Voz da Beira nº21 30-05-1914

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ur Be

ANO 1.º Cade, É 77 Lo fot Lp

plREqroa; =
Dr. Antonio Vieterino
ADMINISTRADOR:
A. Pedro Ramalhosa

EDITOR E PROPRIETARIO:

Fructuoso Pires

Redação e drdminisiração:
ua Br. Santos Balente
CERTAÃ

 

Pa ARE

Rap rio DE DE MAIO DE 1914

AVENÇA
a as

 

 

SEMANARIO INDEPENDENTE

 

ASSIGNATURAS
Anno, 15200 réis; Semestre, 600 réis

“Brazil, (fracos) 55000 rs. Avulso, 30 rs.

Não se restituem os originaes

DEFEZA DOS INTERESSES DA COMARCA DA CERTA

 

PUBLICA-SE AOS SABADOS
COMPOSTO E IMPRESSO NA mixEnvA CELINDA DE RAMALIOSA & VALENTE — CERTA

 

 

Fonte da Boneca

E demasiado conhecido do pu-
blico o estado deploravel Pesta
fonte para que não duvidemos con-
sagrar-lhe algum espaço, analisan-
do a sua insalubridade e insufi-
ciencia.

De fonte mimosa que era n’ou-
tros tempos, fornecendo a melhor
agua de mesa, mais fresca e mais
pura, por vir diretamente da nas-
cente, converteu-se nos tempos
actuaes num verdadeiro perigo
para a saude. De verão seca, de
inverno jorrando o enxurro das
valetas e do charco que lhe estão
superiores,

Ou por dificiencia de constra-
ção, ou ignorancia da technica, o
largo onde ligam as estradas de
Pedrogam Pequeno e de Tomár e
que está eminente á canalisação da
fonte ficou constituindo um pan-
tano oficial a dentro dos limites da
vila. N’uma terra, toda em declive
e com vertentes pronunciadas pa-
ra qualquer dos lados, um panta-
no era cousa impossivel de existir
dentro da Ceriã; coube 4 enge-
nharia de importação esse invento
apreciavel que d’ha anos alí está a
desafiar a admiração de quantos
se interessam pela terra que lhes
den o berço. ,
— De ha muiio que n’outro meio,
onde se prezasse mais o bem estar
qnepnidisó é deltompelos eqdalrito,
des moraes dos seus habitantes,
mas muito mais pelas impressões
de aceio local, se teria tentado pôr
fim a este estado de consas, sa-
bendo-se que aquelas aguas ali
demoradas alguns mezes em fer-
mentação e as da vi aleta, vão des-
pejar por infiltração atravez do
aterro na tubagem da fonte: agua
suja, estagnada e inquinada por
consequencia de todos os bacilos.

A agua da nascente, a que tão
apreciada era nos dias estuantes
de verão, grangeando com a sua
frescura fama tradicional que era
o melhor penhor para a conserva-
da antiga fonte do. Almoxarifado,
essa devido aos aperfeiçoamentos
que a engenharia introduziu na
ganalisação. perde-se toda no eur-
to trajeto, sendo substituida de
inverno pela agua das chuvas. Is-

to 6, de fonte de agua potavel pas-

 

sou a ser um colector da valeta ou
antes um tubo de descarga do pan-
tano que q alimenta.

A limpidez e quantidade anda
agora á mercê do knlendario, n’u-
ma escala que vae desde a gota
engzanosamente cristalina até ao
jorro turvo e nauscante das gran-
des enxurradas.

Ainda não ha muito tempo que
numa casa particular verificamos
que esta agua era tão suja e clisia
do imimdicie que nem. sequer foi
possivel aproveitala para lava-
gens, único fim para que se tinha
mandado buscar.

Entretanto está um grande bair-
ra como é o de parte da rua do
Vale, largo Ferreira Ribeiro, ave-
nida Baima de Bastos e rua do
Vale de 8. Pedro sujeito a servir-
se desta agua nos mezes de in-
verno: uns por inconsciencia do
perigo, outros por ignorancia do
facto,

E um facto assente que o tifo,
esse visitante Importuno que tem
trazido o luto a tantas familias da
nossa vila, tem na impureza das
aguas o seu principal vehiculo de
destruição. Fiscalisar tudo quanto
aja origem desses ou d’outros
males que lentamente nos envene
nam o organismo, é un dever im-
perioso de todos que pela sua po-
sição ou categoriy presidem aos
destinos do municipio, Não se de-
ve permitiv que wm bairro tão po-
polavol contitumorpipardo de agna
e que na outra: tenha de se servir
d’ela em condições improprias de
consumo.

