Certaginense nº116 08-01-1892

@@@ 1 @@@

 

SEXTT.

DIRECTOR
TOLQUIM MARTINS GRILLO

A-FEIRA &8 de ;]’aneiíro de 1892

ASSIGN;VFURÁS
13200==Semestre, . 600:
300— Nunumero avalao: . 40 = Brazil, an |
AÁfrica, annó… . 23000. Fóva da Ceitã heérescê a

Annos..

dlespeza da cobrança.

T.da a correspondenvia; «?íl’ígidá.;á ” e
—— Os óriginaes récebidos vão se devolvemm,

Yumero 156

ADMINISTRADOR
MANOEL, ANTONIO GRILLO

la 6

R.

£olha dh)
KRedacção, Adminstração e Typographia

epende

Tl’nk’esszg_ Pires, n.ºº 1 e 2=Bévco da Imi.)-l’ensn a

EDITOR-=Antoniô Pirês ranco—CERT

nte |

No corvo do

PUBLICAÇÕES
jornal, cada jinha ou espaço de li.z
BEA NOO, dT A ; S NENA

antúlicios, eada linha ou espaco
AN &SPAS

+ de linha, 40 reis. Repetições, cada linha oh espaço
S Élfª—l.”.’lª” 20 reis, Anhuncioa permanentes, preço con-
Í1l vencionhal’ O srs assighuhtes teem o abatimeénto de

CERTÃ

—J891-1892
‘ Uma revista do anho finz
do e uma hypothese dó aú-
no pricipiãdo hão se tázem
núm artigo ligeiro Ltdno
as cireumstuincias me obri-
gama escrever, ném tão
pouco as podêria coinpor-
“tar o ácanhado espáço de
“que este semariário dispõe,
sem ataque difécto 4 ou
troós diversos aâssumptos
imprescindiveis à um jors
nal, de provincia especial-
mente. O,anno de 1891
foi prodigo de factos: uns
que hos levaram pedaços
d’slma, .outros que nos Jle-
“váram, pedaáços de vergo-
tihkti. E todos elles; ho seu
conjúncto tristissimo; nó
sett atiplexo – lástimavel,
– ESsCreVerihil, ou antes, pres-
treveratii na bistoria de
Portuúgal pázginas litctucsas
de tel, de: descrença, d’an-
niquillamente, de desespe-
rança, que o futiiro ha de
corm certeza jnlgar deni de-
sapiedadaátiente parãá os
culpados.i : é talvez que
para às víctimas talhbem.
lisses tloge meves qlte pás-
Ssarani com à m6rosidade
“pesada das grandes dores.
deixarain atrás de si os ina-
»is-deploraveis vestigios – da
nossã — proverbial indiffo-
Jença a todas àas calaini-
atlades que nos assoberbain,
do nosso erininozo modo
de encarar os mais diffíceis
problemas da / vida social,
como da vida particular, e,
, sobretudo, da quasi abso-
Juta perda de toda aquella
nossa. soberania d’outora,
de todo /aquelie vigor moral
. ute nos distinguiu sempre
entre 05 povos cultos. O
anno de 1892, nascido após
— !Sso tudo, ninguem póde
Prever o que dará, se um
restabelecimento, se uma
decadencia completa. E a
Aadmittirmos um d’esses re-

 

‘ |sultados; optâmos pelô se-
Tgundo, em vistá da rágão
jnos dictár que não é tão

os grândes erifos; que, se

facilmente que te córrigea

perdem os grandes vicios.
Graándés etlos e grandes
vicios, disse eu: Pois toda
essa degringolhide política;
toda essa inimaralidáde das
coisás públicis; quer pelà
sua essencia quer pelas suas
pertenções, Fondé provéni
senão dos vicios e dos er-
ros dos hoiflens quê, ou dé
ciniá do poder ou de baixo
d’elle, irazem nas suás mã-
os. ha álguns annos; os des-
tinos d’este paiz?
– É como 0i lióífíeis hão
de ger ds mestios, é como
é eltro; Us sefis fprocessos
nmiorrerão com elles, o an-
no em prixicípio não vird,
creio, ddr-nos d vinginch
das desconsiderádões redo-
bidas hem 6 femedio para
Oo8 iáles que nos atrophiam.
A politica,/que é maior
dcsgmça d lma nação al
mesmo tempo que é à col-
sa mais inseparavel da vi-
da He todas ellas, do meg-
mo tempoó que, pará os ou-
tros paizes tem dado al
g’tíms 1’«5&1%1;1(105 bolns, para
niós. e intutogespecialitiente
fo anno que cxpírou, foi
o maior agello.

An passo que a politíca
mMmunarchiea se eccêntuava,
à politica republicana revel-
lava-se, E inãis tivemos à
perder, iioralimente; .com
a revellhção do que cm a
accentuação, porque nin-
gliem esperavyas que à repu-
Dlien da nossa. querida pa-
tria portugueza fôsse a deka
graça que tem visto, ma
verdadeiva repuública de di-
ze tu direi eu, de vlirage
nos uteis, de gindágens dos
ignorantes, e todos sabiat
Já o que dera e o que po-
deria contitnuar a dar à po-
lítieã dominante. .

