Expresso do Pinhal nº255 13-02-2008

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“Ro 8
Cd GASTRONOMIA – HOTELARIA – LAZER GTea

Ponte Velha doiaDo
A Santos & Marçal, Lda dá os parabéns ao Expresso do Pinhal por 7 anos de pa / Siáf?
informação regional e convida todos a visitar os seus restaurantes no dia dos ; DNS Ú

namorados e a saborear pratos especiais em ambientes únicos.
Alameda da Carvalha, 6100-730 Sertã
Tek: 274 600 160 | Fax 274 600 169
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PUBLICAÇÕES
PERIÓDICAS
AUTORIZADO A CIRCU-
LAR EM INVÓLUCRO FECHA-
‘DO DE PLÁSTICO OU PAPEL ctt correios

verincação rostat || TAXA PAGA
DE04562007MPC CE TNERO

Deputados questionam
Unidade Básica de Saúde
na Sertã.

Pág. 5

RITA

Corporação de bombei-
ros tem novo comandante.
Pág. 7

ECONOMIA

ANO VIII – Nº 255
DIRECTORA – Teresa Aires

2008 – Fevereiro – 13

Preço: 0,75 euros (IVA incluído)

Ji SIVIS

Geopark Naturtejo ga-
nha Menção Honrosa.

Pág. 8
SOLIDARIEDADE

Caixa da Zona do Pinhal
oferece ambulância aos
bombeiros de Figueiró.

Pág. 9

FLORESTA

são da ZIF da Madeirã.
Pág. 8

VILA DE REI

Concelho ocupa lugar ci-
meiro na qualidade de vida.

Pág. 11

AMBIENTE

Governo quer transferir
delimitação da REN para
as autarquias

Pág. 12

PROENÇA

Município com saldo &
positivo de C0O2.

Pág. 13

MAÇÃO

Paulo

Saldanha eleito por una- uu ia PN ETMENTO

e FISIOTERAPIA DIARIAMENTE na Clínica e no Domicílio Proença-a-Nova (Junto
nimidade.

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Pág. 14

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Pág. 14 14

 

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2 [Quarta-feira | 13 de Fevereiro de 2008

ExpressodoPinhal

bertura

ESTATUTO EDITORIAL

1. De acordo com o estipulado pela Lei de Imprensa”, o jornal “Expresso
do Pinhal” define-se como uma publicação periódica informativa que privi-
legiará a informação geral, sem abdicar da informação especializada nas
áreas em que tal se justifique — e salvaguardando sempre um cariz não dou-
trinário.

2. O “Expresso do Pinhal”, é uma publicação de âmbito regional pelo que,
o seu conteúdo se destinará predominantemente às comunidades regionais
e locais da denominada região do Pinhal.

3. O “Expresso do Pinhal”, abrangendo uma área geográfica que viveu
surtos migratórios, não olvidará os naturais residentes noutros espaços do
território nacional ou no estrangeiro de modo a proporcionar-lhes informa-
ção geral sobre as suas comunidades de origem, fortalecendo os laços entre
eles e as respectivas localidades e regiões.

4. O “Expresso do Pinhal” pugnará pela dignificação do jornalismo, asse-
gurando o respeito pelos princípios deontológicos e a ética profissional dos
jornalistas, bem como a boa fé dos leitores e comprometendo-se a respeitar,
sob a orientação da sua directora a legislação que lhe é aplicável.

5. O “Expresso do Pinhal” obedecerá a critérios de verdadeiro jornalis-
mo, completa isenção e total apartidarismo, mantendo intransigente inde-
pendência relativamente a poderes ou grupos políticos, económicos, religio-
sos ou quaisquer outros.

6. O “Expresso do Pinhal” tem como objectivo fundamental satisfazer o
direito dos cidadãos a serem informados, procurando que o conteúdo de
cada uma das suas edições se paute pela isenção, rigor, honestidade, equilí-
brio e possível objectividade.

7. O “Expresso do Pinhal” procurará também não descurar a função
formativa que à Imprensa compete, propondo-se veicular a cultura nas suas
diversas formas e promover o debate de ideias que considera salutar para o
enriquecimento da opinião pública e o engrandecimento regional.

Governo Civil do Distrito de Castelo Branco

No 7º aniversário do Expresso do Pinhal
cumprimento todos aqueles que contribuem
para uma informação isenta e plural.

Maria Alzira Serrasqueiro
A Governadora Civil

Editorial

Sete anos depois…

Ao longo do ano que hoje começa, o Ex
presso do Pinhal e os seus leitores vão ter
razões de sobra para celebrar uma rela-
ção que já tem sete anos

Desde logo, o aniversário que comemo
ramos serve para reafirmar os princípios
do seu Estatuto Editorial.

Apesar de todas as razões para come-
morarmos estamos, no entanto, certos que
vivemos tempos complicados para a im-
prensa. À quebra da circulação paga trou-
xe dificuldades a todas as empresas. À
dificuldade no acesso às fontes de informa-
ção, a concorrência desenfreada e alguma

desorientação na nossa profissão, são rea-
lidades que temos de enfrentar. É por isso
que estamos convictos de que 2008 vai
ser decisivo na reafirmação e qualidade do
jornalismo do Expresso do Pinhal. Porque
os nossos leitores querem, acima de tudo,
as melhores notícias, o jornalismo empe-
nhado que não se verga perante nenhum
poder e que está próximo dos interesses
dos cidadãos, fica o compromisso de que
estamos preparados para enfrentar os
desafios que se colocam neste novo ano
de existência do V/ jornal.

A Directora

Mensagem do presidente da
Câmara Municipal da Sertã

Porque a passagem de mais um aniver-
sário é sempre de saudar.

Porque estes momentos são ideais para
reflectirmos.

Porque mais um ano significa mais matu-
ridade.

Porque a Comunicação Social em geral e
a regional e local em particular, desempe-
nham um papel cada vez mais determi-
nante dos comportamentos humanos.

Porque cada vez mais o cidadão se revê
no que lê.

Porque a qualquer órgão de comunica-
ção social deve ser exigido cada vez mais
seriedade e rigor que permitirá a qualquer
cidadão uma relação contínua e instantã-
nea com o que se passa em.seu redor.

Porque sois um dos principais agentes
da formação, humanização e grandeza
moral dos seres humanos que coabitam em
sociedade.

Porque hoje é já tempo para fazer a dife-
rença, cumprimento todos os jornalistas,
directores, colaboradores e leitores do

“Expresso do Pinhal”.
Parabéns para todos vós.
Paulo Farinha
Presidente da Câmara Municipal da Sertã

Mensagem da presidente da
Câmara Municipal de Vila de Rei

Para quem nos acompanha de perto e nos dá a merecida notoriedade,
com base no profissionalismo, ética e seriedade,
as nossas felicitações ao Expresso do Pinhal por atingir esta idade!
Irene Barata
Presidente da Câmara Municipal de Vila de Rei

 

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Parabéns ao
Expresso do Pinhal

Foi em 2001 que o Expresso do
Pinhal nasceu.

Um punhado de homens e mu-
lheres com coragem e determina-
ção fundaram este jornal que se
tornou uma referência regional.

Neste período estabeleceram-
se relações fortes, conseguidasa
semana a semana, dando notíci-
as, contando histórias, ligando
factos, ajudando a conhecer e a
entender a região.

O Expresso do Pinhal tem de-
monstrado ao longo dos anos
uma enorme iniciativa e uma am:
bição a nível informativo o que
tem conduzido a um importante
desenvolvimento cultural

Mas nada disto teria sido pos-
sível se não existisse o apoio dos
leitores, dos anunciantes e dos
colaboradores porque não há
projecto jornalístico que seja viá-
vel sem publicidade, nem jorna-
lismo livre sem independência fi-
nanceira. E sem o apoio de uns e
de outros, não seria hoje um
exemplo de aprticipação cívica,

Diamantino Calado Pina

de cidadania e de informação.

À confiança dos leitores e dos
assinantes é a razão do sucesso
do Expresso do Pinhal que tem
desempenhado um papel impor-
tante, não de índole económica
mas sobretudo informativo e so-
cial.

Parabéns e Felicidades na con-
tínua tarefa da informação.

Destaque

pensei?
ME cai

13 de Fevereiro de 2008 | Quarta-feira 3

ExpressodoPinhal

“Votos de prosperidade
ao Expresso do Pinhal”

Desta vez resolvi desviar-me
um pouco dos temas que costu-
mo abordar.

Comos se está a aproximar o
7º aniversário do Expresso do Pi-
nhal não podia deixar passar esta
data célebre, cuja efeméride tem
uma enorme importância para o
jornal e para toda a região do Pi-
nhal.

Deste modo, aproveito esta
oportunidade para expressar os
meus sinceros votos de prosperi-
dade contínua a todos os que tra-
balham empenhadamente na exe-
cução deste jornal bem como aos
anunciantes, colaboradores, assi-
nantes, leitores, etc… que com
esforço e boa vontade, ao longo
deste tempo, têm tornado este
jornal um dos melhores meios de
comunicação social na zona do
Pinhal e não só.

É claro, mesmo sendo um jor-
nal bem conceituado, imparcial,
isento, apartidário, sempre tem
primado pelo respeito dos

normativos legais, sem ceder a
pressões e a interesses de tercei-
ros.

Esta atitude positiva e nobre
tem-se revelado bastante
incómoda para algumas pessoas
mas que em nada o tem feito
demover deste rumo certo que
tomou desde a sua fundação, con-
tinuando sempre a defender co-
rajosamente os legítimos interes-
ses da Região e os direitos dos
mais “fracos” que, geralmente,
nunca são ouvidos pelo poder
governativo.

Não conheço este jornal desde
a sua criação em Fevereiro de
2001.

Comprei o primeiro exemplar
numa papelaria de Mação em Ju-
lho de 2003. A partir de então,
comecei a gostar do jornal e a
colaborar com o mesmo desde
Outubro desse ano – embora não
seja jornalista mas um simples
escriba – o que tenho feito com
prazer e desejo continuar a cola-

Manuel Esteves (EUA)

EL TEA RAS.
borar por muito mais tempo.

Neste contexto, espero que o
jornal Expresso do Pinhal mante-
nha sempre a mesma linha de
imparcialidade e de isenção o que
o tornará cada vez maior e mais
respeitado, tanto a nível regional
como nacional, bem como nas
comunidades portuguesas
residentse na diáspora.felicitc O “Expresso cio

 

@@@ 1 @@@

 

EMPRESA DO
EXPRESSO
DO PINHAL

Magnus Pinus – Edi-
ções de Jornais, Lda.
NÚMERO DE IDENTIFICAÇÃO –
505.276.739

GERÊNCIA
Carlos Lopes
Teresa Aires

DIRECTORA
Teresa Aires – (TE 987)

Editor
José Gaspar (CPJ nº 7310)

REDACTORES
José Gaspar, José Manuel
Rosa Alves (CPJ 8361)

COLABORADORES
José Manuel Alves (Castelo
Branco), Susana Lourenço (Lis-
boa), Paulina Silva (Ferreira do
Zêzere), António J. Simões,
Bruno Lopes, Cátia Calado,
Francisco Grácio,Margarida
Damas Moreira, Pedro Helder,
Silvia Aires Alves, Tomás
Simões.

COLABORADORES
DESPORTIVOS
Jorge Fernandes, Luís Laranjeira.

TRIBUNA DE OPINIÃO
Eduardo Patrício (Cernache do
Bonjardim); Rui B. Godinho
(Cernache do Bonjardim);
Carlos Almeida (Vila de Rei);
Hélio Bernardo Lopes (Lisboa);
Luís Alexandre Costa (Lisboa);
Manuel M. Esteves (EUA).

REGISTO no ICS:
05-02-2001, sob o nº 123769
EMPRESA
JORNALISTICA:
nº 223555
DEPÓSITO LEGAL:
161772/01
AUTORIZAÇÃO. CTT: nº 003
– DE 00372001/DCI
“de 09-02-2001

TIRAGEM:

2.000 exemplares (por edição)
PREÇO UNITÁRIO:
0,75 euros (IVA incluído)
COMPOSIÇÃO E PAGINAÇÃO:
Magnus Pinus – Ed. Jornais, Lda

— IMPRESSÃO:
Beirastexto – Sociedade Editora, SA
É 25 de Abril, 7 – Apartado
44 – 3041-652 Taveiro
PROPRIEDADE:
“Magnus P us-Edições de

 

as

Edifício “SERTA”

“Zona Industrial Ângelo Farinha

Apartado49

— 6100-711 Sertã

— Telef. 274 603 785
Fax. 274 602 925

e-mail;

 

“a

A REGIAO

ERROS DE FUNDO

O tempo continua a fluir, na-
turalmente, e a verdade é que
não nos chega um ínfimo de in-
formação oficial sobre o homi-
cídio do antigo proprietário do
bar, O Avião. Nem mesmo so-
bre o tal patamar último, que
estaria a montante da vaga de
homicídios que tiveram lugar no
submundo da noite portuense.
O mais certo, à luz da minha
sensibilidade, é vir-se a ficar por
aqui.

Em contrapartida, vão-nos
chegando sucessivas notícias
sobre desentendimentos ao re-
dor dos objectivos estratégicos
definidos pelo Procurador-Geral
da República com subordinados
seus, situados na área de inter-
venção distrital nortenha, bem
como com a Polícia Judiciária,
cujos elementos, ao norte e ao
sul, de um modo informal mas
geral, se terão vindo a recusar
colaborar na materialização da-
quelas decisões do Procurador:

Geral da República.
Verdade? Mentira? Bom, o que
realmente é verdade é que es-
tas notícias não deixam de sur-
gir, nunca sendo cabalmente
explicada a realidade de quanto
possa estar a passar-se, ao
mesmo tempo que a solução
dos homicídios que tiveram lu-
gar, no Porto e em Lisboa, pare-
cem não chegar a um final ade-
quado.

Existem hoje duas conclusões
que podem já retirar-se de quan-
to se tem vindo a ver. Por um
lado, que toda essa conversa
sobre a melhor coordenação da
acção das diversas polícias não
passa disso mesmo, de boas
intenções e palavras. Por outro
lado, que esta realidade é o re-
sultado de um erro de fundo e
longínquo, e que foi a atribuição
de capacidade de investigação
criminal para lá dos muros da
Polícia Judiciária.

