do corrente, um des-
tacamento do RKegimento de
Cavallaria n.º 8, commandado
por um alferes, dirigindo-se pa-
ra Tancos para onde sahm na
mankã do dia 22,

s M AGA A ii S T

Garetilkham

Recebumos e agradecemos o
livro —Gazetilhas.— de Qne-
des d’Oliveira (Yito Litho) pre-
faciadas por Soão Grhagas.

O trabalho tipographico, es-
mersdiasimo, & da acreditada
Empreza Litterária Tipogra-
phi do Porto,

Recóommendamos à acquesi-
sição d’esta obra a06 mossos
leitores.

ZS :
Relogio

E’ um perfeito. cahos, o es-
tado em que se encontra o re-
logio official Festa villa.

Tem chegado & bater 70,
100 horas, ete. :

Lembramos,n pois, à ex,m
Camara: Municipal; que se faz
demorar a substjuição Paquel-
lé relogio.

—— ED EE BAA
De passagem

Esteve n’asta .villa, de pas-
sagem para Lisboa, o ex º sp
dr. Alfredo Augnsto de Men-
donça Duvid, dignissimo juiz
de direito em Benguella,
ssc u a du o o

Anninversarios

Fizeram annos:

No dia 19,,0 ex sr, Fran
cisco Farinha David Lr itão,
No dia 21 n ex.ma que
Julia Amelia David Leitão,

No dia 22; a exm suã D,
Olinda Augusta David e Sil.
va.
Parabens,

valheiros de calca é boca de sjf

Nevre

As serras que nos rodeinm
teem estado completan ente co-
bertas de neve.

Br t

AnrnNORS

Completa no dia 29 do cor-
rente, 32 annos o ex.””º ar. An-
tonio Ferreira Alberto, acredi
tado commerciante no Pará.

Os nossos emboras a s ex *

FA ESA RR
Chegada

Chegou a Sernache onde
vem gozar as ferias, o filho do
nosso amigo e assignante o sr.
José Victorino da Silva,

sahida

Sahiu para o Pezo, a ex.”*
sr.º D. Conceição da Silva Ba-
ptista, dignissima professora, of-
ficial d’esta villa.

TSSA

nos
tossus leitores

Tendo-nos encontrado., com
os5 mnossos amigos KFernando
Mendes e Abilio David, cava-
lheiros que fizeram! párie da
redacção d’esta folha, durante o
primeito semestre da sua Ppu-
blicação, accordamos que de
parte a parte tinha havicdo pre:
cipitação ha sahida de s. ex.ºº,
d’esta relacção; sahida mótiva-
por divergencias na intrepreta-
ção politica d’alguns artigos.

Chegados a um aecordo, s
ex.** voltam novamente a/oceu-
par 08 seus logares ao. nosso
lado, n’esta redacção, não como
propagadores das ideias moder.
nas e evulutivas a que se cha
ma Republica, mas como , sim-
ples apreciadores dos factos-
debaixe da mais completa im,:
parcialidade, que tem sido e ser-
a divisa política do «Certaginená
ser. E

Um cordeal e affectunsiasimo
aperto de mão aos nossos. col-
legas, e os muais sinceros,para-
bens naos mnossos assignantes,
pela entrada para esta redacção
de dois talentos superiores, que
decerto deleitarão os nossos lei-
tores com as suas buriladas
producções. :

D’esta vez, caro leitor,

Da «Ligar venho fallar,
Dizendo que é fraca a «Ligas
Pois começa a «desligar»

Quando a, «Liga» não tem força,
Se quer, leitor, que lhe diga,
Por mais voltinhas que leve
Em vez de «ligar, desliga».

Portanto quem tinha ‘sp’rança
Da «Ligar a vação salyar —
Pode tracter d’outra vida,

Da «Liga» não ha que ‘sp’rar.

E muito embora «a «Ligorios»
Procurem apregoar ó
Por eese mundo alem

Que à tal «Ligã» ha de pregar,

Ha, leiror, quem tffance
Que primeiro ha’/de quebrar
A’ força dos taes «Ligoriós»
À mesma qu’rerem «ligar».