Lastimemos, entretanto,!

os factos. Isso será,’ pelo:
menos, um protesto lavra-!

do contra ô abúso é Contra
a exploração de que tem
sido victimá esté póvo:

Fernaiidi Mendes
— E E RDOEO on o —

O CAPITÃO LFITÃO É O
ÁCTOR VERDIAL

. Seguiido diz à Gazetá de
Portugal, confirma-se a tio-
ticiá que o Soculo, deu de
que d úáttor Verdial & o cá-
pitão Tieitão se púserálo a
sálvo!/à Bordo ‘de únid lans
cha que se suppõe te ses
guido para Baridind ou pas
1a o Grabão:

1Os dois, compromiettidos
pólhicos coliséguiram ax
romlítira cadelado AitHriz;
e tiverim à fortuins de en-
contrár. o apbio . de muita
gente do povo, diie os pro-
tedeu na fuga. Às auctori-
dádes empregarabi todos
68 melos, pari 08 recapto-
rár, hias pão y Consegui-
ranl, c .a estas tioras , de-
vem estat em pletia Jiber-
dade o chefe ivilitar dá re-
voltá de 31 dê júneiro e e
attor Verdidl;, Hão dê viz
t er nortficados pelas sau-
dádes da patria; nas , res-
pirárão livremente , longé
do degredo e fóra do p’n”e-
sidio:

SERA’ VERDADES .. :

Na freguezia do Code-
celro, e n’tuna das propri-
edades doô .r. Antonio Fer=
reira dos Santos, appare-
ceu ha poueco uma Ccouve
dun tamanho tão extraor-
dinsrio, que : caúsou a ad-
miração de fodos os que
tiveráii oceasião de à vêr

Pesava, —diz um jor-
núlo, nadá metos de 22
kilogramrynas, oúu ainda ina-
is de atroba e meia!

ústa seria a celebre con-
ve, debaixo de.cujas fo-

lhas (segundo o dizer de

um mentiroso) ac a mpou
uma divisãointeira do exer-

AGRADECIMENTO

dece os revelantes fávores,
queê recebeu por ,oceasião
dá sua Visita d art es
tá villa, dos ex.º“ srs
Guilherme Nuries Múrinha
(a quem veio recominenda-
do: pElB ex.” sr. Barão d’Al-
vaiazere): dr. . Crispiniano
dá Costa, delegado, dr. An-
tonio Guimarães; Jorgnith
Mariadas Neves, Guillher-
miq Casimirq Nogueira,
e Manoel, Antonio — Gril-
lo, bem como aos restantes

cavalheiios que compõem a |’

bandãá mércial; que aquelle
sernibor tão hitbilmente diri-
ge; à sua vílliosa cooperas
gão: ;
A pincipaes familiãs
d’esta hospitaleira terrão
terem conceorrido ão seu es-
petacuilo. é
tinifim, :À todos, os fora-
decimentos a que .as – boas
déções teenguK.! *
. , Certh, 3 dê Jâneiro” de
1802
p A OR SAA AN o í
UM SANTO BANDARILHA
DO
U %
Cohta um jornial hespa-

fihol que úm hábitante del”

Marés. aldeia visinha de
Sargooça; mndignado com
d estingem pertinaz que
úlli tem feito, foi-se ão san-
to padrociro dd povoação e
eravoú-lhe um par. de ban-
darílhas! – :
As anctoridades instáu-
raranellic un processo.
TSAA lAA —
UM DESESPERADO

Súteidon-se em VillaRo-
va de Cerveira o velho ta-
Bellião d’aquella Gonrarca,
Antonio d& Cunha Osgrio,
. PBoffria h o rrorosamenite
d’uma lesão do coração; é ,
num momento de desespé-
ro. lánçou mão dúm re-
wolver, disparando-o no
oúvido esquerdo, *
A baálla deu-lhe morte
instantanea, despedaçandocito de Napoleão 1,º2

lhe o eraneo.

| Xttteratura

O actor Trindade, agra- *

DESILLUSAO
EOSESAZIOR ANA E

EDUCTOR À M EN:
E timida eligeiramen
te «coquietter, Dulce
– era uina intilher encan-
tadora a despeito do peceadilho
da vaidéde que, o.espelho., e as
lisonjas lhe. haviam, infundido
HA TAIANA A o ÍE U

O. seu delicado. perfil . aristo-
cratico emmpoldiirado, nos setims
e rendãs do pequenino, «boudo-
irr; assimilhava-se vagamente a
um pallido à1rchanjo , descendo
do ceu envolto em umi nuvem
c derrosa, 10 nóbros S

Dulce . úlém * dos – pdes, que
adorava loucainente; tinha tima
âmigaá múuito intima e muito de-
dicada, —a sun querida Esther,
—um typo de andalúza; desen-
tolta, sob enja. pélle «velludada
como um pectgo, corriã o san-
gue ardenté Wúma moretiá de
vIinte annvs; ;

*

RA *
stid, ã RAA oA A NEA aaa sA o
Todis hsº mmanhãs no momen-
to elh que as Tósas / Saceiidiam

uer ‘nmbnf_õ a í;hihlà_ ‘gotta
d’arvalfio, &s duas imigas idoà-
favain hos seils soberbús caval-
los. âhabes e” partiam à Ealope
pela estrida ndis pittoresca que
Ccirelimidavani à pequeda av”il(?a’n

fíeiros, mstantes; ab:-

dêe Du!
; | ida contemplação da pai-
Lageit encântadlora qãe àas.ro-
deava; cobservavam-se silén-
Ciosas: i h