Se a canalisação ficon mal feita,
urge que se lhe façam os reparos
precisos, porque não ha razão pa-
ra que uma fonte, que dantes for-
necia boa agun, esteja agora con-
vertida em fógo de morte. O que é
certo é que, emquanto se não fizer
uma tubagem de fervo e com de-
clive: para a corrente; teremos
sempre e apesar de tudo uma fon-
te: intermitente regulada pelos pe-
viodos do inverno,

A Fonte da, Boneca, como, Êstá,
é que não póde continuar, sob pe-
na de se permitir o envenenamen-
to Puma parte da popilação da vi-
la, por quanto muitos se servem

 

 

“dela no tempo das chuvas por

ignorancia e á sua falta mo verão
gastam individamente da agua da

 

ribeira para nso da cosinha,
Aterrar o largo por forma que
as aguas deslisem ro pidamente pa-
ra à valeta, dar à esta uma sahit-
da facil e proceder a uma nova

 

canakisação em ferro, são obras de |
pouca monta mas de muito inte- |

resse para o bom nome e salubri-
dade d’uma terra que por maioria
de razões se poderia comparar a
um jardim entre duas. ribeiras
plantado,

PIRES MENDES

Está n’esta vila, de visita a sua
familia o nosso. prezado: patricio e
assinante sr, Joaquim: Pires Men-
des, vico comerciante na capital.

Acompanha-o sua esposa.

Os nossos cumprimentos.

— spas —

Ponta ni ribaira,

limites da Mosteiro

 

3 Snrs. um cego

rito de

vereadores só por
sm) OU
teimosia bair poderão em presença
dos factos Taltar ao cumprimento d’um
dever sagrado, ao pagamento uma
divida, contra a qual se levanta por
certo o mais acanhao talento, ou a ra-
são manos es cida,

Até hoje tem-se commeltido a falta,
é verdulo: talvez por deficiencia d’es-
clarecimentos ou Mucidação das verea-

 

 

 

nuas BOT podsrá alleg: tudo
nento

alho, se-

Pap ativo Ss dequiastepmui Vparqua

 

vedundo num gemido roubo assim
ido.

v parte dos habitantes dos
oi lavradores de casães parti-
lhados, ou pegquanos proprictarios e
ceareiros possuem terrenos na margem
diveita da ribeira grande.

Estos terrenos abrangem uma área
nunca inferior a 5 Kilometros quadrados,
que se extende desde a fóz do ribeiro
de S. Thiago até às vertentes do Porpãa
e das margens da ribeira à Pnado dos
Lobos e Martimbôa.

A masi extensão é foriniada por
terras de cultura em Lodz a margem
da ribeira, n’um comprimento de. dois
kilometros ou mais, oliveiras conjuneta-
mente em hoa parte, oliveiras ainda em
todos os vales e ravinas, matos é pinhei-
ros nas encostas é elev; des.

E quaes os productos ou resultados
duma extensão desta nalivoza?

E” triste dizelio: não produz um quar-
to do que poderia dar, consequencia da
falta de com manicações que são inter-
ceptadas pela ribeira.

A unica colheita rasoavel é a d’azei-
tona, que em annos regulares so eleva

 

 

 

 

 

 

inadmissivel |
| me a estes tr

| esquecer Os pe

E

 

ANNUNCIOS

Na 3.º e 4.º paginas cada linha, 30 réis
Noutro logar, preço convencional
Annunciam-se publicações de que-se
receba um exemplar

 

 

a 6:000 litros d’azeite. Esta mesma sof-
fre grandes prejuizos e avarias, porque
annos ha em que as enchentes na ribei-
ranão permittem a passagem, a tempo,

e d’aúi a perda uma grande parte,
que é arrastada pelas aguas e comida
pelos aves, ralos e outros animaes

damninhos.
Mas se isto 1

 

to basta, é preciso não
Dos à quê se sujeitam
os mesmos proprietarios para – fazerem
essa apanha. Não. tendo pontes que
aproveitem, logo que a ribeira parece
dar-lhes passagem, arriscam a propria
vida e dos seus respectivos operarios e
ranchos, que nem se ão dispos-
tos a sujeita e ahi

 

 

 

cos
gos,

 

ES; m tanto de manhã como de tar-
de-uma bôa parte do dia para: fazerem

a passagem a tempo, e condemnam as
jumas de bois a banhos continuos» nas
aguas fortes e ladas, donde saem
mais eriçados que | javalis acoçados pela
montaria.
Os snrs. ver

 

 

 

earores, propriefarios na

 

 

maior parte, bem melhor que nós
avaliar os prejuizos d’estes contralem-
pos.