 

 

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A memoria do meu sem.
pre chorado amigo Fram
cisco Pircs Franeo

Impossivel de descrever, a
ímpressãu que me causou à tua
morte!

Pareco um sonho.

No moimento em que se de-
senvolvia toda a tua actividade
em pról da nossa quéric]nlhzr—
r1a , elsque a morte implaca-
vel e prematura . te arrebata,
deixahdo “consternados, e no
meio da mais: pungente “sand
de, os membros da tua familia
e uma multidão d’amigos.

Desappareceste da senda dos
vivos , tas o teu none está bem
gravado nos nossos v
fimposs vel será esquec

Longe da patria querida, ha
dez annos, jamais me esqueci
de ài, contando poder abraçar-
te ainda um dia; o destino, po-
rem tem ‘estes caprichos.

ÀA Certã perdeu um dos filhos
mais prestantes, uma das espe-
ranças do futuro, e eu e maior
dos amigps.

Acceita, “pois, amigo, esta
derradeira homenagem d’aquel-
Te, que desejaria desfolhar-te so-
bre a campa. às prépetuas da
sua saudade.

Pará, 30 de Novembro de 1890

Luif Domingues da Silva

aanA
aa
25 DE DEZEMBRO
Está prestes a terminar, a
“descrever o seu cireulo de a-
contecimentos, de phenomencs
o anno de 1890. E, coisa no-

tavel! um anno, o curto espaço;

de dozê mezes até hoje inceim
plectos, dá-nosga triste, eloquen-
tissima e profunda Jieção, do
que são os homens e as coisas
humanas!. . .
Aprendeu mais a nossa . pe-
quena edade, n’este tão breve
razó, do que à constante’ lei-
ãh’a que poderizinos ter das
: “heorias de certos philosophos,
“de tempos bem rêmotos, A-
cousas do mundo são como a
Iua., ..— Ah!- quando, a -terr
mão da desgraça nos vem ferir,
no mais religioso . recolhimento
do lar domestico,. na. effusão
do amor patrio, pondo em ris-
€o os homens e as instituições,
—quando o desanimo opprime
governantes e guvernados
quando o risonho sól que p
alternativamente sobre o hori
” /sonte d’um limitado paiz, ocenlt-
ta seu brilh: dos vicios da aga-
nisação social d’csse paiz, ah!
então é que nos é consolador
olharmos a Cruz Redemptora—
symbolo do amor, da paz e do
real progresso da humanidade.
E’ noite, e nvite sombria fi-
gurada nos quadros ‘de mundo
antigo , … Mas tarde apparece
no cão cor de chumbo, uns cla-
tões, pequeninos raios de espe-
Fança.,.
«=. E logo mais. .. vem à
AUrora, e com ella a liberdade,
. caridade, e depois… o bell
Sol do christianismo ! Chegamo:
à luz que illuminava todo o
homem. «Salve. mil vezes sal
ve, dia de jubilo, em quê .os
teus instantes, são perolas pre-
Ciosas para a corôa regenerado-

ra da humanidade ! .. »
; M. G.
_———_-_.-.—————-—-
CORREIO “DE LISBOA

EE SEA o s tc ES
Lisboa, 20 de dezembro de 90

As notícias que dizem res
peito à questão africana, é qual

2120

importuncia —do ,assumpto aí
VYumos, pois, eonsubstanciaral-
gumes das noticias.

Uumo subem a expedição mi-

infanteria da Rainha, na forca
le 17 víficiaes é 458 praças de
pret, uma bateria de montanha,
cm 5 officiaes é 110 praças
, D cavallos e 36 mua-

6 boccas de fogo a duas
livhas de copes; uma — conpa-
in de’artilheria. de * nar
J nes e 99 pr
companhia mi
com 4 À

s de pret; 4 cavallos
e 13 muares, e uma seeção doe
deposito de material de guerra,

com 1 official e 10 pr s de
pret. Total 533 officiaes, 759

praças de pret, 13 cavallos e
49 muares. À infanteria leva a
sua banda, o cirugilo-mór € o
ca pellao.