A piinéira, a romper este si-
leneio dra disthes, que não. que-
rebulo entregar-se a in pensa-
mento, inelaficolieo, acutilava a
istésa com uma plirase de es-
pirito a que se seffuia invaria-
velmente o riso effervescente e
dadó, .que carácterisa. a
ades Mas quando Dulce
D revia atidelidade de
Odtayio, o seu hoivo, . —-um
bonito rapãz,— mos labios de
Isther tran cia uma con-
tíncção ervosa, q’ué se .Rnd’m
traduzir pela sombra fugitiva
nm saáfriso ironico. :

IEntão irradiava-lhe de entre
às sombrias pestanas a chamma
repentina d’úma colera ha mui-
to vc pryix’uídn’ e dissimulada,
– Depois quando o olhar read-
quiria à natural suavidade, Fs-
ther (-H:xm’nndó aos labios o seú
eteino sortiso .commentava jo-
vjalmente a ultima paixão que
lhe cair.a’ aos pés interpretada
por meia duzia de versos lia.
bilmente fimados

 

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Naquella tarde úma tristeza
enorme, invencivel apoderará-
se subitamente do coração de
Dnlce.

À alegria-.de Esther, essa
alegria nunca: desmentida, que
lhe dava um cunho gracioso de
travessura infantil, não conse:
guira distrahil-a.

Com a cúbeça inclinada, oh

olhar perdido na espaço, pare-
cia viver unicamente para a
imagem querida que lhe ocuu-
pava o pensamento.

O crespusculo imprituia á paií-
sagem um aspecto melane cehico.

A aragem, branda e vesper-
tina osculava . os petalas rosa
das das bogonias e 08 rouxino
es cantavam pelas gesteisas
em flôr. :

No meio do jardim, um evs-
ne fendia, magestosamente a
agua azulada do pequéno lago
orlado – de margaritas, para .on-
de se inclinava tremendo uma
anémona. escarlate. Í

ÀA noute avisinhava-se Jlenta-
mente na sua imperturbavel
ferenidade de deusa criel, cal-
cando aos pés os ultimos sor-
risos da tarde moribunda.

” Esta elegria, destinada ‘ »
inebriar a álma com’ó’ aroma
da flior que morre ao ‘gelido
eontacto d’uma ultima Jlagrima,
ia augméntar horrivelmente ol
soffrimento de Dulce.

*

Entre maliciosa e ironica a
voz clara e vibrante de Ksther
despertou-a d’aquelle devaneio;
€, apontando para o fundo da
rua debruada de lilazes, aúnde
-assomara a figura esbelta d’Oc-
-“távio, disse-lhe : sorrindo:—-«O
.seu fidelissimo noivo!»

Dulce voltou o rosto já se
reno mas extremamente palldo
para fitar o recen -chegado.

Este movimento fez com qué
se lhe desprendesse das tranças
uma rosa que lhe foi cair aos
pés.Octavio curvou-se prossuro
samente para levantar a flor.

Neste momanto caiu d’um bol-
so do fraque, sem que Octavio
o podesse impedir, uma photc-
graphia de mulher. :

Ao fital-a: Esther empallide:
ceu,e Dulee soltou um grito de
terror, que passou pela atmos-
phera suavissima d’essa tarde
molancolica, eomo uma rajada
de vento estialando impiedosa
as petalas odorificas das verbe-
nas.

*

Cutiosos e admiradissimos os
lilazes inclinaram-se lentamen-
te para descobrirem a vausa
d’aquella seena dolorosa.

ENE

CERTASES

a AA ÃA

Dorine, querida, qu
Por ti affeito te con

Yenham, postados à

DE PEROLAS

Tu acordei n’este delirio immenso,
Sempre propenso no sonhar assim;

Ao vêr finar-se aquella em ique só penso,
Amor intenso que julguei dar fim.

Porém os sonhos são assim creados,
Originados do que à alma, sonte:,
Oh! nuncá sonhos tão desesperados,

Sonhei que tu em um dourado leito,
Junto a meu peito te anhmava assim:

e este mundo em pleito,
testa à mim,

Doime e não ouças d’este mundo as queixas;
Que eu digo endêchas que »
Júmais teu somno incessante deixas, —
Os olhos feichas, vens morrer aqui.

asselr por 11;

Ob! morta, morfa, balbuéeiei andas

Que dôr infinda que eu senti por’ta,

Ao vêr murchar mimosa-fiôr mais linda-
Que ha’ pouco ainha, vegetava. aqui.

matar-me a mente.

doãto Xavier de Pawa , )

N’ium ceartão aromatisado, a
imagem elegante d’uma mulher
destacív sobre ‘as pregas
d’wm reposteiro, claro, que ser-
vio de fundo no pequeno. qua-
dro.

Aquelle perfil, levantanão-se
altivo na sua formosnra esplen-
dida, infundja no espirito essa
attracção que se sente pelos ca-
racteres fortes, mas, assombro;
samente pequenos na sua gran-
deza illusoria, unte « meiguice
d’um coração sensivél.

O retrato era de Esther

Era ella que se erguia , se-
ductora e ironica, murebando
com o seu sorriso d’anjo mal-
doso, a delicada flôr da paixão
que perfumava suavemente à
alma de Dulce.

Dos «Chromoss
Magdalena Martins
Carvalho.

o TA A ic
DEPORTADOS

Devem seguir viigem
para a Africa Otcidental
no proximo paquete 14 pra-
ças sentenceadas ‘ a depor-
tamento militar.