Imagina-se, facilmente, no

que as coisas viriam a dar se ao
SIS fosse atribuída capacidade
para poder realizar escutas
telefónicas, embora – em teoria
claro…- apenas na área do com
bate ao terrorismo. Será que o
poder irá cair neste poço sem
fundo…? Esperemos que haja
bom senso e clara percepção
das realidades, de há muito vis-
tas em tantos e tantos lugares
do Mundo.

No meio de tudo isto, nota-se
o estrondoso silêncio do Gover-
no, que não surge a terreiro ex-
pondo a realidade do que se pas-
sa no domínio que tem vindo a
deixar intranquilas as pessoas
que vão tomando conhecimento
daquelas sucessivas notícias.

Mas já se percebeu também
que as relações entre a Procu-
radoria-Geral da República e a
Polícia Judiciária devem ser mu-
dadas, de molde a que a segun-
da seja, indubitavelmente, um
instrumento de materia-lização

 

Hélio Bernardo Lopes

das decisões em matéria de
política criminal determinadas
pelo Procurador-Geral da Repú-
blica.

O que não é possível é atri-
buir ao Procurador-Geral da Re-
pública deveres cuja
materialização não depende, de
facto, de uma decisão sua. Do
modo como as coisas estão or-
ganizadas, o resultado só por
acaso será bom e eficaz. E a
situação que hoje surge relata-
da ao dia a dia só ajuda a
bandidagem que se instalou no
País progressivamente e desde
há muito. Até quando irá resistir
Fernando Pinto Monteiro?

A VC

nos originais dos textos não
blicados são da inteira

Não se

solicitados nem se presta informação postal ou telefónica sobre eles, Os textos pu

responsabilidade dos seus autores e não vinculam o Expresso do Pinhal,

Endereço correio electrónico:

e
expressodopinhal(Ogmail.com

a sua per

Os artigos de Opinião – incluindo os remetidos por e-mail – devem sempre indicar o nome, morada e um
contacto telefónico do autor. O “Expresso do Pinhal” reserva-se o direito de seleccionar os textos e fazer

CARTAS À DIRECTORA

a sua publi

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Na sequência do último artigo
que escrevi, resultado da Confe-
rência Nacional do PCP, sobre
questões económicas e sociais,
onde se reafirma que é preciso,
necessário e urgente “Outro
Rumo, Nova Política – ao servi-
ço do Povo e do País”, para que
Portugal saia do caminho perigo-
so e do compadrio que tem vin-
gado e proliferado nestes últimos
30 anos, e se possa desenvolver
equilibrado, de uma forma sus-
tentável, de progresso, com mais
justiça social, soberano e inde-
pendente.

Um dos temas que foi aborda-
do com alguma exaustão, na re-
ferida Conferência Nacional do
PCP, e que é sempre tema “quen-
te”, se assim o podemos chamar,
foi o da SAUDE. É o tema que me
proponho hoje tratar e dar a co-
nhecer aos leitores deste n/ jor-
nal.

Vamos começar pela evolução
no sector. Assim:

– À evolução no sector da saú-
de está marcada nos últimos
anos, particularmente desde iní-
cio da década, por uma crescen-
te desresponsabilização do Esta-
do e desenvolvimento do proces-
so de privatização de serviços pú-
blicos de saúde, resultando difi-
culdades cada vez maiores, para
uma parte significativa da popu-
lação, no acesso aos cuidados de
saúde.

– Um dos argumentos mais utili-
zados na defesa do primado do
privado é o de que o País gasta
em saúde mais do que pode. São
muitas as razões para o aumento
da despesa na saúde, em todos

SERTÃ

A SAÚDE

os países: a população mais ido-
sa, novas patologias, mais doen-
ças tratáveis, explosão tecnológica
da terapêutica, mais cuidados por
doenças crónicas, etc. Portugal
gastou em 2005 em saúde 9,7%
do PIB, o que corresponde a uma
despesa per capita de 1369,74
euros, ocupando o 23º lugar en-
tre os 30 países da OCDE. Na
relação do peso da despesa total
em saúde no PIB e a despesa per
capita, Portugal ocupava o último
lugar na EU em 2005.Entre 2005
e 2007 as transferências nominais
do Orçamento de Estado para o
Serviço Nacional de Saúde (SNS)
aumentaram apenas 0,5%, en-
quanto o crescimento nominal do
PIB foi de 9%, o que desmente a
ideia de que as despesas com a
saúde terão aumentado demasi-
ado. Em valores reais a transfe-
rência do OE para o SNS em
2007, representa um valor de
menos 3,7% em relação às trans-
ferências no ano de 2006.

* Simultaneamente, os portu-
gueses têm sido chamados a pa-
gar do seu bolso (para além do
que já pagam em impostos), uma
fatia cada vez maior desta des-
pesa, cerca de 28% em 2005.
Em média uma família de 3 pes-
soas gastou 1155 euros em
2005.

A saúde é o “bem-estar bio-
psico-socio-cultural e religioso, e
não só a ausência de doença”, diz-
nos a OMS. Mas como a devemos
entender e aperfeiçoar?

1. A saúde é, e tem que ser vis-
ta e entendida, como um factor
de desenvolvimento económico e
social, por outro lado, sofre o im-

pacto das opções de política
económica e social de qualquer
governo. Investir no plano social
permite obter mais ganhos em
saúde com os mesmos gastos.

2. Os custos na saúde não são
apenas resultantes de proble-
mas de ordem biológica, embo-
ra tenham grande relevo como é
evidente. A pobreza e os baixos
rendimentos dos indivíduos e das
famílias, as más condições de vida
em particular na primeira infân-
cia, os baixos níveis de escolari-
dade e de fruição cultural, as más
condições de trabalho, o desam-
paro social, as desigualdades so-
ciais, estão identificadas como os
mais poderosos indutores de es-
tilos de vida insalubres e de do-
ença. Mas sobre isto, os arautos
do neoliberalismo e o actual go-
verno PS/Sócrates nada dizem.

3. Os indicadores esperança de
vida à nascença e mortalidade
infantil têm sofrido melhorias mui-
to significativas, mesmo compa-
rando com outros países onde a
despesa per capita é mais eleva-
da. Estes resultados devem-se
à existência de um Serviço Naci-
onal de Saúde público que, ape-
sar do subfinanciamento e de to-
dos os ataques, boicotes e
sparasitado pelo privado, é res-
ponsável por importantes ganhos
em saúde e foi classificado pela
OMS como o 12º melhor do mun-
do.

4. Para o capital a saúde é um
importante negócio com possibi-
lidades de grande expansão.
Veja-se, a título de exemplo, o
número de serviços de saúde pri-
vados que têm ultimamente aber-

to após o encerramento de ma-
ternidades, SAP’s, etc. Na estru-
tura do total da despesa corren-
te verifica-se que desde 2003 os
cuidados saúde prestados por
entidades privadas aumentaram
o seu peso relativo. Em 2005 a
percentagem da despesa com
prestadores privados cresceu
para 23,8%, e a despesa com
farmácias representou 22,7% do
total da despesa corrente em saú-
de. José de Mello Saúde, Grupo
Português de Saúde, Espírito
Santo Saúde, Hospitais Privados
de Portugal e CRESPU – Serviços
de saúde, têm em curso grandes
investimentos na área da saúde,
cuja rentabilidade depende do
principal cliente que’é o Estado.

Na luta por um Serviço de Na-
cional de Saúde Público, univer-
sal, gratuito eficiente e eficaz que
concretize o Direito à Saúde o
Partido Comunista Português pro-
põe ao Povo Português:

– À eliminação das taxas mode-
radoras garantindo a gratuidade
da prestação de cuidados de saú-
de no SNS

* À completa separação entre o
sector público e privado, indispen-
sável ao aumento da eficiência dos
recursos públicos

– A aplicação do princípio da
proximidade e racionalidade na
construção de CS e hospitais

– Pôr fim à política cega de en-
cerramento de serviços públicos
de saúde, sustentada na obses-
são pela redução do défice e numa
perspectiva de abandono do Es-
tado das suas responsabilidades

– Reintegração da s especialida-
des de Saúde Oral e Visual ao

13 de Fevereiro de 2008 | Quarta-feira 5

ExpressodoPinhal

Carlos Almeida

eo tom Te OD E

nível dos cuidados primários

– Dotar os serviços do SNS dos
meios técnicos e humanos em
Fisiatria e Hemodiálise para cober-
tura das crescentes necessidades

– Promover uma verdadeira re-
forma nos Cuidados de Saúde
Primários em ruptura com a polí-
tica que tem sido seguida

– Promover a estabilidade de
emprego e carreiras profissionais,
essenciais à qualidade dos servi-
ços

– Criar o Enfermeiro de Família

* Desenvolver a função farmá-
cia nos hospitais e centros de saú-
de

– Dar transparência aos actos
de gestão de todos os serviços
do Ministério da Saúde, nomea-
damente na área do medicamen-
to e da prestação de cuidados
põe entidades exteriores ao SNS

– Criar um modelo público de for-
mação contínua dos profissionais
de saúde, exclusivamente orien-
tado para as necessidades do
SNS e de acordo com as realida-
des epidemiológicas.

Há assim, também na Saúde,

uma política alternativa do PCR
Basta Você querer!

Carlos Almeida

PCP Vila de Rei

Deputados questionam Unidade Básica de Saúde

“O Governo já manifestou a in-
tenção de agrupar os serviços de
assistência hospitalar dos Conce-
lhos de Proença-a-Nova, Oleiros,
Vila de Rei e Mação, num Serviço
de Urgência Básica, a instalar na
Sertã.

À ser concretizada, trata-se de
uma medida que não trará quais-
quer benefícios às populações
daquela região do centro do País,
pelo contrário virá agravar as
suas já difíceis possibilidades de
recurso aos serviços de saúde.

A vida das pessoas, já de si tão
afectada por medidas tomadas
em outros domínios, não pode, –
alegam essas mesmas pessoas,
ser decidida por quem, sentado
a uma secretária, em Lisboa, sem
ninguém ouvir, leva por diante
* medidas de todo incompreensí-
veis.

No caso do Concelho de Proen-

ça-a-Nova, o Presidente daquele
Município refere-se a esta inten-
ção como revelando enorme insen-
sibilidade por parte do Ministé-
rio da Saúde, não havendo neces-
sidade de alterar o que está bem.
Para aquele Edil, “colocar os do-
entes na Sertã, significaria uma
perda de tempo que tão só po-
deria significar a diferença entre
a vida e a morte.” Prefere, por
isso, que os doentes continuem a
dirigir-se para o Hospital Amato
Lusitano, em Castelo Branco.
Para a Presidente da Câmara
de Vila de Rei, seria péssimo se
esta intenção viesse a ser concre-
tizada, porque “a Sertã está mais
longe, não existe uma rede de
transportes públicos, contraria os
movimentos naturais e habituais
das populações, e oferece piores
serviços de atendimento”. Esta
responsável vilaregense sugere

mesmo que “Vila de Rei e Mação
devem manter-se ligados ao Cen-
tro Hospitalar do Médio Tejo, em
Abrantes.”

De Oleiros, não chegam opini-
des diferentes. O Presidente da
Câmara diz esperar que o bom
senso prevaleça, e acrescenta:
“Oleiros é um concelho muito dis-
perso, existem péssimas acessi-
bilidades para a Sertã, e mais de
setenta por cento da população
está mais próxima de Castelo
Branco.”

Para terminar, o Presidente da
Câmara de Mação alinha por idên-
ticas críticas e diz mesmo que
“esta não é uma região marginal
do mundo”, pelo que “o poder
central tem forçosamente de
olhar para nós de outra forma
porque, em última análise, quem
paga a factura é sempre a popu-
lação”.

O Governo não pode, por tudo
isto, ficar indiferente aos proble-
mas levantados por quem repre-
senta as pessoas desta região do
centro do país, de si já tão
fustigadas por tão grandes pro-
blemas que muito vêm contribu-
indo para a sua desertificação.

Assim, ao abrigo das disposi-
ções regimentais aplicáveis, venho
requerer a V.Exa. que solicite ao
Ministério da Saúde informação
sobre uma única questão:

– Confirma-se a intenção de cri-

ar na Sertã o Serviço de Urgên- –

cia Básica, agrupando nesses ser-
viços os afluxos de doentes pro-
venientes dos Concelhos de Pro-
ença-a-Nova, Oleiros, Vila de Rei
e Mação, ao arrepio da vontade
dos seus Autarcas e das respec-
tivas populações?

Ribeiro Cristóvãoóvão

 

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Quarta-feira | 13 de Fevereiro de 2008

 

6 ExpressodoPinhal

A Quaresma organizou-se e
desenvolveu-se gradualmente ao
longo dos primeiros quatro sécu-
los do cristianismo. Desde então,
com algumas variantes, tem-se
mantido essencialmente com a
mesma estrutura e finalidade. A
duração de quarenta dias encon-
tra apoio em muitos acontecimen-
tos referidos no Antigo Testamento
e também nos quarenta dias que
Jesus passou no deserto, onde foi
tentado pelo diabo, e se prepa-
rou para aparecer em público a
pregar a Boa Nova do Reino. A
finalidade da Quaresma é múlti-
pla. Ela encaminha os fiéis para a
celebração da solenidade da Pás-
coa, núcleo central à volta do qual
gira todo o ano litúrgico. Celebrar
a Páscoa é abeirar-se do mistério
salvífico, consumado na entrega
voluntária de Jesus à morte e na
Sua Ressurreição gloriosa. Tal
como Moisés se descalçou para
se abeirar do lugar sagrado em
que Deus lhe revelou o Seu nome,
também o cristão, para se abei-
rar do mistério pascal, no qual
Deus revela à humanidade o Seu
amor infinito de Pai misericordio-
so, se deve despojar de tudo
quanto o impede de se apresen-
tar de alma purificada diante de
Deus.