Eu por mim declaro, que se tivesse

com a minha propriedade de submetter-
lucros de tal
propriedade seriam para mim certa-
mente negalivos; e teria como remedio
unico o abandono da colheita, se não
fosse a vergonha de tal procedimento,

la prejuizo de tempo, que rouba toda
a funda m’apanha, porque as horas de

 

25008

 

 

 

trabalho, não vão alem das, 9,ás 3 da
tarde; ha prejuizo, nos b e arrisco
das prop

Se oul des nao avultassem estas
seriam mais que sufficientes para decla-
ravem jnadiavel à constr da vefevi-
culturas Imattos, pinhaes,| pastagenssehes
de que nos occuparemos no proximo
numero. Agora Lemos de nos submelter
à allustre redacção que nos coarcta em
limitado espaço.

Thomar-25-5-9 14

Padre Farinha

—— ne pos qu q

Excursão q Coimbra

Por iniciativa do sr. Caxlos dos
Santos, vae ter logar no proxi-
mo dia 8 de junhoj uma excursão
a Coimbra em auto-omnibus;

A partida será da praça da Re-
publica ás 3 horas e a chegada ás
22 pouco mais ou menos:

Quem pretender inscrever-se pie
de faze-lo dirigindo-se ao promo-
tor a quem será enviada à quan-
tia 28500 réis preço do logar no
auto-omnibus. Restam poucos To
gares disponiveis pelo que não de-
vem demorar a: RrRiEçãosRiEçãos

@@@ 1 @@@

 

Fla Dá

 

 

BEIRA

 

CARIA DE LISDOA

LISBOA, 26—Já tomou posse
do cargo de ministro dos extrngei-
ros o gr. Freire de Andrade. À de-
mora estava sendo comentada de
varios modos, não faltando quem
“quizesse ver n’isso pouca vontade
da parte de sua ex” em arcar com
as responsabilidades de ministro.

Não ha duvida de que para
muitos homens publicos o dia em
que transpõem a porta do Ministe-
rio é o diem que a sua estrella
começa a declinar.

Muitas vezes não lhes falta a
vontade de acertar, mas cireums-
tancias de momento, imposições
politicas a que os mais intransi-
gentes nem sempre são superiores,
fazem tropeçar, chegando mesmo
«a inutilisar para sempre, alguns
cenjo nome até então se impozera.

“O sr. Freire de Andrade fez uma
«carreira distintissima no ultramar,
deixando o seu rome vinculado a
medidas de maior alcance na pro-
“vineia de Moçambique. Discipulo
“de Antonio Ennes, soube honrar a
memoria do mestre, seguindo-lhe
:as pisadas e trabalhando incansa-
“velmente para o resurgimento d’u-
ma provincia enorme em contacto
«cm povos educados na escola in-
gieza, à quem elle soube impôr-se,
º ponto de lhe quererem aprovei-
tar as faculdades de trabalho quan-
do souberam que elle ia deixar o
governo de Moçambique.

A escolha do sr. Freire de An-
drade para ministro dos extrangei-
ros não podia ser mais acertada;
não só porque o seu nome é bem
eonhceidono extrangeiro, mas tam-
bem porque as nossas questões di
plomaticas versam hoje quasi ex-
clusixamente sobre interesses co-
Joniaos.

«A escolha do sr. Bernardino Ma
chudo, foi, talvez, tardia porque,
feitas as eleições, poucos dias de
vida restarão a este ministerio cn-
ja missão é, segundo dizem, aguen-
tar a barcaça governamental até 4
cozstituição da nova camara.

4 * ”

O sr. Patriarcha foi feito car-
deal no ultimo consistorio. À curia
Jasbiças águaitas egtrlitinies deviar
teligencia, energia e bom senso de
que tem dado provas e que nem
os seus maiores adversarios ou-
sam contestar.

Portugal fica representado no
sucro colegio com dois cardenes;
isto é, tantos como a Allemanha e
mais um que a Belgica e a Hol-
landa,

Como bispo do Algarve soube
captar as sympathias de todos os
diocesanos e como chefe da Egre-
ja-catholica em: Porttugal tem sa-
bido manter uma linha de conduc-
ta que decerto muito, contribuiu
para lhe ser dada a purpura de
cardeal. ,

: SERTORIO
E —— e PRO a eme
Audiencia Gerál

“Foi adiada sine-die, a audiencia
geral que estava marcada para o
+tin 2.do proximo mez de junho.

 

Campo de ciprestes

Em quarto particular no hospi-
tal de S. José, em Lisboa, faleceu
o nosso presado amigo sr. José
Joaquim da Silva, comerciante em
Pedrogam Pequeno, onde gosava
da estima e consideração de todos,
devido às suas qualidades de ca-
rater.