DIFEXSRUNTES QUALE,
DADES DO AMOR

Amor conjugal, é /0 mais
fiio; amor desinteressado,
é emais raro; amor tran-
quillo, é o menos falso:
amor nascente, é 6 qmniis
erivel; amor proprio, é Q
Mais necessesario! a mor
poetico, é o mais duvidoso;
amor ao Juxo, é o mais ir-
risistivel;: aúor de mãe, é
o mais fixo; áâmor de irmã
é o mais exposto; amor do
proxmmo, eo mais estra-
nho; anior platonico, o mais
impossivel, Í

EEA RA SAA AA
DOENTES

Teem estado incommo-
dados de sande os $rs.: pa-
dre João Antunio da Silva,
Fráncisco LEzeéquiel Frago-
SOLBELIANO E A ex o SE
D. Maigarida Benedicta da
Clonceição.

Promptas melhoras.

o niicmicriemes

Ttraneo sr. Domingos Tasso
de Figueiredo; dignoe-sn=t,
dtelligente — capitão- fenente
da v armado. e engenhei

ávindo passar alguns dias. a

Lisboa,

ESTUDANTES

Já sabirám pafa Coim-
bra e Santarem, os acade-
micos Aceacio de Sande
Marinha, Fernando Bartho-
lo, Gustava Bartholo, r-
nesto Marinha, Francisco
Martins Grillo, e Arthur
Caldeira Kibeiro, que vie-
ram passar as ferias do na-
tal a esta villa.

ETA

ENTA F—2A2D—
SAIIDA
Já regressou á sua casa

em Lisboa, o nosso conter-

SA

e
hydrographo, que . tinhaí

esta, villa com sua

ex.” fa-|
milia. F

H

— Tambem já regressou a
o sr. José Antunes
Pinto. : S

 

fn d o – ==
ESTADAS
Tstiveram nesta villa,
ós:’ srs : José Antonio da
Silva e merra Junior, Altre-
do Victorino da Silva, José

Joaquim Nunes da Silva;|

José Joaquim de Brito, dr.
Antonio Rodrigues de Mat-
tos e Silva e João Nemezio
da Silva, de Sernac]le, é
Manoel Fernandes da Cos-
ta, da Perna do Gallego. !

BE RO AAA (TA MMA
ANNOS
Fizeram annos aàas ex “*
sà :

No dia 6
D. Maria Baptista –
No dia (
D. , Alice. Hercilia Fer-
nandes Gonçalves.
Hoje
A menina Etelvina
nes de Magalhães.

Nu-

I11.º trimestre, 15 casos; 2.

TE EE

NECROBOGIA
Falleceu à esposo e uma
filha do Meritissimo Juiz
de Direito d’esta Comareca.
No proximo numero se-
remos mais extensos.

CãS EM LONDRES

Nos dois annos ultima-
mente decorridos, os cães
foram . rigorosamente sub-
mettidos ao regimen do aça-
mo em toda a extenção da
cidade de Londres, nos con-
dados visinhos e em quasi
toda a Inglaterra.
Antes da applicação d’es-
te regimen o numero dos
casos de raiva chegado ao
conhecimento dãs auctori-
dades (quantos não che-
gam Jlá!) elevava-se a uma
média” de 400.,Em 1889

T passaram os cães a não po-
Tder sahir senão de açomo,
|o numero dos casos de rai-

va. baixou-a 120. .

Em 1890, continuando o
açamo a ser obrigatorio, os
casos de raiva foram dimi-
nuindo na. seguinte 9.59)

DS E aA ds D
Em dois annos suppri-
min-se, pois, a bydropho-
bia dos cães em todo a área
de Londres. , A

— — IOIGBRE— —
REUNIÃO ‘
Reuniram ‘hontem em

sessão pára se proceder á

eleição . da commissão ‘do

recenecamento eleitoral, os
quarentá maiores ‘contri-
buintes do concelho, reu-
nião à que já presidiu’ o sr.

Ivo Fedroso Barata ‘ dos

Reis, que se acha restebe-

lecido dos seús incóinmo-

dos. W

D DD —
FALLECIMENTO:

TFolleceu uma, filha . do

nosso estimavel assignante

Sebastião Martins Cardoso.

Os nossos pesames., ,

dolhetim

O BANDIGO

Primeira parte

O parricidio

IV
A emboscada
(Continuádo do numero 114)
—Quem são ‘os senhores?

que me querem? com que di-

reito me pretidem? i
À unica respósta à estas pa-

lavras foi uma gargálhada uni-

sona. Este riso insultante, em
vez de exasperar Sandoval, co-
mo era provavel, antes o tran-
quilhsou. Bem sabia elle quan-
ta (presensa d’espimto, quanto.
sangue-frio é necessario nara
lances d’esta naturéza,
Serenado o riso, um dos ho-
mens, que. parecia o chefe,
respondeu:

“Qném são? que querem?
com que direito 1ve prendem ?
o bandido muito de, pro-
pusito sublinhou cada uma d es-

2s
— FE abi, 8r. Sardova, três
perguntas ceuriosas, ás quaes
preciso responder: com toda a
gravidade. ..que ,éllas exigem,
Descancee, que vae , saber tudo,
O que sontos, represcx ta uma
Jarga e complicada histéria que

para ser escripia, seriam preci-
sos inuitos volvmes. Fique, pois,
sabendo quanto lhe baste e in-
terense: somos os salteadores
da Beira-Baixa; é usamOS o
leognome dos— «Companheiros
da Noite»! Fein? que bello t-
tulo para um drama ou um ro-
mance de feunsação, não acha,
s. Sandoval?