A Igreja dedica todos os anos
quarenta dias a preparar a festa
da Páscoa e aponta algumas for-
mas concretas de o fazer. É claro
que se trata de uma preparação
espiritual. Por meio dela se pre-
tende essencialmente obter mai-
or e mais eficaz desapego do pe-

Mensagem Quaresmal

QUEM DÁ EMPRESTA A DEUS

cado e uma mais perfeita identifi-
cação com Jesus Cristo, modelo
acabado de todo o ser humano.
Os meios habitualmente sugeri-
dos pela Igreja são a prática dos
sacramentos, a leitura e medita-
ção da Palavra de Deus, a ora-
ção, a renúncia voluntária e a ge-
nerosidade para com os mais ne-
cessitados, além de outros que
fazem parte do património espi-
ritual do cristianismo.

Sabendo que não é possível
fazer tudo ao mesmo tempo e
usando uma saudável pedagogia,
radicada na sua secular experiên-
cia, a Igreja, em cada ano, evi-
dencia um aspecto particular.
Ora, este ano, o papa Bento XVI
convida-nos à prática da esmola,
que nos há-de ajudar a compre-
ender o verdadeiro sentido dos
bens materiais, a moderar o ape-
go desordenado a esses mesmos
bens, em detrimento do cultivo
dos bens espirituais e, ainda, a
servir a Deus no próximo, sofre-
dor e privado do essencial para
viver. Nesse sentido, o papa lem-
bra-nos as palavras de Jesus: não
podeis servir a Deus e ao dinhei-
ro (Lcl6,13).

O papa adverte-nos de que a
esmola não tem apenas um sen-
tido filantrópico de ajuda aos
carenciados. Ela tem a ver com a
justiça e com a caridade, tal como
se depreende da raiz bíblica do
termo e da sua tradução para a
língua grega. O sentido da justiça
radica-se na benevolência de
Deus que estabeleceu aliança com
o Seu Povo e permanece fiel ao

compromisso assumido, tratando
a todos com igualdade. Por sua
vez, o termo grego valoriza mais
o aspecto psicológico da compai-
xão e da misericórdia para com
os mais carenciados, em função
da generosidade e da livre von-
tade de cada um. Na mentalida-
de do nosso tempo, esta é a
acepção corrente dada ao termo
esmola. Mas não podemos esque-
cer o seu sentido original, que
aponta para a justiça.

Se quisermos ir ao fundo da
questão, a prática da esmola in-
sere-se no âmbito da justiça e tem
directamente a ver com o desti-
no universal dos bens criados por
Deus, isto é, dos recursos natu-
rais. Deus criou-os para todos e
entregou-os à humanidade e não
apenas a alguns privilegiados.
Ora, sendo assim, quando o que
tem dá ao que se encontra na
miséria, apenas está a cumprir um
dever de justiça, reconhecendo
dessa forma o direito do outro.
Com efeito, o princípio do direito
universal dos bens impõe algumas
restrições ao direito de proprie-
dade, porque ninguém é senhor
e dono absoluto. Todos nos de-
vemos considerar meros adminis-
tradores dos bens que chegaram
à nossa posse e não foram pro-
duzidos por nós. E, se enquanto
administradores repartimos os
bens com os outros, tornamo-nos
intermediários para o
restabelecimento da justiça, nes-
te mundo marcado por desigual-
dades gritantes, onde alguns se
tornaram detentores da maioria

Sociedade

dos recursos, enquanto a multi-
dão imensa dos pobres morre de
fome ou passa graves privações
dos bens essenciais à sobrevivên-
cia.

Centrar a vivência da Quares-
ma na prática da esmola, como
meio de purificação da consciên-
cia e de atenuação das desigual-
dades, implica que cada um se
decida a reflectir, tenha a cora-
gem de analisar a situação actual
da sociedade, se deixe interpelar
pela realidade dos factos obser-
vados e se disponha a assumir a
quota-parte da responsabilidade
que lhe cabe, sem recorrer ao
velho álibi de transferir para o
Estado todas as responsabilida-
des relacionadas com o estabele-
cimento da justiça.

A partilha generosa dos bens
com os mais carenciados, seja por
razões de justiça seja por razões
de caridade, pode ser também
um meio para educar a consciên-
cia das novas gerações.e de as
levar a descobrir a igual dignida-
de de todas as pessoas, comba-
tendo o egoísmo que alastra na
sociedade e corrói as consciênci-
as. Caso contrário, corremos o ris-
co de reduzir a discurso oco e sem
sentido tudo quanto se apregoa
sobre igualdade e fraternidade.
Pois teoria sem prática não com:
promete. E vida sem compromis-
so nunca se colocou ao serviço da
justiça.

É nesta linha que devemos en-
tender a proposta da Igreja para
a Quaresma deste ano. E, porque
o campo de acção da Igreja é

mundo inteiro, a intervenção dos
cristãos para o restabelecimento
da justiça e para o exercício da
caridade não tem fronteiras. Onde
houver um irmão carenciado aí é
chamado a intervir. O ano passa-
do o produto da nossa renúncia
quaresmal, que somou à volta de
sessenta e três mil euros, foi dis-
tribuído por uma obra diocesana
— À Vida Nasce — e por uma obra
dos Missionários do Preciosíssimo
Sangue, na Guiné. Este ano pro-
ponho que alarguemos mais os ho-
rizontes, voltando-nos para dois
países de língua portuguesa, com
graves dificuldades económicas:
Cabo Verde e Timor. Em Cabo
Verde, ajudaremos a construir um
Centro Social e Paroquial na
Diocese de Santiago; e em Timor,
patrocinaremos o Seminário de
Dili na aquisição de bibliografia
básica e fundamental para a for-
mação dos mais de oitenta semi-
naristas de Filosofia e Teologia, que
constituem uma autêntica espe-
rança para a Igreja. Sejamos ge-
nerosos e lembremo-nos do que
diz o povo: quem dá aos pobres
empresta a Deus.

+José Alves

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Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários da Sertã

Corporação tem novo comandante

Pedro Nunes
tomou posse
como novo
comandante
dos Bombeiros
Voluntários da
Sertã,
sucedendo a
Luís Simões.

Na cerimónia em que foi inves-
tido nas novas funções, esteve
presente o presidente da Câma-
ra da Sertã, o presidente da As-
sociação de Bombeiros, o presi-
dente da Assembleia-Geral, bom-
beiros e outros convidados e in-
dividualidades.

Dirigindo-se aos bombeiros,
Pedro Nunes referiu que o seu
objectivo estratégico é o
envolvimento de todos no proces-
so de afirmação dos Bombeiros
Voluntários da Sertã, “porque a
nossa corporação é, e será, es-
sencialmente aquilo que forem as
pessoas que a servem”. Em se-

 

gundo lugar, pretende alertar
para a necessidade de inovar e
olhar para o futuro tendo em con-
sideração “a nossa cultura cente-
nária”. Em terceiro lugar, procu-
rará reforçar a utilidade dos bom-
beiros para Sertã.

O Comandante tenciona fazer
uma delegação de competências
que potencie a descentralização
da execução, ao mesmo tempo
que garanta o controlo centrali-
zado. É que entende que os bom-

Freguesia de Ermida

A Junta de Freguesia
da Ermida felicita
o Expresso do Pinhal
por mais
um aniversário.

beiros de hoje devem ser uma
instituição moderna, integrada na
sociedade, pautada pelo rigor,
pela norma e pela interdepen-
dência, visando um bem maior, ao
serviço do cidadão. Pedro Nuns
pretende também optimizar a
articulação dos bombeiros com as
entidades exteriores, pois esta
articulação é fundamental para a
optimização dos recursos que são
hoje ainda mais escassos.

Por último, referiu que “temos

A Junta e Assembleia de

que ser pró-activos, influenciar
decisões, estudar e propor solu-
ções, em vez de ficarmos a aguar-
dar serenamente por decisões
que nos dizem directamente res-
peito. Para isso há que premiar
os mais capazes, os mais dedica-
dos e os mais competentes”.

Pedro Nunes é funcionário do
Centro Distrital Operações de
Socorro (CDOS) de Castelo Bran-
co e integra os Bombeiros da
Sertã desde 1986.

Freguesia de CERNACIHE

13 de Fevereiro de 2008 | Quarta-feira |

ExpressodoPinhal 7

Conforto Habitacional
para Idosos

Câmara da Sertã com
candidaturas abertas

Estão abertas, até dia 29 de
Fevereiro, as candidaturas ao pro-
grama “Conforto Habitacional
para Idosos”, no âmbito do pro-
tocolo assinado entre a Câmara
Municipal da Sertã e o Instituto
de Segurança Social, em Novem-
bro de 2007.

Podem candidatar-se a este
programa munícipes com idade
igual ou superior a 65 anos, cujo
rendimento mensal seja igual ou
inferior ao valor do indexante dos
apoios sociais. Para se poderem
candidatar, deverão verificar-se
requisitos adicionais como viver
em habitação própria que careça
de qualificação, a realização de
serviços de apoio domiciliário,
residir sozinho ou em coabitação
com idosos, menores ou portado-
res de deficiência. Poderão
candidatar-se, a título excepcio-
nal, os munícipes que, não tendo
serviço de apoio domiciliário,
apresentem despacho favorável
emanado do Director do Centro
Distrital de Segurança Social da
área da residência.

O Programa Conforto Habita-
cional para Idosos foi criado com
o objectivo de qualificar as habi-
tações por forma a prolongar o
tempo de permanência na habi-
tação, elevando a qualidade de
vida e prevenindo acidentes do-
mésticos.

Para José Paulo Farinha, Presi-
dente da Câmara da Sertã, este
programa visa “melhorar as con-
dições básicas de habitabilidade
e mobilidade das pessoas idosas
de modo a prevenir e a evitar a
institucionalização e a dependên-
cia”.

E

DO BONJARDIM congratulam-se e felicitam

o Expresso do Pinhal na passagem do 7º aniversário.ário.

 

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8 Quarta-feira | 13 de Fevereiro de 2008

ExpressodoPinhal

Turismo de Portugal promove Prémio de Turismo

Geopark Naturtejo ganha Menção Honrosa na categoria Natureza

O Geopark Naturtejo da Mese-
ta Meridional foi um dos vence-
dores da 3º edição do Prémio
Turismo de Portugal — Valorizar o
Espaço Público, conquistando
uma Menção Honrosa na Catego-
ria Natureza. Esta iniciativa é pro-
movida pelo Turismo de Portugal,
e os resultados foram divulgados
em cerimónia, que decorreu no
primeiro dia da feira Bolsa de Tu-
rismo de Lisboa (BTL), 16 de Ja-
neiro, na presença do Secretário
de Estado do Turismo, Bernardo
Trindade, e do Presidente da en-
tidade promotora, Luís Patrão.

Para Armindo Jacinto, presi-
dente da empresa intermunicipal
Naturtejo, “a conquista deste
galardão é um reconhecimento do
trabalho realizado pelo Geopark
Naturtejo, em prol da valorização
do património geológico, da
biodiversidade e histórico-natu-
ral, da sua preservação e divul-
gação, com acções de
sensibilização junto da comunida-
de educativa, envolvendo as po-
pulações e agentes económicos
no desenvolvimento sustentável
do território, fazendo com que a
economia com estas actividades,
crie valor e emprego”.

O júri, composto pelo presiden-
te do Turismo de Portugal, Luís
Patrão, pelo presidente da Con-
federação do Turismo Português,
José Carlos Pinto Coelho, e pre-
sidido por André Jordan, conhe-
cido empresário do sector, no-
meou os vencedores do Prémio
de Turismo e das Menções Hon-
rosas de cada categoria: “Cida-
de”, “Natureza”, “Serviços” e

““Animação”.

Saliente-se que todos os
projectos participantes foram exi-
bidos durante a BTL, no Pavilhão
4.

O Prémio de Turismo pretende
distinguir as melhores interven-
ções em espaço público, que con-
tribuam para o reforço da sua
atractividade turística e este ano
reuniu um universo de 99 candi-
daturas, provenientes de inves-
tidores públicos e privados. Con-
sideram-se “espaços públicos”
todos aqueles que, localizados na
envolvente de empreendimentos
e recursos turísticos, possam
ser usufruídos por todos: turis-
tas, visitantes e residentes,

A Naturtejo, empresa de turis-
mo com capitais maiorita-
riamente públicos, entregou a sua
candidatura no passado dia 15

– de Outubro, sobre a temática do
Geopark Naturtejo da Meseta
Meridional, o primeiro e único

 

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geoparque português até esta
data, incluído na Rede Europeia
e Global da UNESCO e a sua con-
tribuição para a qualificação da
oferta turística dos seis municí-
pios que abrange, nomeadamen-
te Castelo Branco, Idanha-a-
Nova, Nisa, Oleiros, Proença-a-
Nova e Vila Velha de Ródão, bem
como para a promoção do turis-
mo nacional pela inovação deste
projecto no nosso país.

Armindo Jacinto explicou
ainda que “durante a fase de
análise das candidaturas, o
Geopark Naturtejo recebeu a
visita de duas técnicas que
vieram ao território analisar
a veracidade dos conteúdos
da nossa candidatura”.

Este Prémio estava aberto
a todos os projectos que re-
sultem num melhor usufruto
público das envolventes de
empreendimentos e recursos
turísticos, como por exemplo,
espaços de lazer, acessibili-
dades, infra-estruturas, segu-
rança, requalificação urbana
e paisagística, prestação de
serviços (itinerários, eventos,
facilities), entre outros, que ti-
vessem sido concluídos e que
já se encontram em funciona-

mento.