À secção do serviço de sau-
de e.a de adwministração militar
são organisadas pelo ministerio
da marinha, O corpo. expedivio-
nario será considerado aestaca-
do na provincia! de. Moçambi-
que. Aos officiaes e praças, de
pret, serão ::bonndus,, desdê o
dia do embarque ató ao do de-
sembarque na metropole, 08
seguintes vencimentos: 605 uívÍL—
cines o triplo do seldo, alêm
da gratifiieação de effectividade
correspondente aos seus postos
e graduações, segundo u arma
a que pertencerem., Ào com-
mandante do corpo será abona-
da à gratificação wensal e uniz
ca de 605000 reis, e ao set
ajudante a de 105000 el oo ÃS
praças de pret o triplo da impor-

tempo de guerra. Uns e outros
terão direito, durante o tempo
em que estaciontram . na pro
vinela-de Monçambique, 10 abo
no da ração do pão e etapo em

| genero, berá abonada por Gma

só vez, cono ajúda de ensto
antes.do embarque:aos officiaes
a quantia de ÍUOSOGO reis, ac:
officiaes inferiores’ e — praças *n
elles equiparadas a de 158000
reia, e ás de muis praças a de
63000 reis fortes. O tempo de
serviço que « corpo expedivio-
nario vae ali prestar será de um
l“”l”; OU Menos sed4is Cil’ul.lflá-
tancias o permittimos, contado
do dia do desembarqre n’+ quel-
la l)mvinuí.; até no do el Arque
Ppara regresso à metro) Pa
ra us effeitos de f
mais recomper
pelo dobro aos fc
de pret do corpo expedicionaris
n tempo de sevvis Ás o qui
se impossibilitarem no serviço,
e ds familiasdos que tallecereu!
npor effeitoxde forimento em com
bate, desastre ou molestia en-
denica, devidamente comprova
dos, serão applicadas as dispo-
sições da carta de lei de ‘lºd
de janeiro de 18297, com xein-
ção ás tarifis que aciualmente
vigoram. E’ facultativo aos offi-
ciaes e praças de pret designa-
rem a parte dos seus vencimen-
tos que pertender em deixar pa-
ra subsistencia de suas famiílias.!|

As tropas não levão capace-
te. Usarão bonet com palla e
com capa de brim com rebuço.
Ô emblema é um laço com as
côres naciunaes, tendo ao cen-
tro duas armas ceruzada.

nus temos referido em as nossas) Vão para Moçambique 3
ultimas cartas, continuam, pela armas sendo 3:000 de systema

dt:-“:liel’»ill’ 0 maximo ÍIIYCFESSGJ

tancia de pret e fardamento em]

CERTAGINENSE

500,

Snyder e 500 de novo systema
de repetição.

Vão 18 pecas de calibre 8 é
4 de12 aléem das que vão no
corpo expedicionario, O nnmero

litar que vae-partir pava Mo-flle cartuchos é de 80:600. Vão
cambi é composta do 1ºftuâmbem 1:500 corresmes.
batalhão do regimento n.º 1 defl O pessoal superior da expe

é n seguinte.

nosenhariar — Capirão: Re-
nato Baptista; tenentes: Veiga
Cunha, Alves de Mattos e

liçã

U:lpttrm.’ Pereira de E
meiros – tencntes: Pereiva

pri-

da

RNE s DS :
BiCunha e Frederico Lope-

«Bateria de montanhasr —Ca-
pit Luiz Caldas; primeiro
tenéntes Dias Rebello; Alfredo
Durão e Alves Saccádura.

«Veterinarior— Noguneira Crue-
ides; almoxarite, Jereias dos
Reis.

«Infanteria»-—Tenente coro-
nel: Azevedo Coutinho (com-
mandante da expedição); ma-
jor: Jesus Feijão; capitães: Bar-
beito da Silva, Sousa Escriva-
nis, Macedo Osorio e Primo da
iRocha; tenentes: Juho Borges,
Ramiro Mucedo, Guedes Dias e
Costa Bento; alferes; Pinto da
Cruz,; Silva Cruz, Correia da
Uruz e Alfsedo Cardoso; aju
dante: Desiderio Pacheco; cj-
rurgião-mór: Baptista Dias, Ca-
pellão Baptista Leitão.

Fara Mocambique tambem
partirão por estes dias a corve-
ta «Mindellos e acanhoneira
i Limpopo»>, commandada — pelo
sr. Pedro de Aazevedo Cuutinho,
iprimo do glorioso herve de
Africa.