O puc de Alberto fieou silen-
cioso. Apúós leva. puusa durante
a qual o bandide, parecen . eg-
perar uma resposta, proseguin:

— Quanto à primeira pergun-,
ta cremos que deve éstár sa-
tisfeita’ a sua curiosidade, /«O
que lha : queremos» é outra
pergunta, à .que, não. podemos
resvonder desde já -embora isso
rll(,x:s custe muito. Mas descan-
de, que êm breve À esaberá.:

entre nós e es handides que

Vejamos agora à terçeira per-
gunta: «Com que direito «Com
que direito o prendemos», Res-
ponder-lhe-hei que, com o di
teito que nos confere esta vida
agitada, tormentesa e ‘aventu-
reira! n’uma palavra-—a » vida
de salteador.: E olhe s. Sándo-

val, que o barndido, que assalta j

na estrada, ou na montanha, o
viajante, tem uma certa virtioos
de . ada herccidade. Porque se
por um lado/ é odioso o acto
de estorquir, a outrem pela vio-|
lencia, ha tambem alguma,.cór-
sa de nobre em tudo isso— ê a
coragem com que o homem se
expõe a ser fiizilado * pelo ntes-,
mo a quem . vae roubar; é ‘n

despreso da propria vida, É

mascara de «bons homens”,
existe uma profundo differença-
Depois disto, parece-nos que
deve estar satisfeito, senão nDO
tódo; ao imenos em parter

Decorridos alguns momentos
o.chefe dos bandoleíros conti-
nUuou: á

—Com que então o sr. Car-
Jos Sandoval persuadia-se que
Miguel Pedro da Silva, e capl-
tão dos «Companheiros da Noi-
ter deixava irsem correceção,
quando se Hnelofferecesse.eme-
Jo para isso, o heroê que lhe
iiutilisasse / dois dos” seus”* me-
lhores homens? Aht:ah! ah!
1: XZoo salteador, ria,ecynicamen-
te.

& o lodadesto:
—Sr, * Sandoval — prosegu!!.
cóm ironia-=— V. ex * é raao

roúbam na sociedade, sub’á

talênte, é um EHercúles;’ 09”

 

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RR AA , E TE F SA
ANNUNCIO
(Segunda publicação)

PELO Juizo de Direito: da
somarca da Certã, ivã
G’onçalve.u, correm editos de
sessenta dias, citando, Joaquim
Nunes da Silva Leitão, solteiro
negociante, do logar e fregue:
zia do Nesperal, d’esta comar-
€a, e que se acha auzente no
Estado da Republica do Bra-
zú, mas em parte incerta, pa-
ra na segunda audiencia d’este
Juizo, posterior áquulle prazo
dos éditos, que começarão a
correr no dia em que se publi-
car o ultimo annuncio. respecti-
vo na folha official do DIÁAKIO
DO GOVERNO, ver . acensar.
esta citação e ali assigna-lhe o
praso de tres audiencias para
contestar, e seguir os demaási
termos daá causa, até final, sob
dena de revelia, na acção civil
CPm pmcesso.ordmario, aue a
Fazenda Nacional move n’este
Juizo contra aquelle réo auzen
te, e contra José Antão da
Cruz, solteiro, proprietario, re-
sidente, que foi, no logar dos
Falleiros, freguezia do Cebeçu-
do. d’ecsta mesma comarca e
actualmente morador n’esta vil-
la da Certã, por transgressão
do Regulamento de contribui-
ção de registro de 31 de mar-
So de 1887 e para pagamento
da multa comminada no art.º

& $ 1.º do mesmo Regulamen-
to, porque são solidariamente
Yesponsaveis ambos os8 reos,

em como dos sellos e custas
da referida acção, pela simulá-
£ão do valor e preço da compra

* uma propriedade, sita no
.“CBar dos Falleiros, e vendida
Pelo segundo réo no primeiro
rtêo, dito auzente citando, , por
eªºf’lptum publica de 15 de

*o do corrente anno, nas no-
fas do escrivão e tabellião d’es-
tà comarca— Godinho— Decla-
Tá-se que as audiencias neste
Juizo fuzem-se nos dias de se-
Zundas e quintas feiras de to-

38 às semanas. não sendo dias
sautificados ou feriados, porque
Sêndo-o 3ntão se fazem no : dia
Immediato, e sempre por dez
2oras da manh%, no “Tribunal
Judicial d’esta comarca, situa-

0 no Largo do Municipio d’es-
ta villa da Cert?.

Certã, 22 de dezembro de
1891

En Francisco Cesgr GConçal-
Ves, escrivão o escrevi,

isto==
Almeida Fernandes
O Escrivão
Y rancisco Cesar Conçalves
E A UAA

9s valentes tambem se vencem.
E vontando-se para os outros
‘Saltendores accrescentou:
Sim rapazes, cá o sr. San-
dovai é um Hercnles, um eolos-
*O, mas a sua fôrça ainda não
Chegon é perfeição de separar
(nhas montanhas, e neste mo
Mento não se defende… fru-
Qqueja. . uob! ah! ah! Contraca
**W:çu não ” la resistencia, ami-
Suinho, tem entendido?
E voltando-se para os ho-
Mens que o cercavam, bradou:
TEEntão, rapazes, vossês
imarraram solidamente esse bir-
bante? Se elle ainda assim não
âmansar, mandal-o-hemos de
Presente as director da alfande-
5%, para a companhia braçal.

leve lá prestrar bem bons ser-
Yiços, olé!