O extinto havia saido ha pou-
cos dias para-a capital afim de se
sujeitar a uma operação cirurgica.

O seu cadaver ficou sepultado
em jazigo no cemiterio oriental e
o funeral for imensamente concor-
rido pela colonia certagirense.

Contava, apenas, 53 amos e era
casado com a sr.* D. Maria Eduar-
da David e Silva, a quem como a
a seu cunhado e nosso assinante
sr. João da Cruz David e Silva,
socio da firma Cruz Sobrinho, en-
viamos os nossos muito sentidos
pezames.

FALSIFICAÇÃO

Devido á mistura de agua no
leite exposto á venda foi aplicada
pela Guarda uma multa a um dos
vendedores ambulantes d’este ge-
nero. Simplesmente temos que lou-
var o procedimento da Guarda
n’esta conjunctura que afeta uma
fraude tão a miudo encontrada e
oxalá tenhamos mais vezes de a-
qui a aplaudir por egual processo
usado para outras fraudes de mai-
or monta, em que a agua tambem
representa um papel importante.
Se em alguma cousa deve haver
rigor policial, depois do que se re-
fere á questão moral, é na questão
das sabsistencias porque da sua
boa ou má qualidade depende a
saude e conservação da sociedade,

—— o ES -——— —

Milho exotico

À requisição da Camara Muni-
cipal deste concelho, chegou já a
esta villa uma importante quanti-
dade de milho para satisfazer as
exigenc-as do mercado,

Antes tarde do que nunca, e a-
gora que vemos attendidas as ne-
cessidades do povo, só temos que
loresáa zebbiuçia quod evesultados
praticos já bastante se faziam es-
perar para abviar á penuria das
classes menos abastadas.

O milho encontra-se á venda no
estabelecimento do snr. Joaquim
Nunes e Silva ao preço de 550 vs.

=

Luiz Dias.
Regressou já a Lisboa este nos

so presado amigo e assinante.

— eo
Desastre

À yoiturete do nosso amigo Jo-
ão de Albuquerque, quando ha di-
as seguia viagem pela estrada de
Oleivos, softeu uma avaria impor-
tante no motor, de que resultou re-
bentar o machinismo.

Felizmente não houve desgraças
pessoaes a lamentar, pelo que felici-
lamos aquelle nosso amigo. Calcu-
lou-se o prejuizo em 150:000 réis.

 

Mercado de peixe

Continua sem solução salisfatoria esta
questão melindrosa entre a Camara e os
vendedores de peixe. No ultimo sabado
o imprevisto continuou a dar sensações
novas à curiosidade do publico, sempre
avido de grandes comoções quer estas
venham da dôr, quer da alegria, quer
do ridiculo. Pondo de parte aquelles
dois primeiros motivos, para 0 que à sce-
na realmente não se presta, é forçoso
dizer-se que a questão cahio no ridículo
e que nem já é possivel encaral-a a se-

 

 

rio depois do que se tem passado.
no ultimo mercado os carregador

sardinha, para mostrarem à imp
dade de acesso 2 0 novo local, metteram
o gado à ladeira e foi o caso que, ape-
zar de todas sa exclamações e razõesde
chicote, as galeras não poderam galgar
o esbirro que vac desde o largo do
chalariz até à rua d’Ourem. Por entre a
vozearia confuza das vendedeiras e sar-
dinheiros, destacava-se rigido e colerico
o sor. Praxedes em frases de protexto
que, se por vezes linham alguma cousa
de comico, denotayam no entanto um
estado de alma exaltadissimo, prestes a»
faiscar a centelha d’um grande incendio.

Baldada a experiencia para se tentar
a subida pelos carros para o largo
das Accacias, os vendedores, carroceiros
e almocreves dispunham-se já à retira-
da quando o sor, administrador do con-
celho, dr. Bernardo Ferreira de Mattos
houve por bem, para acalmar os ani-
mos já bastante irritados, chamal-os à
boa paz e determinar-lhes um novo lo-
cal onde podessem [lazer o seu mercado.
Todos se dirigiram então para a rua do
Sólheiro e. ..malgré tout lá fizeram
venda da sardinha a contento do publi-
co, que não da Gamara, que ainda desta
vez viu as suas resoluções em conta de
menos respeito.

Cremos que ainda não chegamos ao
fim d’esta questão e aguardamos que o
proximo mercado nos traga mais algu-
ma curiosidade digna de registo.

Cessam aqui as nossas previsões,
mas quer nos bem parecer que a ques-
tão vae mudar de scenario.