Os vencedores

Prémios Turismo de Portugal –
Cidade Projecto Reabilitação do
Edifício do Mercado Municipal de
Loulé e Zona Envolvente (Promo:
tor: Mercado Municipal de Loulé,
S.A. e Município de Loulé)

Prémios Turismo de Portugal –
Cidade / Menções Honrosas
Projecto MACE – Museu de Arte
Contemporânea de Elvas (Pro-
motor: Município de Elvas)
Projecto A Moagem, Cidade do
Engenho e das Artes (Promotor:
FTM – Fundão Turismo, E.M)
Projecto Farol – Museu de Santa
Marta (Promotor: Município de
Cascais)

Prémios Turismo de Portugal –
Natureza Projecto Estação Bio-
lógica Internacional Douro/Duero
(Promotor: Centro de Turismo
Ambiental Luso-Espanhol, Lda,
Miranda do Douro)

Prémios Turismo de Portugal –
Natureza / Menções Honrosas

Projecto Geoparque Naturtejo
da Meseta Meridional (Promotor:
Naturtejo — Empresa de Turismo,
Castelo Branco)

Projecto Fluviário de Mora (Pro-
motor: Fluviário de Mora – Empre-
sa Municipal) Prémios Turismo de
Portugal — Animação Projecto Fes-
ta da Flor 2007 do Funchal (Pro-
motor: Secretaria Regional de Tu-
rismo e Transportes – Direcção
Regional de Turismo da Madeira)

Prémios Turismo de Portugal –
Animação / Menções Honrosas
Projecto Viagem Medieval em
Santa Maria da Feira (Promotor:
Município de Santa Maria da Fei-
ra) Projecto Rede de Aldeias do
Xisto (Promotor: ADXTUR – Agên-
cia de promoção turística das Al-
deias do Xisto)

Prémios Turismo de Portu-
gal — Serviços Projecto Leve
o património no seu Bolso
(Promotor: Zona de Turismo
de Guimarães)

Prémios Turismo de Portu-
gal – Serviços / Menções Hon-
rosas Projecto Canal de Tele-
visão Corporativo – Rota da
Luz TV (Promotor: Região de
Turismo da Rota da Luz)
Projecto Centro de Informa-
ção e Divulgação Multimédia
da Fundação de Serralves
(Promotor: Fundação de
Serralves

CASOS DE
POLÍCIA

Ro

SERTÃ

Agricultor morre
em acidente

No passado dia três, um ho-

mem de 61 anos morreu debai-
xo do tractor que conduzia nos
terrenos agrícolas junto à povo-
ação de Moinho do Cabo.
Os bombeiros da Sertã foram
os primeiros a chegar ao local,
tendo mobilizado nove homens
e três viaturas. A equipa médica
da VMER de Castelo Branco ain-
da tentou reanimar a vítima, mas
sem sucesso.

PEDRÓGÃO
GRANDE

Bombeiros feridos

No passado dia três, dois bom-
beiros de Pedrógão Grande so-
freram ferimentos graves na
sequência do despiste da ambu-
lância em que seguiam para so-
correr os ocupantes de uma via-
tura acidentada, na sequência de
um despiste, em Nodeirinho e
que causou três feridos.

O desastre deu-se cerca das
16H00, no IC8, e os dois feridos
foram transportados para o Hos-
pital dos Covões, em Coimbra.

CASTELO
BRANCO

Furto

Na quarta-feira da semana
passada, cinco motosserras, ava-
liados em 3100 euros, foram fur-
tados do interior de um barra-
cão, em Tinalhas

PENAMACOR
Roubo

No passado dia cinco, diversos
animaia de raça bovina foram fur-
tados de uma propriedade agrí-
cola, em Penamacor.or.

 

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13 de Fevereiro de 2008 | Quarta-feira | 11

ExpressodoPinhal

Vila de Rei ocupa lugares cimeiros
no respeitante a Qualidade de Vida

O Observatório para o Desen-
volvimento Económico e Social da
Universidade da Covilhã, coorde-
nado pelo professor catedrático
daquela instituição José Pires
Manso, levou a efeito um estudo
intitulado “Os municípios e a qua-
lidade de vida em Portugal”, que
visa medir a qualidade de vida
em cada um dos concelhos de
Portugal Continental.

Em análise estiveram, portan-
to, 278 municípios a partir de
variáveis quantitativas, como o
PIB (Produto Interno Bruto) ou o
consumo, e variáveis qualitativas,
como a existência de bens cultu-
rais.

Partindo dos dados publicados
pelo INE (Instituto Nacional de
Estatística) em 2004, e depois de
analisados os indicadores, con-
cluiu-se que apenas três factores
dominaram 65,78% da variância
total, sendo eles Educação e Em:
prego, Infra-estruturas e Ambien-
te Económico e Habitacional.

Posto isto, procedeu-se à ela-
boração do ranking nacionál onde
Vila de Rei, num total de 278
municípios, que consagra em 98º
lugar, ou seja, a menos de meio
da tabela. “Maior orgulho será
visualizar a classificação no que
diz respeito aos municípios da
Beira Interior, liderada pela capi-

tal de distrito Castelo Branco e
logo seguida do nosso concelho.
Vila de Rei ocupa a segunda posi-
ção, consagrando-se com melhor
qualidade de vida do que cida-
des como Covilhã, Guarda ou
Fundão”, refere a autarquia em
comunicado.

“Assim, verificamos que nem
sempre as grandes cidades ou
aquelas que estão mais próximas
dos grandes centros e/ou litoral,
apesar de terem maior número de
habitantes, são dotadas das me-
lhores condições de vida. Vila de
Rei, muitas vezes conotada com
as características de terras do
Interior, vem provar que a locali-
zação geográfica não dita obriga-
toriamente o desenvolvimento e/
ou actividade de um local, Neste
“cantinho”, considerado mágico
por quem o descobre, existem as
melhores condições para a satis-
fação das necessidades básicas,
mas também secundárias das
populações residentes. Parece
não ter sido em vão o slogan lan-
çado no“ passado Verão “Vila de
Rei, Qualidade Devida”, fazendo
a associação entre os factores fa-
voráveis para se fazer vida e aqui-
lo que o cidadão merece, em ter-
mos de desgaste físico e psicoló-
gico”, acrescenta ainda a
edilidade vilarregense.

Semeie novos afectos.
Aproveite ao máximo.

QUALIDADE
DEVIDA

[. Acorde em cima da hora.
Almoce em casa.

Partilhe emoções com os seus.

Tenha uma vida como é devido!

vila de Rei é a qualidade devida. ]

DESCUBRA MAIS

VIASREI

Este estudo, datado de 2007,
elaborado pelo Técnico do Obser-
vatório para o Desenvolvimento
Económico e Social Nuno Miguel
Simões e coordenado pelo profes-
sor catedrático José Pires Man-
so, veio dar um novo impulso à
dinamização dos concelhos, do-
tando de maior rigor científico o
que já era reconhecido, pelo me-
nos pelos vilarregenses: nada
como a qualidade de vida da nos-
sa terra.

Face a esta questão, Irene Ba-
rata, presidente da Câmara diz
ter ficado muito surpreendida com
os resultados gerais e, claro, “ex-
tremamente orgulhosa no meu
município. Desde que tomei a pre-
sidência, muitas mudanças hou-
ve. Para quem conheceu Vila de
Rei há muitos anos atrás é fácil
notar a evolução. As coisas não
foram fáceis até aqui. E temos
noção de que ainda há muito por
fazer, mas ver, desta forma, re-
conhecido o nosso esforço e valo-
rizados os projectos em que
apostámos é muito, muito gratifi-
cante”. A edil considera, ainda,
benéfico este tipo de avaliação
para retirar uns concelhos da
“profundidade” a que se acomo-
daram e encorajar outros que lu-
tam pelo desenvolvimento, como
é exemplo Vila de Rei.

Concelho estabelece primeiro
contacto com o PRODER

O PRODER – Pro-
grama de Desen-
volvimento Rural
do Continente
para 2007-2013,
é o programa lan-
çado pela Comuni-
dade Europeia a
que veio dar lugar
o antigo
LEADER+.

As áreas por ele contempladas,
apesar de limitadas ao espaço
rurat; são bastantes extensas,
pelo que a Pinhal Maior — Associ-
ação de Desenvolvimento do Pi-

nhal Interior Sul que engloba os
municípios de Mação, Oleiros,
Proença-a-Nova, Sertã e Vila de
Rei — é a entidade responsável por
direccionar as candidaturas des-
tes concelhos ao Subprograma 3,

subordinado ao tema
“Dinamização das Zonas Rurais”.
Para que os possíveis

beneficiários do PRODER tenham
um correcto conhecimento do Pro-
grama e possam concorrer aos
fundos comunitários, decorreu no
dia 31 de Janeiro, no Salão No-
bre, do Edifício dos Paços do Con-
celho de Vila de Rei, a primeira
sessão de esclarecimento, orga-
nizada pela Pinhal Maior,
dedicada àquele concelho. Foram
convocados as juntas de fregue-
sia (3), as empresas vilarregenses
(163), as associações e IPSS (23)
e representantes da Câmara Mu-
nicipal, que prontamente atende-
ram à chamada e ficaram, assim,
a conhecer as directrizes do

PRODER.

O objectivo base do Programa
é o de promover a diversificação
da economia nas actividades agrí-
colas e aumentar o emprego nes-
tas zonas mais rurais. Os meios
para o fazer são os mais varia-
dos, tendo sido os mais questio-
nados aqueles que correspondem
às acções 3.1.1. e 3.1.3., ou seja,
turismo em espaço rural e desen-
volvimento de actividades turís-
ticas e de lazer a partir da valori-
zação de recursos endógenos.

Contrariamente ao que aconte-
cia com o LEADER+, o PRODER
revelou-se, por um lado, de mais
fácil acesso, e por outro, mais li-
beral, no sentido em que permi-
te que as entidades beneficiárias
se façam ouvir, com o intuito de
contribuírem para a delimitação
das áreas de implementação do
Programa. De notar, a especial
importância que foi atribuída aos
lares e IPSS, os quais foram con-

templados com uma acção pró-
pria que visa a melhoria da quali-
dade de vida no concernente ao
usufruto dos serviços básicos, os
quais se assumem como um ins-
trumento base na equiparação
dos níveis de vida e na integração
social das populações. E, tam-
bém, na medida de Melhoria da
Qualidade de Vida que podem
entrar os projectos das
autarquias. Por enquanto, prevê-
se que estes devam estar relaci-
onados com a preservação da
identidade cultural, acessibilida-
des, serviços de apoio,
atractividade e melhoria dos es-
paços de convivência de quem
habita e de quem visita os conce-
lhos.

Se é verdade que a ruralidade
pode ser bastante atractiva e di-
nâmica, Vila de Rei é um desses
exemplos. Maria Irene Barata,
autarca vilarregense, defende
desde há muito anos o desenvol-

vimento do Interior. “Sempre fui
a favor do crescimento das locali-
dades, da igualdade de oportu-
nidades e da possibilidade de
todos e cada um dos concelhos
evoluírem com base nas suas tra-
dições e potencialidades É isso
que tenho feito por Vila de Rei.
Lamento que, por vezes, o Interi-
or ainda seja subvalorizado face
a alguns centros urbanos, mas,
felizmente, existem programas
como o PRODER que nos dão o
devido valor e nos dão a oportu-
nidade de servir cada vez melhor
a nossa população”, diz.

Depois desta reunião
introdutória acerca do PRODER,
espera-se agora um feedback de
todos os presentes no que diz
respeito à delimitação das áreas
de actuação que melhor podem
servir o concelho de Vila de Rei,
para depois serem formalizadas
e informadas às entidades com-
petentes.entes.

 

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Quarta-feira | 13 de Fevereiro de 2008

ExpressodoPinhal US E

Destaque

Governo anuncia alterações legislativas

“Governo quer transferir proposta de
delimitação da REN para autarquias

O Ministério do Ambiente confir-
mou esta segunda-feira que se pre-
para para transferir para as
autarquias poderes de delimitação
da Rede Ecológica Nacional (REN),
defendendo tratar-se de uma me-
dida de clarificação do actual sis-
tema e responsabilização dos vári-
os interve-nientes.

A proposta de revisão da REN,
que estava prevista no programa
de simplificação administrativa
Simplex, está agendada há várias
semanas para ser discutida pelos
membros do governo.

“O diploma ainda não está fecha-
do. Foi enviado para a presidência
do Conselho de Ministros para ser
agora discutido em reunião de se-
cretários de Estado. Não existe ain-
da uma versão final”, afirmou à
agência Lusa o Secretário de Esta-
do do Ordenamento do Território e
das Cidades, João Ferrão.

Reagindo à divulgação hoje de um
comunicado dos ambientalistas da
Quercus intitulado “Governo vai
aprovar legislação escandalosa que
destrói objectivos até agora essen-
ciais ao ordenamento do território”,
João Ferrão defendeu que, “pelo
contrário”, o diploma pretende re-
forçar a responsabilidade de cada

um na delimitação da REN.

Até agora eram as Comissões de
Coordenação e Desenvolvimento
Regional (CCDR) que propunham a
delimitação da REN.

“Mas estas delimitações das
CCDR eram feitas com base em
propostas das autarquias. Ora não
é mais claro serem estas a fazê-lo
directamente, desde que, obviamen-
te, com limitações”, questionou o
governante.

A proposta de revisão que o go-
verno tem em cima da mesa trans-
fere para as autarquias as propos-
tas de delimitação da REN, que são
enviadas para a CCDR que reúne
numa só mesa entidades como o
Instituto da Conservação da Natu-
reza e Biodiversidade ou o Institu-
to da Água, no que chama uma con-
ferência de serviços, e do seu pa-
recer.

Mas este parecer da CCDR tem
de ser dado no prazo de 45 dias,
caso contrário, segundo o projecto
de diploma, dá-se o deferimento
tácito da decisão, fazendo valer a
proposta do município.

“Conhecendo a incapacidade de
recursos humanos das CCDR, que
em diferentes valências de
ordenamento do território não con-

seguem respeitar muito os prazos,
a REN passará a ser ocupada à
custa de sucessivos deferimentos
tácitos”, alertam os ambientalistas
da Quercus, em comunicado hoje
divulgado.

Mas o ministério do Ambiente sa-
lienta que o objectivo é “responsa-
bilizar a administração” e impor
prazos até agora inexistentes.

“Se a CCDR falhar [por não cum-
prir o prazo dos 45 dias] isso le-
vanta um problema que ter+a de ser
fiscalizado”, afirmou João Ferrão.

O governante explicou que, não
havendo acordo entre a conferên-
cia de serviços (reunida pela CCDR)
e o município quanto à proposta
de delimitação da REN, o municí-
pio pode recorrer á Comissão Na-
cional da REN, uma entidade que
integra membros de sete ministéri-
os (agricultura, ambiente ou defe-
sa), representantes da Associação
Nacional de Municípios Portugue-
ses (ANMP) e personalidades de re-
conhecido mérito.

“Esta Comissão aprecia o proces-
so e emite parecer. Se não houver
desempate, prevalece a posição da
CCDR”, explicou o secretário de
Estado do ordenamento do Terri-
tório, salientando que “não é ver-

 

dade que passamos a responsabi-
lidade para as autarquias”. A pro-
posta do governo contempla ainda
a possibilidade de, passado um pra-
zo fixado, a autarquia não apresen-
tar nenhuma proposta de delimita-
ção da REN, situação em que a
CCDR se substitui ao município.