CERTAGINENSE

198

SBCONTOS PORÓS

) R , n h j ts
Magoulan Blxris de Carbalio

PBEÇO 300 REIS

Está coneluida & impressão d’este apreciavel ljvro de con-
tos, onde os nossos leitores podem encontrar algumas horas de
agradabellissima leitura, pelo modico preço de 300 rêis ou 320
pelo correio. : :

O livro consta de 140 paginas de texto, em que estão
collecciunados quaterze lindos contos, onde o leitor admira, por
um, lado n sympathico do ideal“ e por outro 0 primor de hnguna-
gem, o elévado de estylo, o burilado da phrase, sempre correcta
e elegante.

À verdade do que afiançamos prova-o em parte a quanti-
dade de pedidos, por parte dos que já conhecem o nome laurea-
do da gentil escriptora, que teem a edição quasi esgotada.

Pedidos á auctora em Reguengos, ou ao editur Joaquim

Martins Grillo. na CERTA.

acontecímentos de l de faneiro
EA
MINHA PRISÃO

A Empreza editora, J.. .J iNunes É C.º, com escriptorio
Em Lisbea, no Largo Barão, entrada pelo Boqueirão do Luro
520 1.º acaba de expor a venda um magnifico livro com o t-
tulo acims, contendo 284 paginas, e um bonita capa lithografa-
da a côres. Este explendido livro que é de sensação, descreve
unicamente «os aconteciwentos do Portu em 31 de janeiro, e.a
prisão do tenente Homem Christo.» ‘

Acha-se á venda no escriptoriu da Kmpreza e nas princi-
paes livrarias de Lisboa Porto e provincias. — :

Remette*se franco de porte, a quem enviar a sua jivper-

. : ; S
tancia, em estampilhas, ou val do correio. 3
& s

Brego
Os anustrIoS DO Doeko
P

otR
GERVASIO LOBATO
Komance de grande sensação, desenhos de
Manoe! de Macedo, reprodueções
prototypicas de Veixóto & Irmão

CONDIÇÕES D’A ASS URA

m Lishoa e Porto distribui-se semanalinente um faseiento de 4% pa
ginas. ou 40 € pma phototípia, eustando eatla fasciulo a mwmodica quantis de
60 reis. pagos no acto Jda entrega. ;
Para à provineia a expedição será feito quinsenalmente com & naxima
regularidade, ava fascienlos deS8 paginãs e uma plhietotvpia, custaiido. esda
faseicol o 120 rêis, franeo de porte.

Para fóra de Lisboa ou Porto não se envia fazeieulo algum sem . qua
presiamente se tenha recebido 6 seu importe que podevá ser enviado em
»slmnpdlm.s,vulles do curreio ou ordeus de facil cobrança, e nunca em sellos
flarense 4 ” ds :

As |1 ex0as que, vara economisarporte do eorreio enviarem de rada vez
a ln,:.ort;m a de einco ov mais l“,!« snlos receberão n volta do correio uviso
de recveprão; ficundo por este meeio certos que não bonve extravie. :

Aceertam-se correspondentes, que deem: bouas, referencias, em todos as
terras da provineia. :

A Oªlil na (‘OFI’CSPUM(‘PII&’Í& Í’I*IJHIHL
dirigida – franea de porte, a0 gerente
t80,Rua de D. PRedro 184— Porto,

dos «Mysterios do Porto» deve ser
da Empreza Litteraria e Tvpographica

os miolos, miseravel, se me res-
tasse tempo para isso,

-— Não percamos tempo. Olá, —Sim, menino, mas eu não
companhia, é parth’. estive para fazer à experienciu,

-. Covardes! infamissimos ban- | e fui logo às do cabo, pois en-
didos! Só por uma traição ejtão! Ássim é que se ensinam
pela força do numero me podu— os valentõos.
ram vencido. Não tem duvida,| — AkB! canalha, socega Qque,
alguem me vingará… se ha | se me não .*nnnfiares mMmAtar cy-
Deus, se ha Providencia, Como vmªdf:mcnlc, ainda espero. ter
creio. ensejo de te arrancar 988 Ore-

—-Ora adeus, sr Sandeval, | lhas, de quebar-te um braço,
isso são palavras, palavras, pa- ‘ ou arrombar-te uma costella,
lavras! Creia que não se ha de —ARh! ah! ah! não sabe sr,
arrepender de ter dado passa- Sandoval, que eu continuo à an-
porte para o outro mundo à dar pelo Sesuro, que. foi sujeito
dois dos meus melhores ho-|que mnorreu e velho?
mens, de achatar o nariz à um —Assim fazem os
e metter as costellas dentro a|como t, patife. :
outro, e tudo isso só com o| — Quae: covardes quaes dxa:
sen pulso de ferro! abos, quaes carapuças! Aqui

— Está bem. seguro, capitão,
não tenha duvida.