A pedido do” sr. Administrador do
concelho, teve logar nas salas do Gre-
mio Certaginense, obsequiosamente ce-
didas pela ilustre direcção, na ultima
quinta feira, uma reunião de varias pes-
soas desta vila, em que estavam repre-
sentadas lodas as classes, para o fim de
se alvilrar a melhor maneira de solu-
cionar a questão do mercado do peixe
sem prejuizo para a Certã, visto que os
grevistas, segundo consta, resolveram

 

 

 

| não trazer peixe ao proximo mercado.

Exposto pelo sr. Administrador o ob-
jecto da convocação e agradecendo a
comparencia, propoz para presidir ao
acto 0 presidente do Gremio, sr. dr. J
pornuna rprolongadansatra de; palmitso!

Assumida a presidencia, o sr. dr.
Ebrhardt disertou sobre o assunto em
questão e convidando para secretarios
os srs. Fernando Bartolo e Augusto Ros-
si, ficou conslituida a mesa.

Posta a palavra a pedido, falaram en-
tre outros os srs. Anibal Carvalho e Au-
gnsto Rossi, apresentando-se varios al-
vitres, Lendo ficado aprovado o seguin-
Le:

que todos os presentes diligenciariam
no proximo mercado, por si e por ter-
ceiros, infltenciar para que expozessem
o peixe no local deliberado para a ven-
da pela camara, até que se viesse a re-
conhecer ser improprio, e se reclamasse
da mesma a manutenção no primitivo
local; :

que para a ipolese dos vendedores se
manterem em greve, não expondo: pei-
ve à venda no proximo sabado, se man-
dasse já vir, afim de que o publico não
sofra prejuizo, reservando-se armazena-
do até que se mostre a falta de venda
por parte dos grevistas;

que a manter-se a greve, se consti-
tuisse uma comissão que tomasse o en-
Cargo dô abastecer sempre os mercados:

 

 

 

 

 

 

 

sostimadE

De passagem para Lisboa, onde vas
fazer áparte de fazendas para o seu es-
tabelecimento, esteve na Certã o nosso
assinante sr, Augusto Esteves, d’Oleiros.

— Regressou já a sua Casa no logar
da Arnoia, o nosso asinante sr. dr. Ju-

lio Peixoto.

—Teem estado na Arnoia’a sr.“ ).
Maria do Carmo: Pedrozo e irmão. sr.
Teotonio Pedroso, filhos do sr. Teotonio
Pedroso Barata dus Reis, do Roqueiro.

—Tem sentido ligeiras melhoras o
nosso assinante sr. João da Silva Carva-
lho.

— Tem estado na sua quinta da Estra-
áinha, a sr.? D. Emilia Bariolo, esposa
do nosso assinânte sr. José d’Azevedo
Bartolo.

—Já regressou com sua esposai a sua
casa n’esla vila, o nosso assinante sr.
Antonio Joaquim Simões David.

—Vimos durante a semana n’esta vi-
la, os nossos assinantes ses. Joaquim
Vicente Farinha, padre Arrtonio Alves
Catarino, padre José Dias Junior, Joa-
quim Ribeiro Martins, Francisco Morga-
do, João Ribeiro da Cruz, padre Joaquim
Lourenço Serrano, padre Artur M. de
Moura, Joaquim Fernandes da Silva, D.
Henriqueta de Miranda e Antonio Dias
Barata Salgueiro.

 

 

Fazem anos:

No dia 4 de junho o sr. Anibal
lho.

No dia 6 a sr.* D. Delfina de Carvalho,

Parabens.

Car-

 

Belas escolas

Tomou posse no dia 10 e entrou em
exercicio em [1 a professora nomeada
para a escola do Mosteiro, D. Maria Alber-
tina de Mendonça Tolentino.

— Dá-se conhecimento aos professo-
res de que o «Diario do Governo» n.º
109, de 12 do corrente, publica a se-
guinte lei:

Artº 1.º— Os professores de instrução
primaria exonerados a seu pedido, que
forem reintegrados no magisteric, são
colocados na classe a que anteriormen-
te pertenciam, se houver vaga no qua-
dro respectivo; mas somente quando se
fizerem as promoções de classe vespei-
tantês ao ano e a contar da data a que
elas se referem.

S unico. —Os professores nas condi-
ções d’este arfigo, que liverem sido pro-
vidos no magisterio anteriormente à pu-
blicação desta lei e que hajam estado
ausentes do ensino menos de seis me-
zes, serão colocados tambem na classe
a que pertênciam à data da respecliva
exoneração, se a requererem dentro dos
pie de, cpendo aipuadus, da dienança
de vencimentos desde a data em que,
por virtude de um novo provimento,
entrarem em exercicio.