ANNUNCIO
(1.º publicação)

PELO JUIZO DE DIREITO
ésta cOmMarca, es Gon-
calves, e autos de Jjustificação
avulsa, em que são justificantes
Joaquim / Ferreira Gruimarães
Lima e sua muilher Dona
rianna da Conceiça
Lima, moradorós, ‘que foram,
no GCazal do Velheiro, e ho-
jje no Cabecudo, d’esta. comar-
cã, correin editos de . trinta
dias, à contar da publicação do
segundo annuncio no «Diario
Do Governos, citando àas pes-
sõas incertas, que se julguem
com direito á herança que ficou
por obito do menor Abllio, fi-
lho dos justiflêantes, para na

idepois da citação, a contar do
praso dos editos, verem aceusar
ê marcear o praso de
trez audiencias para deduzirem
a sua impugnação d habilitação
requerida pelos mesmos, justi-
ficantes para serem julgados
hlabilitados unicos, e universaes
irdeiros legitimos d’aquelle seu
ecido filho Abilio, a fim de
haverem à herança deste, e
designadamente haverem a pro-
[)riedado de um inseripção de
assentamento da Junta -Credito
Publico, com 6 numero setenta
e um mil quatrocentos . trinta
e nove, de. valor nominal. de
quinhentos – mil reis, que foi
deixada ao dito seu filho em
testamento ucn’adn, feito em

taa

il vitocentos setenta e quatro,
por sua tia Dona Ludovina I_ão-
2a dos Anjos Lima, viuva, fal-
lecida em trinta de novembro;!
de ml oitocentos vitenta e cin!

segunda audiencia d’este Juizo, f

(Lisboa em sete: d’agosto det.

ã?;u-i?qã; í&nà:ª;úf:í”m- ,Í.Í ‘ w:oeio_s d’este monte-pio, a
ta NTA d S . ;ú:_ilreunllrem-se na sala _Cias
mo testamento; podendo elles)| ifíSSôS. nO progimo dc)nung.o
justificantes fazer averbar a/253 do corrente, pelo méio
stesma inseripção em seu nome; | dia, afim de. se proceder é&
CÉI’! d*(;minio- plenos Declaru se ! óleicão dos corpos gerentes
EL.?ZillllZí |para 1890 e a nomeação dte
feiras dê c Ccommissão encarrcgada’ de
bunal du rever as, contas do actual
do Mun quintas
semana,no “Trr
cial; csito no Largo
pio, d’esta villa, e por
14 1u2hli8, não sendo
:ados ou feriados; e
sendo-ó se fazem no dia imme-
iato,

Verta, 20 de dezembro de

da

anno.

DAN MULHERES

Monologos, poesas-comers
proluceções humursscea

vA

as, etce.
DISIGIDO . POR
. &. de Waltos

Peddos no edtor João Ro-
mano Torres, rua. do Daro d

Verifiquei==
Freire Themudo

O Escrivão —
Franciseo Cesar Gançalves.

tÇ Noteas, 98, 3.º
MONTE-PIO CERTA“S| T pa BANDEIRA. |
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defluxos, todas as pessoas que soffrem e qualquer padecimentos
do interivr assim como constipações antigas e modernas, falta
de ar; debilidades tosses chronicas ou pgeiras, finalmente a
quem tenha que tazer uso da preparação. :
Recusar como falsificados todos os rebuçondos que não levas
m sobre o pacote a firma de J. A. Vascaacellos,; todos 0S
pácotes acompasham um prospecto que ensinat maneira de usar.
dMem(l:vse qualquer pedido. Grande abamento para re-
vender. ‘

ta o impor-
or motivo

co por pacóte 100 reis, pelo correio augmen
te de 10 reis e não indo registudo, não se afiançam p
dos extravios. : *
)s pedidos na Certã devem ser feitos ao Sr. Antonio’ Pi-
; Rua do Valle n.º 377 39, 41. É
mqner Sr. José À. Ignacio dos Santos, R. de Serpa Pinto.
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DE FAMILIA, formará 4 lindos volumos em 8.º /francez, e
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côres, serão distribuidas gratuitamente a todos os asalgnagtes.