O projecto de diploma prevê que
a Comissão Nacional da REN trace
as definições e critérios de delimi-
tação de cada REN, o que João Fer-
rão diz que vai ser feita nos seis
meses seguintes à publicação do
diploma.

A Quercus, dizendo que a proposta
do governo dá às Câmaras Munici-
pais a “exclusiva responsabilidade”
por delimitar a REN, permitindo a
construção “onde se quiser” e tam-
bém para os grandes grupos
económicos.

“Os municípios vão ter uma ma-
triz de referência que vai ser defi-
nida pela Comissão Nacional de
REN, ficando claras as orientações
nacionais e regionais a que os mu-

-nicípios têm de obedecer na defi-

nição a rede ecológica”, defendeu
o governante.

VP/RCR – LusaCR – Lusa

 

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o D estaque 13 de Fevereiro de 2008 IQuartafeira/ 13 |
ig ExpressodoPinhal

Estudo “Proença-a-Nova: Um Concelho Carbono Mais”

Município com saldo positivo de
C02 sequestrado da atmosfera

O presidente da Câmara de
Proença-a-Nova quer que os
concelhos que contribuem
para a fixação de carbono
sejam beneficiados na Lei

das Finanças Locais.

Um estudo encomendado pela Câmara
Municipal de Proença-a-Nova mostra que
o concelho tem um saldo positivo anual de
36 mil toneladas de dióxido de carbono
(CO2). Intitulado “Proença-a-Nova: Um
Concelho Carbono Mais”, o trabalho cal-
cou a diferença entre o COZ emitido para
a atmosfera e quanto é que a floresta do
concelho conseguiu absorver através do
fotossíntese.

bono tem que ser um dos aspectos a ter

em conta na próxima Lei das Finanças Lo-
cais” pois “o Governo tem de discriminar
positivamente os municípios que fixam car-
bono e dar-lhes mais verbas”.

“Este trabalho que estamos a desenvol-
ver era uma promessa eleitoral feita há três
anos, muito antes do assunto se tornar
moda e ganhar mediatismo”, acrescenta o
autarca proencense.

No imediato, a Câmara de Proença-a-
Nova vai certificar o saldo positivo com o
apoio de uma empresa alemã (Tuv Nord) e
pode vir a convertê-los em euros no mer-
cado europeu voluntário de carbono.

“Qualquer receita que no futuro venha a
ser obtida vai servir para reinvestir na flo-
resta”, acrescentou o autarca.

O saldo positivo apresentado na sexta-
feira passada pela Câmara de proença-a-
Nova deverá crescer ainda este ano uma
vez que o estudo não inclui a quantidade
de electricidade produzida no concelho
através da energia eólica.

SUPER DEPÓSITO
INVESTIMENTO

SEE YCA
O Crédito Agrícola da Zona do Pinhal

feficita o Expresso do Pinhal pelo 7º aniversário.io.

 

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Quarta-feira |
ExpressodoPinhal

13 de Fevereiro de 2008

Feira de Antiguidades

movimenta

No passado dia 27 de Janeiro, o Par-
que de Feiras de Vila de Rei encheu-se de
visitantes. O motivo foi a Feira de S. Se-
bastião, tradicionalmente ocupada por
vendedores ambulantes dos mais diver-
sos artigos, e a | Feira de Velharias, Anti-
guidades e Coleccionismo, esta sim uma
novidade.

Desde as 8 horas e até cerca das 17
horas, os expositores desta | Feira, oriun-
dos de diferentes concelhos da Região
Centro, foram a principal fonte de movi-
mentação de pessoas dentro daquele re-
cinto. O espaço a eles destinado tinha
500m? distribuídos por 15 pontos de ven-
da e um de promoção turística do conce-
lho. De entre os artigos expostos, desta-
cam-se os vidros e os destinados a
coleccionadores, como sendo moedas,
pacotes de açúcar, discos de vinil ou
caixinhas.

De referir, ainda, a participação de al-
guns estabelecimentos de restauração de
Vila de Rei, através da criação de emen-
tas alusivas ao evento com um preço mais
em conta, Aderiram a esta iniciativa os
restaurantes: Albergaria D. Dinis, Casa do
Lago, O Cobra/O Geodésico, O Eléctrico,
Paraíso do Zêzere e Toca do Coelho.

Saldanha eleito

Saldanha Rocha, presidente da Câmara
Municipal de Mação, é o novo Presidente
da Comunidade Urbana do Médio Tejo
(CUMT).

Eleito no passado dia 25 de Janeiro, por
unanimidade, Saldanha Rocha sucede as-
sim a António Paiva, presidente da Cã-
mara Municipal de Tomar, que deixa a li-
derança da CUMT para assumir funções
na gestão do Programa Operacional do
Centro (POC).

Saldanha Rocha vai contar, no exercício
das suas funções enquanto presidente des-
ta Comunidade, com a colaboração dos já
vice-presidentes da CUMT António
Rodrigues e Luís Azevedo (presidentes
das Câmaras de Torres Novas e de
Alcanena, respectivamente).

Constituída no dia 25 de Março de 2004,
em Tomar, a Comunidade Urbana do Mé-

Vila de Rei

O público aderiu bem ao evento, na
medida em que reconheceu o valor de
várias peças que a memória longínqua fez
recordar e conduziu, também, ao proces-
so de compra. Do mesmo modo, muitos
foram os que visitaram e revisitaram a
Feira, pois, segundo disse uma das visi-
tantes “cada vez que volto encontro coi-
sas que não tinha visto da primeira vez.
Já é a terceira vez que aqui venho e es-
tou a pensar voltar!”

Apesar da novidade instaurada, e face
ao êxito alcançado, a Câmara Municipal
de Vila de Rei pretende dar continuidade
à Feira de Velharias, Antiguidades e
Coleccionismo. “A Feira estava muito boa.
Houve um esforço da nossa parte para que
tudo estivesse bem e valeu a pena, por-
que as pessoas também gostaram bas-
tante e mostraram-se interessadas em
voltar a receber este evento.”, conclui a
presidente da Câmara Irene Barata.

Quanto a datas futuras não se adiantou
nenhuma fixa, prevendo-se que, pelo me-
nos, por altura dos festejos de S. Sebasti-
ão a Feira de Velharias, Antiguidades e
Coleccionismo de Vila de Rei volte a acon-
tecer.

por unanimidade

dio Tejo tem a sua sede no Convento de
S. Francisco em Tomar e integra, para
além de Mação, os municípios de
Abrantes, Alcanena, Constância, Entron-
camento, Ferreira do Zêzere, Ourém,
Sardoal, Tomar, Torres Novas e Vila Nova
da Barquinha, abrangendo uma popula-
ção de cerca de 190 mil habitantes.

A CMUT tem por objectivo a prossecu-
ção de alguns fins públicos como a articu-
lação de investimentos municipais de in-
teresse supramunicipal; coordenação de
actuações entre os municípios e os servi-
ços da Administração Central (como Saú-
de, Educação, Saneamento Básico, Segu-
rança, etc); planeamento e gestão estra-
tégica, económica e social e gestão
territorial na área dos municípios integran-
tes, entre outras atribuições.

“O AURÉLIO”

Aurélio Matias dos Santos
Contribuinte N.º 171 668 138

Rua de Oleiros * 6100-750 SERTA – Telef. 274 604 184
Felicita o jornal Expresso do Pinhal
pelo seu 7º aniversário

Em Mação
Mostra Etnográfica de Latoaria

O Museu de Arte Pré-Histórica e do Sa-
grado no Vale do Tejo, em Mação, inaugu-
rou no passado dia 26 de Janeiro, a ex-
posição “Latoaria em Mação”, no Espaço
de Memória de Mação, do Instituto Terra
e Memória (antiga Escola Primária de Ma-
ção).

Refira-se que esta Mostra Etnográfica de
Latoaria integra o Ciclo de Exposições
Temáticas que o Museu leva a cabo no
Espaço de Memória de Mação, do Institu-

Pampilhosa da Serra

to Terra e Memória. Uma exposição que
evidencia o carácter etnográfico relacio-
nado com a história cultural da técnica,
vislumbrando-se um património tecno-ló-
gico nos contornos que adquiriu localmen-
te.

Para ver até ao final de Março de 2008,
no Instituto Terra e Memória, todos os dias
úteis das 9h às 12.30h e das 14h às
17.30h.

Recital de Cantigas de Amor
e Amigo D’El Rei D. Dinis

Inserido no Programa Oficial das Come-
morações dos 700 anos de História da
Pampilhosa da Serra, a Companhia de
Teatro Poucaterra virá à Pampilhosa da
Serra apresentar um Recital de Cantigas
de Amor e de Amigo onde se incluem can-
tigas d’El Rei D. Dinis declamadas com
pergaminhos e roupa da época.

Este evento realiza-se no dia 14 de Fe-
vereiro, dia de S. Valentim, no Auditório
Municipal, pelas 21.30 horas.

Assim, o espectáculo contará com uma
narrativa sobre a Pampilhosa da Serra em
off, seguindo-se uma narrativa sobre D.
Dinis — utilização de um músico em cena
vestido de trovador, e ainda uma breve

narrativa em cena sobre a poesia
trovadoresca, galaico-portuguesa, canti-
ga de amigo, de amor e de escárnio e mal-
dizer.

O espectáculo contempla ainda uma
passagem para as comemorações do dia
dos namorados, com narrativas sobre S.
Valentim e sobre Fernando Pessoa, uma
dramatização em off com um actor em
cena onde estará a escrever as cartas de
amor a Ophelia.

O encerramento será feito através de
uma declamação e posterior canção de
Luís Represas “Ser Poeta” de Florbela
Espanca.bela
Espanca.

 

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15

Pmticidade 13 de Fevereiro de 2008 | Quarta-feira

CC ExpressodoPinhal

Restaurante

Casa do Lago

Sds ipa indo
O Cobra /

O Geodésico

o .
[EN 2 Km 364]

Albergaria
D. Dinis

| la
RAE

MS e Ripa ia es

Paraíso do
PA rA ig

GE Tri d]

 

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Quarta-feira |
16 Expresso:

13 de Fevereiro de 2008

Ê conomia

Conjuntura económica

Portugal vive numa conjuntura de estagnação económica
que perdura há sete anos e constitui o ciclo mais longo
de estagnação económica desde 1974.

As dificuldades que o governo
tem tido para corrigir o défice
orçamental, devido à rigidez da
despesa pública, têm sido atenu-
adas por um crescimento das re-
ceitas fiscais. Mas 88% dos im-
postos cobrados destinam-se a
sustentar o estado social, eviden-
ciando-se, desta forma, a defici-
ente afectação dos recursos sub-
traídos à economia. Por outro
lado, constata-se no nosso país,
a existência de uma economia
dual, na qual predomina um sector
próspero constituído pela banca,
telecomunicações, grande distri-
buição e energia; e outro, que
enfrenta grandes dificuldades,
constituído pelos sectores mais
expostos à concorrência interna-
cional e pelos sectores vocacio-
nados para o mercado interno.

Os últimos dados do Banco de
Portugal, indicam que o PIBpc (em
paridades de poder de compra)
é 65,6% da média europeia. É o
índice mais baixo dos últimos 17
anos no nosso país. Contudo, in-
forma também que Portugal po-
derá crescer mesmo numa situa-
ção de contra-ciclo com a Euro-
pa. O PIB do sector privado, em
2007, cresceu 2,5% e se não
ocorresse uma contracção na cri-
ação de riqueza no sector públi-
co, Portugal teria uma taxa de
crescimento do PIB superior à
existente.

Apesar de serem notórios al-
guns indicadores que demons-
tram de forma inequívoca que
está a haver uma alteração no
padrão de competitividade da
economia portuguesa, onde por
exemplo a prestação de serviços
a empresas já exporta mais que
o vestuário, continua a ser perti-
nente a dificuldade de compa-
tibilizar esta mudança do mode-
lo de competitividade com a ma-
triz empresarial que temos. Por
isso, o ajustamento estrutural que
tem ocorrido na nossa economia,

tem provocado um encerramen-
to e a dissolução brutal de em-
presas da indústria transfor-
madora e também de outros
sectores vocacionados para o
mercado interno.

ESTRATÉGIA

DO QREN

A estratégia do QREN privile-
gia o investimento em inovação e
1&D, o apoio a empresas de bens
transaccionáveis que tenham
projectos de expansão, de
internacionalização e de exporta-
ção. Tenta, por isso, suportar e
dinamizar a estratégia de altera-
ção do modelo de competiti-
vidade, atrás descrito.

Feira de Stocks
Sétima edição em Fevereiro

O Pavilhão de Exposições da
Nersant acolhe, de 22 a 24 de
Fevereiro, mais uma Feira de
Stocks. O evento vai já na sua
sétima edição e tem-se revelado
um verdadeiro sucesso tanto em
termos de adesão de empresas
participantes, como de visitantes.
A Feira de Stocks revela-se como
uma excelente oportunidade para

as empresas, sobretudo comerci-
ais, poderem escoar os seus
stocks e restos de colecção. Quem
fica a ganhar é o consumidor que,
assim, adquire produtos a preços
bastante mais baixos do que os
praticados no mercado.

Contacto: Departamento de Fei-
ras e Certames através do e-mail
dfcOnersant.pt.

Isto significa que, à partida, te-
rão algumas dificuldades de ele-
gibilidade ao QREN empresas
vocacionadas para o mercado in-
terno, de pequena dimensão,
com produtos de baixo conteúdo
tecnológico e com capacidades de
gestão rudimentares. Por outro
lado, existe na economia portu-
guesa consideráveis recursos fi-
nanceiros para apoiar empresas
com projectos de desenvolvimen-
to, mas que não estão disponí-
veis para afectar a projectos que
tenham como objectivo a simples
sobrevivência de empresas.

Constata-se ainda que a filoso-
fia dos sistemas de incentivos, a
elegibilidade do investimento, o
tipo de investimento subsidiado

 

e a montagem dos próprios
projectos neste QREN, alteraram-
se substancialmente, relativa-
mente aos sistemas de incentivos
anteriores.