Avlº 2.º—()s professores que tenham
silo exonerados disciplinarmente, por
abandono de lugar ou por falta de pos-
se, quando providos de novo no magis-
terio, só o poderão ser temporariamen-
te, não se lhes contando o tempo de
serviço anterior, quer para o provimen-
to difinitivo, quer para a promoção do
classe,

—Não tenham receio os professores

 

 

 

“por causa do diploma de encarte. Estes

impressos ainda não estão à venda nas
tesourarias dos concelhos deste circulo
e logo que estejam serão disso avisa-
dos e instrmidos acórca do que lhes
compete fazer.

 

A” hora a que a Voz da Beira sae
da maquina, não está ainda o mercado
constituído, não podendo nós, por Isso;
dar noticia do que se passar, entretan-
to como o assunto é de certo interesse
e está despertando certa curiosidade fal-
oha-em suplemento se fôr caso d’issos

@@@ 1 @@@

 

Via DÁ BEIRA

 

 

PELOS CONCELROS

PROENÇA A NOVA, 25

Doentes- Continuam doen-:

tes os nossos amigos surs. Semeão
Lopes Tavares e Simão Luiz da.
Silva, a quem desejamos rapidas
melhoras.

Pic-nic-Na terça feira ulti-
tima, alguns cavalheiros de Proen-
ça, com outros da Certã e Serna-
che do Bomjardim, reuniram-se,
no apragivel sitio das Oliveirinhas
da Serra. em agradavel convivio.

Foi um dia bem passado, que
deixou em todos os assistentes gra-
tas recordações, u.

CORREIO

“Dignaram- se pagar a sta assinatura
os nossos assinantes srs. José Gonçal-
ves Rei, dr. Luiz de Vasconcelos, dr.
David de Melo Lopes, padre Manoel de
Oliveirá Pires, Francisco Morgado, José
Ribeiro Delgado Junior, João Ribeiro da
Cruz, Joaquim Ribeiro Martins, Joaquim
Ferfiandes da Siva, Antonio Martins,
Angústo Costa, Manoel Pedro Fernandes,
padre Izidvo Farinha, padre Alfredo Cor-
rea Lima, Antonio D. Barata Salgueiro e
doaquim Barata,

 

 

 

 

LUIZ DA SILVA DIAS ofe-
rece aos seus amigos € pessoas de
suas relações a sua casa e. os seus
serviços em Lisboa, na sua residen-
cia Avenida Almirante Reis, 40 A
apadimer no Seu ERR io Rua
Aurea 265,2 Ê

“LOJA DE PA NDAS
E MERCEARIA

rRRapP se sia umA na rua Can-
dido dos Reis proximo á Pra-
ça do Comercio d’esta villa.

Tem boa clientela.

“Prata-se com Albano Ricardo

—CERTA-

 

 

 

Gazolina, oleos, vaze
sorios para bicicietes, tu
ra canalisação para agu
Tene.

JerMontagens completas

envendas por preços baratos na
aU de serralharia de :

ANTONIO LOPES ROSA
SBRNACHE DO BOMJARDIL— —

 

 

berto concurso, por espa
dias, a contar da data d’
o fornecimento do ali
prezos indigentes das cadeias d’es-
te Concelho, “conforme as condi-
cões expostos n’esta Secretaria, to-
dos, os dins uteis, desde as 10 ás
14-horas. As propostas deverão
ser feitas conforme determina o
artigo 148 do citado decreto. Ad-
ministração do Concelho da! Certa
16 de maio de 1914, E eu Gusta-
vo José da Silva Bartholo, Secre-
fario que o escrevi.) –
O Administrador do Concelho
“Bernardo Ferreira de Matos.

 

PINHEIROS

” endem-se 150, grossos e com
“= muito cerne, pof junto, ou em
pequenas quantidad

Quem pretender dirija-se a Jo-
ão Rodrigues, “OLEIROS.

t ENDE-SE uma casa
V com onse divisões e hresTespa-

cosas lojas e quintal com agua de poço,
sita a Rua de S. Pedro dºesta/villa

Uma horta de cultura e niveiras e
sobreiras sita ao Valle do Percorvo.

Facilita-se O pagamento.

Tralar com Albano Ricardo

CERTA
ANUNCIO

1.º publicação
Pelo Juizo de Direito da comar-
ca da Certã e cartorio do escrivão

do terceiro oficio Corrêa e Silva e

 

 

nos autos civeis de ficção para di-
vorcio, que Florinda da Conceição,
proprietaria do logardo Vale da
Ussa, freguezia da Sobreira, reque-
reu contra seu marido aa
Ramos, tambem conhecido por
Francisco Ribeiro Ramos, ausente
em parte incerta, correm editos de
30 dias que se começarão a contar
da segunda e ultima publcação
d’este no Diario do Governo, citan-
do-o mesmo Francisco Ramos ou
Frandisco Ribeiro Ramos, para na
segunda andiencia findo que seja o
vrazo des cditos vor acusar a tiiz.
ção e marcar-se-lhes o prazo de
tres audiencias para contestar que-
vendo, os termos da mesma acção
seguindo-se os demais.