covardes

— Terte-hia tambem vasado

ol) OUNINITH OLVIUIA

DRAMAS SANGRENTTOS
su Crimes Woúns Juglises an Ciskox

GRANDE ROMANCE HISTORI£TO. D SENSAÇÃO
6” VOLUMES. ILLUSTRADOS. COM 24 “GRAVURAS

1 Os Dramas Sangrentos ou Crimes d’unsinglezes em Lisboa
são uma bella producção que prende irresistivelinente. o leitor
arrastando-o, cheio dé anciedade. atravez de todas ns scenn;
até final, pols é um romance palpitante de actualidade, de dia-
logo animado, descripções flagrantes de’“verdade,ríidolisb,ímo na
pmtura de costumes, chelo de situações dmmaticas, entrecorta-
do de mil peripecias habilmente contrastadas entre si,

í OuuOpnoss j

ESA

CONDIÇOES:. D’ASSIGNATURA
Por semana um fasciculo de 3%
24 gravuras, bem como àas capas
centagent aos cm’respnndentes. :

Pedidos á EMPREZA EDITORA J. J. NUNES.&/C»
Largo do Conda Barão,Esquina do Boqueirão do Douro, La boa

dilansel D, Jirande
20, Rua d’Alcantara, 21
LISBOA

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agua a grandes alturas.
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paginas, por 5DO réis; « As
para brochura, gratis. — Per-

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000 e o S O00 :
DDA a * . .» 185000 «

Estes preços comprethendem:a valvula de suspensão. Remer
te-se a tubagem de chumbo em conta separada. : .

1

Aql pyonrietarlou de Cáldeiras a .v-porw

O proprietario d 23sta estabelecimento acaba de adequerir na.

sua ultima viagem ao estrangeiro > ex : nz.y> de venda em Pors

tugal, do pó dezemerustante e antecrustante Ppare eguas ca

careas-salobras e aguas do már, evitando ter de picnr caldeira
é a formação dr cresta que as deteriora. .

TM .
Eurso
de Grammatica Portugueza
PUR
— Abilio David
Fernando Mendes
(Professores d’ensino livie)
– Obra ridigida em harmo-= | morcearla e Totaa! E de.
na com os programnas! Neste estabelecimente wven-
dos Iyceus edos candidatos | dem-se dlversos generos,
ac magisterio elementar (;Í Run de SEBPX PrINTO
complementar nes cscolas Certã e
normaes. VIDA
Com úma carta-“prefa DEcio do sr. João de Deus, : LORD BYRON7
Í

Fossidonio J. Branco
RTA Eo AA o c
Trreços muito baixos

Fazendas brancas, de 1, se-
d: e algodão, naclonaes-e-es-
t.rugv[ras.. e E v to NE a

Qulnqullherlas, mludegas, la-
1’Lnurln e cordoaria, garrafões,
d
d ito : PoR )
1 volume brochado 400 EMILIO CASTELAR,

réis, cartonado 500 VERSAODE

$ s : | FurNANDES REIS
NA CERTA Á vendaemi

27 Edição.

:asa do sr. Manoel Jonquin. Com os Tetratos de Fmlllo Cas-
S IAE: telar e de Lord Byron.’
NUnes. UnoL Dr….. 600 ra

|

covardes. Ila prudendia e tino;
senão, bata-se agora comigo,
ande?

— Desprende-me – ao menos
um braço, e tu defonds-te com
os dois a ver se eu me bato
ou não?

— N’essa não cato eu?

— Bandido!— rvugiu Sandoval.
E não tev eu an menos um pul-
so livre! … E’s 6 ultimo dos
covardes, perro infame!

—Ora cante para abi é von-
tadinha, seu pimpão. seu Her-
cules, à ver se eu m= ralo…
Ah! abh!’ah!

—Ao mvenos consola-me a
lembrança de fque tenho um
filho que me vingará um dia,
quando souber * sorte de seu

o bandido, mudendo! de “tom.
Ah! falta-xos dar-cabó Pesse
gaiato temivel, que ja semos-
tra bem digno do’pae. Não tem
duvida; cá o esperanmos um dia
cedo, e então liquidaremos con-
tas. Patife, já’º dá agua pela
barba a um homem. Abh! que.
se o pilhamost:.. ES

Os bandidos começaram a
dirigir ehufas e insultos ao pae
de Alberto,

Sandoval percebeu pelo tom
duas graçolas que se poódia con-
siderar um homem morto: Resi-
gnouvse e es—perou.

(Continúa).

não ha covardes, nem meios.

pae.
—Seu filho… — murmurou

Abilio David.

 

@@@ 1 @@@

 

> Soetedade Araonyma-=— Res ponsabiláda de iimitada

‘CAPITAL SOVTIAL RS, 450:000:009 “CAPITAL REALIZADO B?2.180:009:000
“SEÉDE-RUA DE LUIZ DE CAMUES t13-SANTO AMARO, 1 ISBOA
‘Adresse telegraphico =A NVTAMA L O2 Telephone Nº 168

R e a RBAA R e SA À $
Esta’Empvem proprietaiia, das officinas de cnmâtmrjéões metalieas em Santo
earrega-se: de. fabricar,! fundar, iconstinin e collocar, tanto em Lisboa e seus arredo
provincias, “ultramar, úlhas ou mo estrangeire, quaesquer obras. de ferro, para co
civis, meckanicas ou manitimas, Acceita purtanto enceminendas pára o dornécimento

a4

TT
no nas
rucções

de traba-

jhos em qué predormoinem «estes imateriaes tacs eunmo: telhados, vigamentos, cupul(/º, escadas

yarandas, mechiras a Tapor e suas caléeiras, depusitos prart tqua, bombus, váos e TOo
nas para transmnssão, lercas aesvidos a capor, estufas de fero « vidro, fogões, pontes
: D, w : EAA :
àpara estradas e camnhos de ferro, canalisações, oclamnas, ete., ete.,
De túbagem de ferro fundi te para canalizaçõo de ague, J0Z U L$foto, t
; m E s : ?
om depostto grande quantidade das ensbesfilodmappa seguinte, bem como &s peças
çecorrespondentes. :
e

primento em ll]”lrº(—’!