FINERSANT

Neste sentido, a Nersant con-
cebeu um programa de apoio
directo às empresas, para au-
mentar a sua competitividade e
ajudá-las a desenvolverem-se.
Este programa insere-se nas pri-
oridades definidas para o QREN
e nas áreas que sustentam o novo
modelo de competitividade que
se pretende para a economia por-
tuguesa.

José Eduardo Carvalho
Presidente da NERSANT, AE

Formação de Activos

Inscrições on-line

Às inscrições para as acções de
formação inseridas no Plano de
Formação de Activos para o 1º
semestre de 2008 estão dispo-
níveis no portal da Nersant.

As principais áreas a abranger
serão a Comercial, Contabilidade
e Fiscalidade, Comportamental,
Direito, Higiene e Segurança,
Informática, Línguas, Qualidade,

Secretariado. Todos os cursos e
datas podem ser consultados em
www.nersant.pt.

As inscrições estão abertas
para a sede da Nersant em Tor-
res Novas e para os cinco núcleos
da associação – Abrantes, Ourém,
Santarém, Cartaxo e Sorraia.

 

ESA Aposta na
Agricultura de Lazer

Cursos de poda
em fruteiras, vi-
nha e olival

O Departamento de Fitotecnia
da Escola Superior Agrária (ESA)
do IPCB vai realizar, novamente
| este ano, cursos de poda em fru-
| teiras, vinha e olival.

Os cursos de poda inserem-se
no quadro da oferta formativa
| que a ESA estabeleceu para o 1º
| Trimestre de 2008 e serão dados
| nos moldes do que é exigido pelo
Instituto para a Qualidade na For-
mação (IQF).
| Os cursos de poda em fruteiras,
! vinha e olival, um em horário pós-
laboral e outro em horário laboral,
são dirigidos sobretudo a quem
pratica a pequena agricultura ou
a agricultura de lazer, ou a quem
pretenda melhorar os seus conhe-
cimentos sobre esta importantiís-
sima prática agrícola.

A formação será essencialmen-
| te prática e inclui a poda de pes-
| segueiros, macieiras, videiras, oli-
veiras e cerejeiras. A estrutura
dos cursos é organizada por 5
sessões, de 4 horas cada, com
uma componente de formação em
sala de 1 hora e no campo de 3
horas.

A formação será dada pelos
professores da ESA António Ra-
mos, Paula Simões e Lurdes
| Martins de Carvalho, especialis-
tas nas diferentes espécies.

À realização dos cursos em fru-
teiras, vinha e olival decorrerá na
Escola Superior Agrária do IPCB,
Quinta da Senhora de Mércules,
em Castelo Branco.

ANMP – em parce-
ria com EDP – lan-
ça campanha naci-
onal de eficiência
energética

Á
ASSOCIAÇÃO NACIONAL
MunicíPIOS
PORTUGUESES

ve)

PSUSRLECA,
E

No quadro da celebração do
Ano Internacional do Planeta Ter-
ra e materializando uma das me-
didas identificadas no Plano Na-
cional para as Alterações Climáti-
cas, a ANMP decidiu promover
uma campanha nacional de auditorias energéticas aos edifícios
públicos municipais.

 

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Professores incapacitados
“abandonados” pela tutela |Andakatu em Cambridge

Sindicato diz que
docentes são víti-
mas de “insensi-
bilidade social”.

O Sindicato dos Professores da
Região Centro (SPRC) acusou a
Direcção Regional de Educação de
“abandonar à sua sorte” os pro-
fessores incapacitados, obrigando-
os a concorrer a serviços sem sa-
berem onde há vagas.

Os docentes incapacitados por
patologias que não constem da
lista de “doenças incapacitantes
são confrontados com a necessi-
dade de preencher os impressos
na página electrónica da DREC,
onde devem referir os serviços ou
organismos públicos para que

querem concorrer, sem que haja
qualquer listagem ou informação
sobre a disponibilidade para os
receber”, denuncia o SPRC.

Em comunicado, a estrutura
adianta que a Direcção Regional
do Centro (DREC) “está a reme-
ter para as escolas a decisão da
Junta Médica sobre as situações
destes docentes, referindo, para
cada caso, se possuem doença
considerada incapacitante ou
não”.

O sindicato considera inadmis-
sível que “a DREC não assuma
que o futuro profissional destes
docentes passa pela qualidade do
apoio que os seus serviços pres-
tem, bem como pela adopção de
algumas medidas de carácter
político que resolveriam a situa-
ção, como as que possibilitem a
colocação destes professores

numa outra escola, perto de casa
ou do serviço de saúde (hospital
ou clínica) onde estão a ser trata-
dos”. E lamenta ainda que a

E ducação

ERC 77

13 de Fevereiro de 2008

| Quarta-feira 17
ExpressodoPinhal

Projecto didático do Museu de Mação
apresentado no Reino Unido

DREC não informe os professores | |

em causa que devem obter es- |

ses dados no Portal do Cidadão

ou recorrer às listas dos CTT, con- |

siderando que a atitude “revela

uma insensibilidade sociale hu- |

mana inadmissível”.

“Este procedimento, meramen- |
te administrativo, esquece que os

docentes em causa ou não podem
fazer deslocações longas ou alo-
jar-se sem que alguém os acom-
panhe permanentemente”, frisa o
comunicado. Apesar das tentati-
vas, não foi possível obter uma
reacção da directora regional de
Educação do Centro, Engrácia
Castro.

LUSA

Em colaboração com a Naturtejo

ESG lança Curso de Especialização
em Marketing Turístico

A Escola Superior de Gestão
(ESG) do IPCB, em colaboração
com a Naturtejo, entidade que
promove o turismo na região in-
tegrada pelos concelhos de Cas-
telo Branco, Idanha-a-Nova, Nisa,
Oleiros, Proença-a-Nova e Vila
Velha de Ródão, vai desenvolver,
durante dois semestres, um Cur-
so de Especialização em
Marketing Turístico. Com esta for-
mação, a ESG pretende não só
formar recursos humanos ligados
aos serviços de apoio à actividade
turística (alojamento e restaura-
ção) como agir na promoção do
turismo e valorizar o património
natural e cultural, revitalizando e
animando espaços urbanos e ru-
rais e qualificando o património.

Outra das vertentes do Curso
de Especialização em Marketing
Turístico é valorizar os produtos
endógenos incidindo a formação
sobretudo nas vertentes da orga-
nização da produção, na
certificação e qualidade.

Em suma, o Curso de Especiali-
zação em Marketing Turístico da
ESG tem por objectivo formar téc-
nicos especializados na área do
Marketing Turístico capazes de
desenvolver estratégias que en-
volvam funções de estudos de
mercado, elaboração de
projectos, construção de produ-
tos turísticos, criação de progra-
mas de lazer e gestão de infra-
estruturas turísticas, elaboração
de campanhas de marketing de
destinos e criação de empresas
relacionadas com este segmento
de mercado.

A Especialização em Marketing
Turístico da ESG destina-se a li-
cenciados em qualquer área e a
profissionais de instituições públi-
cas ou privadas que trabalhem na
área da Gestão, Turismo, Cultura
e Marketing.

As saídas profissionais para
quem concluir a especialização
são os órgãos locais e regionais
de turismo, em particular das

Autarquias, Regiões de Turismo,
Juntas de Turismo, Regiões Pro-
duto, e outras organizações turís-
ticas de carácter regional, públi-
cas e privadas.

O corpo docente é constituído
por professores da Escola Supe-
rior de Gestão do IPCB, por pro-
fessores convidados de reconhe-
cido mérito, pertencentes a ou-
tras instituições de ensino, e por
especialistas na área. À colabo-
ração da Naturtejo na impie-
mentação do Curso de Especiali-
zação em Marketing Turístico re-
veste-se de grande importância
dado que os formandos poderão
usufruir de alguns programas pro-
postos por aquela entidade, no-
meadamente os percursos pedes-
tres e outras actividades turísti-
cas que desenvolve.

As aulas teóricas realizar-se-ão
nas instalações da Escola Superi-
or de Educação do IPCB e o cur-
so decorrerá de Março de 2008
a Janeiro de 2009.

e VE mbleja E
westigadores portugueses. e de

De 7 a 13 de Fevereiro, o Proje-
cto Andakatu, Educação pelas Ar-
tes e Património, que no ano de
2007 envolveu mais de 6 mil cri-
anças, foi apresentado, no Reino
Unido, no Museu de Arqueologia
e Antropologia da Universidade
de Cambridge.

Em conjunto com o Young
Archaeology Club (Clube de Ar-
queologia de Jovens), o Andakatu
vai desenvolver algumas das suas
oficinas (talhe da pedra, pintura
rupestre, etc) com crianças e jo-
vens, mas também com estudan-
tes de arqueologia já que esta
apresentação em terras de sua
majestade decorre no âmbito de
um Seminário de Museografia do
Mestrado de Arqueologia Pré-His-
tórica e Arte Rupestre.

Não é a primeira vez que o

Andakatu é apresentado fora de
Portugal, tendo já desenvolvido
actividades na Estremadura es-
panhola e no Brasil, onde, a con-
vite da Sociedade de Arqueolo-
gia Brasileira, foi apresentado
como um bem sucedido projecto
de Educação Patrimonial.

A apresentação do Andakatu
conta com a presença da Presi-
dente da Câmara de Cambridge,
Councillor Jenny Bailley, e do Pre-
sidente da Câmara de Mação,
Saldanha Rocha. Estará também
presente Luiz Oosterbeek,
Director Científico do Museu de
Arte Pré-Histórica de Mação, bem
como Mila Simões Abreu, docen-
te do Seminário de Museografia
e grande impulsionadora deste
acontecimento.

CRIA acompanha
mais famílias

Foi alargado para cento e
cinquenta o número de famílias
acompanhadas pelo Centro de
Recuperação Infantil de Abrantes
no âmbito do Rendimento Social
de Inserção. O CRIA é uma das
Instituições responsáveis pelo de-
senvolvimento das acções de
acompanhamento do Rendimen-
to Social de Inserção para o con-
celho de Abrantes. Recentemen-
te passaram de sessenta para
cento e cinquenta os agregados
familiares, residentes nas diferen-
tes freguesias da zona norte do
concelho, que contam com o apoio
técnico e acompanhamento de
uma equipa multidisciplinar, ten-
do como objectivo a progressiva
autonomia destas famílias.

Para a concretização desta
medida de inserção o Centro de

Recuperação Infantil de Abrantes
e o Centro Distrital de Segurança
Social assinaram inicialmente um
protocolo, agora alargado, que
formaliza esta parceria.

Para isso, a Instituição conta
com uma equipa multidisciplinar
de técnicos, constituída por uma
psicóloga, um técnico superior de
serviço social, uma educadora
social e três ajudantes de acção
directa. E

O Centro Distrital de Seguran-
ça Social presta apoio técnico e
financeiro à Instituição para o de-
senvolvimento das acções de
acompanhamento e fará, em ar-
ticulação com o Núcleo Local de
Inserção, a avaliação semestral da
acção do CRIA tendo em conta a
progressiva autonomia dos
beneficiários. –

 

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18 Quarta-feira | 13 de Fevereiro geisore

ExpressodoPinhal

Desporto

Sertanense eliminado pelo F.C.Porto nos oitavos-de-final da Taça de Portugal

Futebol transformado em festa

Taça de Portugal – Oitavos-de-final – 10/02/08
Estádio Dr. Marques dos Santos – Assistência: 6500

SERTANENSE

FC PORTO

(45+1″); 0-4, Farias (49′)

GOLOS: 0-1, Tarik Sektiou(7′); 0-2, Farias (36″); 0-3, Kazmierczak

EDUARDO HUNGARO Treinadores JESUALDO FERREIRA

Leo Flores

David Facucho
Bruno Xavier (46′)
Pedro Miguel
Anderson
Américo

Filipe Avelar
David (65)

Brito

Leandro

Zâmbia

Hygor

Marco Farinha (55)
Vicente

Nuno

João Paulo
Stepanov
Pedro Emanuel
Castro (60′)
Lino

Paulo Assunção
Raul Meireles
Hélder Barbosa (66″)
Kazmierczak
Mariano

Tarik Sektioui
Farias

Rabiola (73)

ARBITRO: Lucílio Baptista (Setúbal)

DISCIPLINA: AMARELOS = Leandro (64), Paulo Assunção (81) e

Rabiolga (89)

A entrega de Zâmbia na frente
e o esforço de Pedro Miguel na
defesa foram insuficientes para
bater um FC. Porto em gestão de
esforço, que entrou em campo
apenas com as referências Pedro
Emanuel, Paulo Assunção, Raul
Meireles e Tarik, regressado da
Taça das Nações Africanas.

A fortaleza sertanense resistiu
sete minutos, altura em que Tarik,
lançado por Farías, atirou, de fora
da área, a bola que só pararia no
fundo das redes de Léo Flores. E
apesar da persistência da equi-
pa da casa, que, aos 24, se apro-
ximou com perigo da baliza de
Nuno, primeiro por Filipe Avelar
e depois Vicente, valendo, então,
Assunção e Stepanov, respectiva-
mente, o FC. Porto nunca perdeu
o Norte e cedo começou a escre-
ver a história que entendeu.

Mais uma vez Farias, desta fei-
ta na condição de protagonista,
cabeceou para o 2-0 e para as
dificuldades crescentes dos anfi-
triões, após tabela entre Tarik e
Meireles. Estavam decorridos 36
minutos, faltavam dois para o pri-
meiro caso do jogo.

João Paulo, que perante as au-
sências de Bosingwa e Fucile, as-
sumiu (e mal) a direita da defesa,
empurrou Vicente dentro da gran-
de área, penalidade que Lucílio
Baptista entendeu não marcar,
optando por assinalar falta, para

indignação dos sertanenses. Aos
40, o árbitro de Setúbal voltou a
destacar-se pela negativa, agora
em prejuízo do FC. Porto, a quem
anulou um golo – Farías respon-
deu com a cabeça a um cruzamen-
to de Meireles da direita.