As audiencias n’este Juizo fazem-
se ás segundas e quintas feiras de
cada semana; não sendo feriado,
porque, sendo-o se fazem no ime-
diato sempre por dez horas, Tribu-
nal Judicial, sito no Largo do Mu-
nicipio, desta Vila.

Cetã, 16 de maio de 1914.
Verifiquei
O Juiz de Diresito—Matozo
O Eecrivão
Edúardo Barata Correia e Silva

ANUNQI Q
1.º publicação 7

Pelo Juiso de Dixéito d’esta co-
claras cargotodo deserivÃo Mount;
nos autos de inventario orphanolo-
gico a que se procede por obito de
Manoel Sequeira, morador que foi
no logar da Cava, freguesia da
Madeira, d’esta comarca e em que
é inventariante a sua viuva Ange-
lina de Jesus, residente no mesmo
logar correm editos de trinta dias
a côntar da segunda e ultima pu-
blicação do respectivo annuncio
no «Diario dó Governo,» citando
o cobendeiro Manoel Sequeira, sol-
teiro, de desoito annos de edade,
ausente em parte incerta, para
assistir a todos os termos até final
do referido inventario sem pre-
juizo do seu, andamento, Para

constar se pagou.o; presente.
23 de maio de 1914,
O escrivão,
Francisco Pireside Moura.
Verifiquei: *
O Juiz de Direito,—Matozo

Certã,

 

VENDE-SE

1.º— Uma propriedade que cons-
ta de moinhos com duas pedras,
respetivo assude (denominado o
Moinho do Aranha) com terras de
cultura e testada com oliveiras,
casas para residencia e mais lo-
gradouros, sita nas suburbios d’es-
ta vila,

2º-—Um olival, sityado no lo-
gar da Giesteira,

3:—Um olival e mato, proximo
ao Aqueduto das Quatro Bocas, do
Valle de Pero Corvo.

4º— Dois olivaes junto ao logar
da Seria do Pinheiro.

—Duas conrellas de mato, pi- |
nheiros, sobreiros e outras arvores, |
proximo do legar da Passaria,
Bens que pertenciam a José Nunes Correia, |

do Casal do Porto, freguesia do Castelo. |

Courella com castanheiros, so- |
breiros e mato, sita á Vinha Velha, |
limite do Castello. |

“Terra com castanheiros e mato, |
no mesmo sitio. |

|

 

Courella de terra com castanhei-
ros, treze sobreiros e mato, no si-
tio da Pontinha, limite dito. ]

Caurela de semeadura com 10
oliveiras, sita na Hortinha,

Um olival com dois sobreiros e
terra de semeadura, sito ao Retoei- |
ro da Fonte,

Uia mo:ada de casas chamadas
as da Josefa, sitas no Castelo.

Courela com castanheiros e oli- |
veiras ao Covão do Cepo. |

Diferentes predios de casas des- |
tinadas a moagens, oliveiras e vi-
deiras e testada de mato situado
nos Pereiros.

Quem pretender dirija-se a João
Joaquim Branco — CERTA

—CERTÃ=——

ANUNCIO
(2º publicação)

 

 

À comarca da Cerlã e cartorio

do escrivão Corta e Silva é
nos autos de execução por custas e se-
los que 6 Ministerio Publico move con-
tra Antonio Nunes Amaro, solteiro, fer-
reiro, do Carpinteiro, Joaquim Fontes,
solteiro, jorualeiro do Vale da Mina e
João Ferreira, solteiro, jornaleiro, do
Casal d’Ordem, no diu vinte e quatro
do mez Corrente por dose” horas á por
esc hastaypublica vao ALspraça mpara
serem arrematadas pelo maior lanço
oferecido acima do válor da avaliação
a propriedade e toras seguintes:

Uma cotrela de ferra de bolaréos,
com oliveiras e mato, no silio do. Porto
do Bailão, vae à praça no valor de vinte
e dois escudos …… 22500
A quantia de sete escudos, que o exe-
cutado tem a haver de tornas no inventa-
rio de seu pai Antonio Nunes.

Foram penhoradas para pagamento
da quantia de. ..scerrcenvor 52D21,5
custas. e mais despezas de execução.