O livro divide-se em duas partes, onde o leitor nssiste ao
desenvolvimento de um entrecho complicado mas verosimil
sheio de peripecias áttrahentes e curiosas. — á

À úcção do romance que se desenvolve rapido e sem descri
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O leitor ver-Se-ha, pois, surprehendido com as assombrosas e
extraordinarias aventuras súceedides no Centinente Negro, e
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Destribuenm-se cada semana, 32 paginas de leitura ou 24 e
umu gravura, pela quantia 40 réis, pagos, no cadt da entrega.
Teniessas para a provincios serão féitas ás cancrucw.? de D
wsciculos ou 160 paginas, e só acresce o porte/do correio.

A quem se responsabilisar por 8 ussignaturas, dá a empreza
uma gratuwta ou 20 por cento.

Percentagém aos destribuidores.

, Assigna-se na Escriptorio rua Saraiva de Carvalho, 47. enos
ogares mais centraes de Lisboa e Porto, e nas terras da pro-
incia. Toda a correspondencia, franca de porte, deve ser dim-
ida para o Escriptorio da «Bibliotheca dos Dramas de Familia«

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tramar e ilhas, ou novestrangeiro, de qualquet onras de ferro ou madeira, construceões eivis, mechanie
maritimas. é

Aceeita portânto encommentas para o, fornecimento de trabalhos em que p edaminem estes mater
“como telhados, vigamentos, cuplas, eseadas. varandas, Machinas à vapor é suas aldoiras, depositos
pbombas, veios e rodas para transmissão, bareos movidos, a vapor completos, estufas de ferro e vidio, constra
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‘ araa fundiçãõde columnas, canos’fês vigas tem establecido preços dos máis redúzidos tendo sempre em
dênosito grante quan: i dade de canos de todas as-dimenções. — 3

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da Gama 19 « 21 * ao Aterro, onde se encontram;amostrás epadrões: de grades ornátos & em geral o necessario

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ciculós .s 08 quaes serão levados gratuitamente-a, casa

dos ‘srs. assiguates nas tervas em que houver distribuíição orga-

nisada.

2.º=— Cada fasciculo consta de 4 folhas.de 8 pagmas, ter-

mato e papel de «Monte-Christo»,/ e de uma excellente gravu

ra em ,separado, ou de um chromo a12 côres.. Haverá-alein
d’isso muitas gravuras interealadas no-texto.

3. =0 preço do cadaifasciculo,-não, obstante» a grande
ntidade de materia, à, netidez da impr essão, e o sacrifica
o para, conseguir excellentes gravuras e magnificos chromos

18 de 100 reis, pagos no acto daentrega.
— Para .as provincias,, ilhas e, possessões./,ultramari
ão francas de porte.
5.*—As pessoas, que desejarem assignar nas terras em
que não baja agentes, deverão remetter sempre á Empreza a
importancia adiantada de 5 fascicnlos.

45 , Toda.a conrespondencia deve ser dirigida á EMPREZA
LITTERAREA FLUMINENSE, cassioditoraçde. A. Av da Si-

va Logo—Rua 1dos. Retrozeiros, 1—-LISBOA, .- XGB

nas, as

N ESRAN nhn Y s
v 1t si í
BEMBADIDS D ATER
> VWigor do ; eabello de fáyer.—! mpe ,
1 / eabello se torne braneo e restaura ao

n
=

q
cabello , gri-

& alho a sua vitalidade, formusura. É d F”ª
— Peitorat de cereja de Ayer — O reíme 1R
Tio ,mais seguro que ha para cura – da tosse, brondiiz 5 A S
te; casthma, , tubereulos e pulmonares. * $ EQA | |
Fxtracto com sm : ‘