A caminho do intervalo,
Zâmbia, que não raras vezes le-
vou a melhor sobre Lino, mais in-
fluente a marcar cantos que a
defender, atirou por cima da tra-
ve de Nuno, para euforia dos
adeptos. Kaz, que segundos an-
tes chegara a perder a bola para
Zâmbia em zona perigosa, e que
a espaços surgia na partida, saiu
da estagnação no segundo e últi-
mo minuto de descontos. O pola-
co viu um lançamento lateral de
Meireles chegar aos seus pés e,
sem oposição, atirou com força
para o terceiro golo.

Na segunda parte, o Serta-
nense manteve a cabeça erguida,

Ao belíssimo chapéu de Kaz a
Léo Flores, à passagem do minu-
to 48, que atingiu a barra, seguiu-
se um remate de Tarik, que o
guarda-redes brasileiro desviou
para canto e que culminaria no
segundo golo de Farías, o quarto
do EC. Porto.

O sonho fica adiado mas os jo-
gadores, dirigentes e equipa téc-
nica saíram de cabeça erguida e
com o sentimento9 do dever cum:
prido.

Apesar da derrota

“Este foi o maior feito do clube”

O presidente do Sertanense, Paulo Farinha, manifestou sempre a esperança de que a
sua equipa vencesse o FC. Porto. “Encaro com realismo as coisas e sabemos que
vamos defrontar o campeão nacional. No entanto, não escondo que gostaríamos de
ganhar ao FC. porto, após termos ganho a Penafiel, Portimonense, Marinhense,
Fazendense e Faial”, disse à LUSA Paulo Farinha. Assim não foi, mas mesmo assim
“este foi o maior feito que o clube alcançou na sua história” pois receber o FC. Porto
foi “a maior honra desportiva”, após a aque aconteceu há nove anos, quando o Benfica
esteve na inauguração do relvado do clube.

O presidente do Sertanense destacou ainda o «comportamento exemplar» dos adep-
tos do clube beirão «para esta maravilhosa festa» que foi o jogo da Taça de Poertugal
frente ao FC. Porto.

«As gentes da Sertã deram uma prova de que também gostamos de futebol», disse
Paulo Faria garantindo que o «caminho do Sertanense continua rigorosamente igual».
«Agora, vamos pensar no nosso campeonato que é subir à Il Divisão.»

Jesualdo Ferreira
“Viemos para ganhar”

Jesualdo Ferreira, treinador do FC. Porto, comentou com satisfação a vitória sobre o Sertanense que
coloca os dragões na próxima eliminatória da Taça de Portugal:

«O Porto foi uma equipa séria. Fizemos o que tínhamos para fazer. Não viemos jogar bonito. Viemos
para ganhar. Depois dos 4-0 e da lesão do Pedro Emanuel o Sertanense mostrou por que chegou aqui
eo lugar que ocupa na sua divisão.»

«Viemos aqui fazer um jogo definitivo. Conseguir já os quartos, a que se vai seguir os oitavos da
Champions e a parte final do campeonato. Na Taça, era fundamental ganhar. Destaco a forma como os
jogadores encaram esta partida.»

«Na Taça, há só uma ideia que é a de chegar à final e ganhar. O sorteio será encarado com a mesma
responsabilidade e o mesmo optimismo,»

 

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— Pupiicidade
TITO TO O ERES ExpressodoPinhal

13 de Fevereiro de 2008 |Quarta-: feira/ 7

VILAS REI

Uma jóia no coração de Portugal

5; NOTARIADO PRIVATIVO
DA CAMARA MUNICIPAL DE VILA DE REI

EXTRACTO DE PARTE DA ESCRITURA N.º 02/2008

A cargo do Notário Privativo: Emídio Fernando Garibaldi Serrão Mora, Certifico, para efei-
tos de publicação e do artigo 100º do Código do Notariado, que por escritura lavrada, neste
Notariado Privativo, em seis de Fevereiro de dois mil e oito, exarada de folhas oitenta e
quatro a folhas oitenta e cinco, do livro de notas para escrituras diversas número vinte, se
ncontra exarada uma escritura de justificação, tendo sido outorgantes a Presidente da
âmara Maria Irene da Conceição Barata Joaquim, no uso dos poderes que lhe são legalmen-
e conferidos, em representação do Município de Vila de Rei, titular do cartão de identifica-
ão de pessoa colectiva de direito público número 506 932 273, que declarou:

O Município de Vila de Rei, com exclusão de outrém, é dono e legitimo possuidor de um
prédio urbano, composto de rés-do-chão, afectado a serviços, com a superfície coberta de

rezentos e doze vírgula vinte e seis metros quadrados e logradouro com mil seiscentos e

uarenta e cinco metros quadrados sito em Vila de Rei, freguesia e concelho de Vila de Rei,

ue confronta a norte com Alberto Pires, sul com David Serras, nascente com Rua das Devesas
poente com Rua Dr. João Germano Neves da Silva, inscrito na matriz sob o artigo número

709.

Que a Câmara Municipal de Vila de Rei, entrou na posse do referido prédio ainda como
prédio rústico por doação não titulada feita pela Senhora Maria Amélia Neves Dias, residente

m Vila de Rei, freguesia e concelho de Vila de Rei, que por volta do ano de mil novecentos e

uarenta e cinco, em dia e mês que não pode precisar pelo que há mais de sessenta e dois

nos contínuos e consecutivos, posse esta iniciada e mantida sem violência ou oposição, os-
ensivamente, com o conhecimento de toda a gente, aproveitando as utilidades do referido
prédio, tanto que edificou o identificado prédio urbano, nomeadamente, utilizando-o como
scola, fazendo obras de reparação, restauro e pintura, administrando-o com a consciências

e estar a agir como verdadeira dona do mesmo.

Que esta posse pública, pacifica e de boa fé, fundamentou o respectivo direito de proprie-
dade por usucapião, o que pela sua natureza impede a demonstração documental do seu
direito de propriedade pelos meios extrajudiciais normais.

As declarações foram confirmadas pelos declarantes,João Henriques Neves, António Men-
des da Silva Prior e Alberto Pires.

Está conforme o original.

Vila de Rei, 06 de Fevereiro de 2008

n

e : = O Notário Privativo.

f = – & Emídio Fernando Garibaldi Serrão Mora
(Jornal Expresso do Pinhal, edição nº 255 de 13-02-08, anúncio nº 1930)

ESTIMADO ASSINANTE,

Regularize o pagamento da sua assinatura.

ANUNCIAR Á FÁCIL…

Basta ligar 274 603 785 ou
através do mail: expressodopinhal(Ogmail.com

CARTÓRIO NOTARIAL DE VILA DE REI
RECTIFICAÇÃO DE JUSTIFICAÇÃO

Na escritura de dez de Dezembro de dois mil e sete, exarada de folhas vinte e uma a folhas vinte e
três verso, do Livro de Notas número cinquenta e nove-E, deste Cartório, em nome de ANTÓNIO
NUNES LADEIRA e mulher MARIA ROSA SANTOS NUNES, casados sob o regime da comunhão geral,
naturais da freguesia e concelho de Vila de Rei, residentes em Água Formosa, freguesia e concelho de
Vila de Rei, publicada no jornal Expresso do Pinhal, edição nº 252 de 19-12-07, anúncio nº 1904, no
prédio nº SETE,

onde se lê:

“SETE – Prédio rústico, composto de terra de mato, com a área de sete mil e oitocentos metros
quadrados, sito em VALE SERRA, que confronta pelo norte e pelo nascente com José Lopes Luís, pelo
sul com Joaquim Nunes Dias e pelo poente com o ribeiro, inscrito na matriz sob o artigo 22.578, com o
valor patrimonial tributário, para efeitos de IMT, de 9,97 euros”.

deve ler-se:

“SETE – Prédio rústico, composto de pastagem, com a área de novecentos metros quadrados, sito
em VALE SERRA, que confronta pelo norte e pelo nascente com José Lopes Luís, pelo sul com Joaquim
Nunes Dias e pelo poente com o ribeiro, inscrito na matriz sob o artigo 22.578, com o valor patrimonial
tributário, para efeitos de IMT, de 9,97 euros”.

(Jornal Expresso do Pinhal, edição nº 255 de 13-02-08, anúncio nº 1934)

MESES estate qu pet

CARTÓRIO NOTARIAL DA SERTÃ
DE TERESA VALENTINA SANTOS
JUSTIFICAÇÃO

Certifico que por escritura de seis de Fevereiro de dois mil e oito,
no Cartório Notarial da Sertã de Teresa Valentina Cristóvão Santos,
lavrada de folhas cento e dezasseis a folhas cento e dezoito, do
livro de notas para escrituras diversas número quarenta – F compa-
receram:

ANTÓNIO hENRIQUES e mulher MARIA MARIA DE LURDES
SIMÕES HENRIQUES, casados sob o regime da comunhão geral
de bens, naturais da freguesia de Cernache do Bonjardim, concelho
da Sertã, onde residem habitualmente no lugar de Alcobia, E DE-
CLARARAM:

UM – Rústico, sito em Portela de Oliveira, freguesia de Cernach
do Bonjardim, concelho da Sertã, composto de eucaliptal, pinhal
mato, com a área de dezoito mil seiscentos e noventa e três metro:
quadrados, a confrontar do norte com a estrada, sul com Abílio)
Henriques, nascente com a ribeira e poente com António Antunes,
inscrito na matriz sob o artigo 7971, omisso na Conservatória do
Registo Predial da Sertã.
DOIS – Rústico, sito em Alcobia, freguesia de Cernache d
Bonjardim, concelho da Sertã, composto de terra de cultura com
oliveiras e pinhal, com a área de quatro mil cento e oitenta metros
quadrados, a confrontar do norte com Joaquim Henriques, sul com
António Antunes, nascente com Joaquim martins da Silva e poent
com a estrada, inscrito na matriz sob o artigo 10737, omisso na
Conservatória do Registo Predial da Sertã.
Que eles justificantes possuem em nome próprio os referidos pré:
dios desde mil novecentos e setenta e oito, por partilha verbal po)
óbito dos pais do justificante marido José Henriques e mulher Maria
da Piedade dos Santos, residentes que foram no lugar de Alcobia,
freguesia de Cernache do Bonjardim, concelho da Sertã, cujo título
não dispõem.
Cartório Notarial da Sertã, 6 de Fevereiro de 2008.

A COLABORADORA DEVIDAMENTE AUTORIZADA,

Maria Helena Teixeira Marques Xavier

(Jornal Expresso do Pinhal, edição nº 255 de 13-02-08, anúncio n
1933)33)

 

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20 |Quarta-feira | 13 de Fevereiro de 2007

ExpressodoPinhal |: a

Pumiicidade

CARTÓRIO NOTARIAL DE VILA DE REI
JUSTIFICAÇÃO

Nos termos do artigo 100º do Código do Notariado, certifico que por escritura de 31
de Janeiro de 2008, lavrada a folhas 98 do Livro de notas para escrituras diversas nº
59 – E, deste CARTÓRIO PÚBLICO, na qual ARMIND MARTINS SALGUEIRO, soltei-
ro, maior, natural da freguesia e concelho de Vila de Rei, residente no Bairro 25 de
Abril, Avenida Luís Marcelino, lote 5, Matos – Cheirinhos, S. Domingos de Rana, Cascais,
declarou que é dono e legítimo possuidor, com exclusão de outrem dos prédios a seguir
indicados:

UM – Prédio rústico, sito em CRUZ, freguesia e concelho de Vila de Rei, inscrito na
respectiva matriz sob o artigo número 14.711, composto de pinhal, com a área de
quatro mil e seiscentos metros quadrados, a confrontar do norte com herdeiros de
Abílio Mendes, pelo sul com Albino José Joaquim de Brito, pelo nascente com a estra-
da e pelo poente com Álvaro Simão Martins, com o valor patrimonial tributário para
efeitos de IMT de 235,42 euros.

DOIS – Prédio rústico, sito em AÇUDE DA PESQUEIRA, freguesia e concelho de Vila
de Rei, inscrito na respectiva matriz sob o artigo número 14.921, composto de terra de
cultura arvense de regadio, pinhal e pastagem, com a área de três mil e oitocentos
metros quadrados, a confrontar do norte com o ribeiro e limite da freguesia de S. João
do Peso, pelo sul, nascente e poente com Maria da Conceição de Brito, com o valor
patrimonial tributário para efeitos de IMT de 162,89 euros.

TRÊS – Prédio rústico, sito em QUINTAL DAS VÁRZEAS, freguesia e concelho de
Vila de Rei, inscrito na respectiva matriz sob o artigo número 14.996, composto de
terra de pastagem e oliveiras, com a área de trezentos e vinte metros quadrados, a
confrontar do norte e poente com Joaquim Pedro, pelo sul com a estrada e pelo nas-
cente com João Pedro, com o valor patrimonial tributário para efeitos de IMT de 9,97
euros.

QUATRO – Prédio rústico, sito em RIBEIRA DAS VÁRZEAS, freguesia e concelho de
Vila de Rei, inscrito na matriz respectiva sob o artigo número 15.143, composto de
terra de cultura arvense de regadio e pinhal, com a área de sete mil e seiscentos
metros quadrados, que confronta pelo norte com João Pedro, sul e nascente com o
caminho e pelo poente com o ribeiro, com o valor patrimonial para efeitos de IMT de
624,75 euros.

CINCO – Prédio rústico, sito em CARDAL, freguesia e concelho de Vila de Rei, inscri-
to na matriz respectiva sob o artigo número 15.180, com a área de nove mil e oitocen-
tos metros quadrados, a confrontar pelo norte com José Luís Martins e outro, pelo sul
com herdeiros de João Farinha e outro, pelo nascente com o ribeiro e limite da freguesia

de Cardigos e pelo poente com o caminho, com o valor patrimonial para efeitos de IMT
de 501,40 euros.

SEIS – Prédio rústico, sito em RIBEIRO DAS VÁRZEAS, freguesia e concelho de
Vila de Rei, inscrito na matriz respectiva sob o artigo número 15.185, com a área de
oito mil metros quadrados, a confrontar pelo norte com herdeiros de João da Silva
Nunes, pelo sul com João Pedro, pelo nascente com Abílio Neves Tavares e outro e pelo
poente com o caminho, com o valor patrimonial para efeitos de IMT de 272,85 euros.