Pelo prezente ficam citados quaesquer
credores incertos.

Certa, d de maio de 1914,
Verifiquei
O Juiz de Direito—Matozo
O Escrivão
Eduardo Barata Corrêa e Silva

ANUNCIO
(2.º publicação) / 1)
Pelo Juizo de Direito” da comar-
ca da Cortã e cattorio do escrivão

 

Dabsabed

 

do quarto ofício David, correm

 

 

seus termos uns autos de inventa-
rio orphanologico a que se procede
por obito de Maria Gonçalves,
moradora que foi no logar da Co=
va do Alvito, freguezia de Sobrei-
ra Formosa, d’esta mesma comat-
ca e em que é inventariante cabe-
ça de casal o seu viuvo João Ri-
E residente n’aquele mesmo
logar; e nos mesmos autos correm
editos de 30 dias a contar da se-
gunda e ultima publicação d’este
anuncio no Diario do Governo ci-
tando o interessado Thomáz Ri-
beiro, casado com Maria de Jesus,
do logar da Ribeira da Isna, fre-
guezia da Isna, d’esta mesma co-
marca e actualmente auzente no
Reino de Hespanha, para assistir

[atodos os termos do mesmo im-
| ventario.

Cextã, 18 de maio pe 1914
O escrivão do 4.º officio,
Adrião Moraes David *
Vesifiquei a exactidão:
O Juiz de Direito—Mattozo

ANUNCIO

2.º publicação
Comarca da Certã

Pelo Juiz de Direito/da comarea
da Certã, cartorio /do/ escrivão do
1 ofício, nos aujos, diventario ens
tre maiores por/virtude do diver-
cio decretado entre os conjuges
Marta da Conceição David e Ma-
nuel Jacintho Nunes, residente ém
Pedrogam Pequeno, correm editos
de 30 “dias, a contar da segunda e
ultima publicação do anuncio, ci-
tando os credores Antonio Vieira
de Carvalho, de Coimbra, José
Alves Vicira da Costa, de Coim-
bra, João Alves Barata, de Coim-
bra, herdeiro de Alfredo das Ne-
ves, de Lisbon, e Higino Queiroz,
do Beco (Ferreira do Zezere), pa-
ra dedusirem os seus direitos. que-

 

| vendo, no mesmo inventario.

Certã, 2 de maio de 1914,
O Escrivão do 1.º officio
Antonio Augusto Rodrigues
Verifiquei ;
O Juiz de Direito— Mattozo
uma casa com

VENDE-S quintal respe-
tivo; ‘sitajem Pedrogám: Pequeno:
girseça De Garolina ‘erelja ULÁssunção,
em Lisboa na Rua da Roxa Nº” 233 3.º
E ou a Manoel Jacinto Nunes, em Pedro
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“de ha annos, fem satisfeito por comple-

to os nossos consocios que com ela
teem conseguido ólimos resultados, tan-
to em batatas como en milho
c hortas.

Mais O informamos que no ultimo for-
necimento do ano passado, conseguimos
os seguintes numeros, na analise feita
pela Estação Agronomica de Lisboa;
—Azote 3/ — Acido fosforico 2,78 o
—Potassa 3,18 de que temos boletim.

E, pois, uma PURGUBIRA recomenda-
vela lodo o desejoso de seméar com
exito.

O Secretario da Diréção,
(a) Bernardino Rosa
ye)

E” unico nosso depositario d’esta e

outras mareas na CÊ RTÁ, JOÃO JOA-

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chimica que a distingue de todas as ou-
tas até hoje usadas na fherapeutica.

E’ empregada com segura vantagem
na Diabetes —Dp. spepsias — Catarros
gastricos, putridos ou pgrasitarios;—
nas Paio sões —digesimias derivadas
das doenças infecciosas;—na convales-
censa das feb) res pravgs; a atonias
gem ícas dos diabeticos, tiberculosos,

righticos, etc:,-—no gastricismo dos
exg cotados pelos excessos on) privações,

Mostra a analyse Dbatereologica que a
Agua da Foz da Certã, tal como se
encontra nas garrafas, deve ser consi-
derada como microbicamente
pura não contendo* colibaci-
tlo, nem nenhuma das especies patho-
geneas que podem existir em águas.
Alem d’isso,’gosa de uma certa accão
microbicida. O BB. Thyphico,
NViphterico, e Vibrão
cholerico, em pouco tempo nella
perdem todos a sua vitalidade, outros
microbios apresentam porem resistencia
maior.

A Agua da Foz da Centã não tem ga-

zes livres, é limpida, de sabor levemen-

te acido, muito agradavel quer bebida

pura, quer misturada com vinho.
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