$ posto de Salsapartt

Iha de Ayer, — Para purificar o sangu

. 0 Corpo e-eurasradical das eserophulas,

ç O remedio de Ayer contr,

NE c ZÕões.—F-bras intermitentes e biliosas,

Todos os remedios que ficam indicados!são áliamente coucentra

aeirá que sahem baratos, por que um vidro dura muito tempo,.
Pillulas catharticas de Ayer.— v inelhór: purgativo, suave j

te, limpa

a as se.
dos. de ma

1 teiramente vegetal

baratissimo: p.rque um frasco
muito tempo. F
Tanibem é mnito util.no tratamento
de Inúigests Nervoso, Dvspepsia €
Q dir de cabera, Preço for frasco 660
reis. é nor duzia tem «batimento.= Os
representantes Jamems Catsels &.
€ rua de Mousinho da Siveira, 2;
LenPorto, ‘dão as formulas aos

durao TS EE F)
t2. Dors =
e dp ESA , =

. DT uma bel; =
“ nando-lhe “apenas aápiia é assucar; « &f’

um exceliente substituto dle linaus é —

Q

Fs

os impressos, ete,

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DOM MAGUELONNE, Príor õ

2 Medalhas de Ouro: Bruxellas 1830 Londres 1884
AS MAIS ELEVADAS RECOMPÉNSAS
INVENTADO. Pelo Prion’ “. /
1 xoamHo l37»3 igrro BOURSAUD |
«Ousoquotidianodo Elixir Den- RA
ufncloªd%s RR. PP. Benedic- Sdo, o melhor curativo e o
unico preservativo contra as
Affecções dentarias.» ;

‘ Casafundada om 1807 1064 408,
| sim CEQUINT UU m
p

Deposito sm todas as boas Perfumerias, Pharmaeia:
Em Lisboa, em casa de R. Bergoyre, ros do

snrs, Facuitativos quê s requisitarem

Ferfeito Desinfectante el
purificante de JEXES: paiá |

nt/ para tirar gordura ou nodcas de rob-

Antonio Pires Franco

Depesito de tabavos. viveres fan-
Querias fazendas de 1ã e seda echa-
| PEUS forragem. quin melherias, pa-d
pel, vellas de .cera, drogas, tintas|
ete; :

esinfectav. gasas e latrinas; é excell.
da, limpar melars, é curar ferída

Vende”se em todas as princi/aes plí:ªrmacías e drogari
Próço 240 reis. q a : S

MARI

Auctor dos romances

w t A ic o
E

90 Ã Él:,;?:?.’B’ICHE’EOURé

producção Agente
e DA

Companhia tÍé.x(gurº&—
PROBIDADE- ,

Empreza Litteraria

s caçho MAA CELUMINTANSE-
A Mulher Fatal, A Mariyr, Filha Maldita e outros * Ruado Maller37:à 41 pm
VERSAO DE,JULIO DE MAGALHÃES j glfºªllà?ya 1
3 Edição illust da com chromos e gravuras o ERTA== A
Cad.ernetas semanaes de 4 folhas e estampa, 50 reis :
im BRINDE . A, TODOS OS ASSIGNANTES Éf V
Uma esta mpa EM CHROMO, de grande formoto, represen- S Á’
tando o palacio de CRYSTAaL do Porto. Com.as marg DR

ens mcde João da Silva Carvaiho

“Núste estabelecimenty encontra-
sa um variado sortimento de fazen-
dás hrancas de algodão linho, e se-
Áda, mercearia, . ferragens. quindui-
lhejas, linho, solla, calçado, aço, fer-
to, Teloegios ameriícanos de mesa e

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O proprietario À asta estabelecimento acaba de adequer
sua ultima viagem ao estrangeiro > exr> v de venda em
tugal, do, pó Dezemeru stante e antecrustante pare egu
carens-salobras e aguas do már evitando ter de picar
e;a formação ds cresta, que as deteriora. 1 ;

alvula de suspensã

iiin AA A n dd o Ét Nic

O Bâcmó

O —Recreio—
hbaratas do paiz- e &
enantes leitura amena
tada nNUmMero= 20

– Revista semanal, Litte

Charadistica

É sem, duvida um das publicações litter
” unicamente em vista proporcionar aos f
d e util, Mediante uma modicissima retribuiç:
1 Kstá em publicaçã, 16 Paginas a duas columnas eem eptid
e fórmaum volumo ronifãiia D.º série, Cada série, contem –
paga no àcto da en .7 Pistamente independente: Em Lisbcasa a

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foda a Correspondencia d

tua do Diario de Nocias 98 3.0

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eve ser dirígida a João Romenê
Lisboa