SETE – Prédio rústico, sito em ANTAS, freguesia de São João do Peso, concelho de
Vila de Rei, inscrito na respectiva matriz sob o artigo número 35, com a área de quatro
mil e duzentos metros quadrados, a confrontar pelo norte com estrada municipal, pelo
sul com José Maria Marçal, pelo nascente com herdeiros de Henrique Santana e pelo
poente com António Dias Fouto e outro, com o valor patrimonial para efeitos de IMT de
143,29 euros.

Que, os referidos prédios estão inscritos na matriz em nome do justificante e não se
encontram descritos na Conservatória do Registo Predial de Vila de Rei.

Que os referidos prédios, com a indicada composição, vieram à sua posse, por volta
do ano de mil novecentos e oitenta e cinco, por doação verbal feita por seus pais,
António Martins Salgueiro e Maria Lídia, já falecidos, residentes que foram no lugar de
Vale da Urra, freguesia e concelho de Vila de Rei, não tendo, porém, sido reduzido a
escritura pública o referido contrato de doação.

Que desde essa data, em que se operou a tradição material dos prédios, passou a
pastar nele os animais, a cortar pinheiros, a roçar mato, a apanhar a azeitona, a trazer
pontualmente pagas as respectivas contribuições, a suportar os seus encargos, agindo
com a convicção de ser proprietário daqueles imóveis e como tal sempre por todos foi
reputado.

Que nos termos expostos, vem exercendo a posse sobre os mencionados prédios,
com a indicada composição, ostensivamente, à vista de todos, sem oposição de quem
quer que seja, em paz, continuamente, há mais de vinte anos.

Que tais factos integram a figura jurídica da USUCAPIÃO, que invoca, para efeitos de
primeira inscrição no registo predial, por não poder provar a alegada aquisição pelos
meios extrajudiciais normais.

Está conforme com o seu original
Vila de Rei, 31 de Janeiro de dois mil e oito
O Escriturário Superior
Manuel Rosa Dias
(Jornal Expresso do Pinhal, edição nº 255 de 13-02-08, anúncio nº 1929)

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6104 – 909 Sertã

 

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Ingredientes:

– 1 embalagem de puré de batata
(aproximadamente 200g)

– 1 embalagem de camarão desconge-
lado e bem escorrido (aproximadamen-
te-500g) –

– 4 colheres de sopa de azeite

– 4 colheres de sopa de Farinha Espiga
Tipo 65

– 2,5dl de caldo de marisco

– 2,5dl de leite

– 3 ovos

– Mistura de 5 Pimentas Espiga q.b.

– Mistura de Alho e Salsa Espiga q.b.

– Sal q.b.

Sugestão:

Polvilhe com queijo parmesão antes de ir
o forno.

Preparação:

Ligue ou acenda o forno a 180º. Unte com margarina uma forma
de soufflé ou assadeira. Prepare o puré bem espesso, metendo um
pouco menos de leite do que o recomendado na embalagem. Re-
serve. Num tacho aqueça o azeite e refogue a farinha. Adicione aos
poucos o leite e o caldo de marisco mexendo sempre para não
fazer grumos. Junte o Tempero de Alho e Salsa Espiga, a Mistura
de 5 Pimentas Espiga e sal q.b. Junte os camarões e cozinhe em
lume brando mais ou menos 5 minutos. Retire do lume e adicione
as gemas. Forre o recipiente de ir ao forno com o puré. Bata as
claras em castelo e envolva-as no preparado de marisco com cui-
dado. Rectifique os temperos.

Verta sobre o puré e leve ao forno até dourar.

SABIA QUE:

A tradição da entrega de presentes no Natal parte da recorda-
ção dos Reis Magos a Jesus. Terá sido o Papa Bonifácio, no século
VII, que instituiu a tradição de distribuir, no dia de Reis, pão entre o
povo, recebendo em troca presentes. No entanto, o costume das
consoadas surgiu na Roma Antiga, tendo por isso uma origem pagã.

Aí ter-se-à generalizado a entrega de oferendas para desejar um
bom ano novo ao Imperador.

 

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Diversos
ma E o nata feira 23

DOMINÓS DE PALAVRA

Sletras | TOAM CONTEI ROGARIAS
APE TRIO NASCER SOFRESSE
IDA 5 letras ROSNAR 9 letras
E AJAIS 7 letras ESPILANTO
UPA ATOLA ENIGMAS 10 letras
EVOCO FITARIA
4tetras poper Honroso ATRAVESSOU
EEES VIDAS IRRIGAR Ea a
FIAM ó letras LESAVAS
ra AFASIA 8 letras
ORAR AGINDO ARTRODIA
PEIA ATRASE DECAMPAR
B
POIS ANAIS OPEREMOS
3 letras UFA TUBAS 7 letras : E
AGE USE 6 letras ABRIMOS CARTÓRIO NOTARIAL DA SERTA
a 4 letras ABULAR LUPANGA DE TERESA VALENTINA SANTOS
no tANDO SN AGGURO. . — Sloiras JUSTIFICAÇÃO
cio FLUI EMBIGO AUGUSTAL Certifico que por escritura de vinte e nove de Janeiro de dois mil e oito, no Cartório Notarial da Sertã de Teresa Valentina
IÇAM EXARCO DEVOLVEU Cristóvão Santos, lavrada de folhas cinquenta e três a folhas cinquenta e cinco verso, do livro de notas para escrituras
‘ ENA diversas número quarenta – F compareceram:
EVA VOLT MARABU ESCARVAM FERNANDO NUNES RIBEIRO e mulher ÂNGELA MARIA FARINHA ALVES RIBEIRO, casados sob o regime da
S letras MICRON 9 letras comunhão de adquiridos, naturais da freguesia e concelho da Sertã, residentes habitualmente no lugar de Vale de Góis,
HUI NAFEGO freguesia e concelho de Pedrógão Grande, E DECLARARAM:
MAR BRAGA ALISARMOS Que são donos e legítimos possuidores, com exclusão de outrem dos seguintes prédios:
RIVAIS UM – Prédio urbano, sito em Fonte dos Casais, no lugar de Casais, freguesia de Castelo, concelho da Sertã, composto de
SET ECO AM SINESE EXORCISTA casa de habitação de dois pisos com logradouro anexo, com a superfície coberta de oitenta e oito virgula trinta metros
SOA LEAIS RODAREMOS quadrados e descoberta de mil virgula setenta metros quadrados, a confrontar do norte, sul e poente com “Dujolufa
SRA SA VENCEU 1] leir estima as S.A.” e nascente com “Dujolufa Investimentos Imobiliários, S.A.” e a estrada, inscrito na
RAM as matriz sob o artigo 1437, não descrito no Registo Predial.
TVI SELEM DOIS – Prédio urbano, sito em Fonte dos Casais, no lugar de Casais, freguesia de Castelo, concelho da Sertã, composto
SUPERLATIVA de estacionamento coberto, com a superfície coberta de trinta e três virgula setenta e cinco metros quadrados, a
confrontar do norte, sul e poente com “Dujolufa Investimentos Imobiliários, S.A.” e nascente com “Dujolufa Investimentos
Imobiliários, S.A.” e a estrada, inscrito na matriz sob o artigo 1438, não descrito no Registo Predial.
E E E fi | Egas: Que eles justificantes possuem em nome próprio os referidos prédios desde mil novecentos e oitenta e cinco, por
compra a Abílio António Lapa da Silva, divorciado, residente que foi na Urbanização do Falcão, lote 50, primeiro, 15-A,
FEMME iai freguesia de Benfica, concelho de Lisboa, cujo título não dispõem.
o [ Es [62 E Cartório Notarial da Sertã, 29 de Janeiro de 2008.
A Notária
ECOjAREHE | [1/1 LA Teresa Valentina Santos
[é | (Jornal Expresso do Pinhal, edição nº 255 de 30 de Janeiro de 2008, anúncio nº 1931)

SOLUÇÕES

SVHAV IVA Ja ONINOd

CARTÓRIO NOTARIAL DA SERTÃ
DE TERESA VALENTINA SANTOS
JUSTIFICAÇÃO

Certifico que por escritura de vinte e nove de Janeiro de dois mil e oito, no Cartório Notarial da Sertã de Teresa Valentina
Cristóvão Santos, lavrada de folhas quarenta e nove a folhas cinquenta verso, do livro de notas para escrituras diversas
número quarenta – F compareceram:
JOÃO PIRÃO CAPITÃO e mulher MARIA FERNANDA DA SILVA, casados sob o regime da comunhão geral de bens,
naturais da freguesia de Pedrógão Pequeno, concelho da Sertã, onde residem habitualmente no lugar de Fronteiros E
DEI :
Que são donos e legítimos possuidores, com exclusão de outrem, do prédio urbano, sito em Ponte da Arrochela,
|freguesia de pedrógão pequeno, concelho da Sertã, composto de casa de dois pisos, com a superfície coberta de setenta
e sete metros quadrados, a confrontar do norte, sul, nascente e poente como próprio, inscrito na matriz sob o artigo 1639,
não descrito na Conservatória do Registo Predial da Serta.
Que eles justificantes possuem em nome próprio o referido prédio desde mil novecentos e cinquenta e seis, por doação
verbal da mãe da justificante mulher, Hermínia Duarte da Silva, viúva, residente que foi no lugar de Arrochela, freguesia de
pedrógão Pequeno, concelho da Sertã, cujo título não dispõem.
Cartório Notarial da Sertã, 29 de Janeiro de 2008.

A COLABORADORA DEVIDAMENTE AUTORIZADA,

Maria Helena Teixeira Marques Xavier

(Jornal Expresso do Pinhal, edição nº 255 de 30 de Janeiro de 2008, anúncio nº 1932)

 

@@@ 1 @@@

 

A Escola Tecnológica e Profissional da
Zona do Pinhal (ETPZP), a Câmara Munici-
pal de Pedrógão Grande e a Associação
Empresarial Penedo do Granada irão or-
ganizar a IX edição do Virtual que irá de-
correr durante os dias 13, 14 e 15 de Fe-
vereiro. O Virtual é um evento institu-
cionalizado na ETPZP destinado aos alu-
nos dos cursos de Informática e Gestão.
Neste sentido, os colóquios e Workshops
serão subordinados aos temas ligados à
tecnologia, informática e empreende-

Um indivíduo foi detido no passado sá-
bado, na Sertã, por tráfico de estupefaci-
entes.

No momento da detenção, o detido, de
28 anos, tinha na sua posse 16,8 gramas
de pólen de haxixe. Para além da droga,

Uma residência em Oleiros foi assaltada
no sábado. Do local foram levados instru-

dorismo.

Segundo os coordenadores destes cur-
sos “a participação dos alunos neste tipo
de actividades é útil à sua formação e pos-
terior integração no mercado de trabalho”.

Neste evento, irão estar presentes as
empresas “Simplesnet”, “Sage”, “VOIP” e
“Ydreams”. Os alunos irão ter uma inter-
venção bastante activa, uma vez que, par-
ticiparão no concurso “Esta é a ideia”, com
vista a promover a sua criatividade e es-
pírito empreendedor.

foi ainda apreendida uma viatura ligeira e
dois telemóveis. A detenção resultou de
uma investigação conjunta entre os núcle-
os de investigação criminal da GNR de
Castelo Branco e da Sertã.

mentos musicais, avaliados em 3.600
euros, adiantou fonte da GNR.

DIAMANTINO JORGE & FILHO, LDA.

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Alvará N.º 1923 « CONTRIBLANTE N.º 501 268 148

Vila de Rei volta a ser palco de um even-
to gastronómico, desta feita dedicado a
dois produtos tipicamente portugueses,
tanto no que diz respeito à cultura nacio-
nal como à produção lusa: o bacalhau e o
azeite. Usados em conjunto ou em separa-
do, apesar de o azeite estar na base de
quase todos os pratos, o alimento e a gor-
dura caem bem na refeição de qualquer
português. A comprovar estão as inúme-
ras confrarias, associações e afins
dedicadas a ambos os produtos e o famo-
so mito de o bacalhau poder ser confeccio-
nado de 1001 maneiras.

Apostando nas nossas tradições mais
profundas e numa época do ano onde, por
vários cantos do país, há o costume de
consumir bacalhau — Quaresma/Páscoa —,
a Câmara Municipal de Vila de Rei lança a

A Câmara Municipal de Vila de Rei e o
Grupo “ Os Amigos de Vila de Rei ” está a
levar a efeito um ciclo de conferências, cujo
grande tema é “Desenvolver o Interior,
Afirmar Portugal”, que iniciou em Vila de
Rei durante o ano de 2007 e continuará
em 2008.

Pretende-se com este ciclo de conferên-
cias afirmar com convicção que o futuro do
nosso país passa inevitavelmente pelo
desenvolvimento sustentável do interior,
através do combate às suas actuais limi-
tações.

A terceira conferência decorrerá no pró-
ximo dia 23 de Fevereiro, com início pre-
visto para as 20.00 horas, na Albergaria

iniciativa de realização no concelho do pri-
meiro Festival do Bacalhau e do Azeite.

Durante 10 dias, de 15 a 23 de Março,
os visitantes poderão saborear os mais va-
riados pratos de bacalhau, regados ou não
com azeite, e deliciosas entradas e/ou so-
bremesas onde o azeite se faz sentir de
modo especial.

O evento conta com a participação de
cinco restaurantes — Albergaria D. Dinis,
Casa do Lago, O Cobra/O Geodésico, O
Eléctrico, Paraíso do Zêzere -, os quais já
aderiram a uma edição anterior dedicada
ao achigã e que prometem voltar a inovar
na confecção e apresentação dos pratos,
com o intuito de colocar Vila de Rei ao mais
alto nível nas rotas da culinária de quali-
dade.

D. Dinis, onde será servido um jantar a
todos os participantes.

Como conferencista contaremos com o Dr.
Vítor Bento, Presidente do Conselho Coor-
denador da SEDES — Associação para o
Desenvolvimento Económico Social e Pre-
sidente do Conselho de Administração da
SIBS — Sociedade Interbancária de Servi-
ços, numa exposição subordinada ao tema
“Tratado Reformador da União Europeia,
Cidadania e Desenvolvimento”.

Todos os interessados em participar de-
verão inscrever-se na recepção da Câma-
ra Municipal de Vila de Rei até ao dia 20
de Fevereiro, sendo o valor da inscrição
de 10,00 euros.

resh.co

Ro)!

fred ramos – tec. de comunicação

Telf: 274 604 137 Telm:917 022 349349