Diametro interno ) “Comprinaae em imetros:
: |
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RZ o

Bianetro interno ][Ún

TiPeliegadasy Metros 3 P oegidas! Metros ÉI*J POCARLIA fA RA

– Faniaçãoo j Í
. o | ;

eraflradk 21 /0,080. 4 A | Í
a2 0,050 | 7 l Í
semdicoa 1h21 0,062.)| B GÇO, ó
3 0,075 *] T0 5 1, 02501 S0 )
4 50 100 12 [o,s;vw(r;F L B.000 |
d5 — o9195 16 | 0,400 | | 3,000 *

“mreEstes tubos $ão todos garantidos pars à pressão de 10 atmospheras, febricando-se . para as
dores piessões pór encominenda especial; e sorão envernizac—ios quando o fregu?z o exija.
Para’facilitar a entrega de pequenas encomuendas de fundição tem um deposita na dina

sd Vasco’da Gama, 19 e 21, a0 Aterrao, teleggone, N.º 29, onde se encontram amostrás, pa-

‘Te rqde g’rnflãeg Ornatos e em gçral 6 necessario para “construções çivi.—, € oude se tomum

ouaquer oncommendas de fundição. ‘
” doda a correspondencia deve ser dirigida à.

EMPREZA INDUXTIRIAL GRTUCUEZA
viao 4 N Smir Insre=LISEDA
Eeojaélão Stapleana

0S GOMPANH IROSDO PUNHAL

la Foiacanaio & qrado

PEA PLRES &) e a hc :
4 ED BE A ENBT SV ó &
s. ª; àíí,.f,íu Íqf”:&f’íí_:íí,u/;bíf_I Ríâ Deposito de tabacos, vi-

vees fanquerins fazendas
de 1ã e séda, ehapeos ferra-
gem, quinquelherias, papel,
vellas cera, drogas, tintas

Qs compaunheiros de punhal», esciiptos pela novavel penva do romancis-
taeLa. Stapheaux, so segundo Ponson ndo Terrail. um outro Alexandre Dumas
P,9:. .6 d’aquelles livros que desde o prineipio prendem o feitor qunto ex
tr’ rdinariamente possivel, tão bem rescripto esta e fantas são àas scenas que
apresenta da maeior sensa.ão.

 

«Os ,companhuiros do punhal», e à obra «wsis potente de Leopoldo Nh l ete,
p’l;ilu. o sympathico áuctor de tantos romances que Portuga! ainda deseo- AEN
ES ” o . . : DA

Nu caa sualimaginação andaz e beilhante se revelou €ão efficarmento $ : é
semoPna esparffosa concepção diessa palpitánde historia dos «ALumpanheiios €onzpan]na de 450!]”7”08
do unmhaletão /variáda, dão fereil em peripecias drami&icas e que reve. Probidade
em “um’:drama mvsterioso que nos cominove e capéiva, & É o

* 1 Condições d’assigna!ura Empresa Litteraria
Publicar-se-ha em cadernetas semanzos doe Dfolhas do 8 Fulminense

Paginas;-ou de 4 folhas e uma grayura, pelo incdicissimo pre-
‘go,de DO réis.

Brinde a todos os assignantes —

SENHORAS— Um bonito annel.

CAVALHEIROS— Um dos melhores almanacks para 1899,
on nm bello kalendario em chremo, ou um prato de faianças,
ou 100 cartões de visita com o nome.

A empreza dá 20 e. p. à quem se responsobilisar por 10
‘AsSIgnadtnas

é ‘ Pedidos a GUILHERMEIMELCHIADE
LISBOA– RUJ. do Moinho de V(:ntu, o e

Rua do Valle 57 a 41 e
Rua Nova |
=CERTA==

aaan taaa

Fsm Jobe

1. 8,GARVALHO

N’eeste estubeicscimento enconira-
& um variado servtnnento de faz
das branvas de aívodão linhoi,es
| da, mercearia, ferragens. quinqui-
lhejas. finho, solla, calesdo, aço, fe
rO, rr!a,mos!_ Atnericanos de mos:
. . S ti aréde, ditos, com; jezus é de pra-
Esta obra magistral Irln inmortal romancista, Kugenio. Sue, ;]: E;.ra algibeir, á .—o-.:’l;xlv(-r: d:i#?líl)-
aAppareceun agora em edição popelar n 60 réis cada fasciculo | gurdas, lonças, vidros. camas de fer-
semanal, ilustrada com 200 nmugnificas gravuras intercaladas | 1o e lóuca de coginha em ferro esmal:
ne texto. ; õ tado, ele. ete; ete,

CONDIÇÕES DA ASSIGNATURA , o SE MDAA SUS
Em Lisboa—Um fascieuio semanal. de 16 paginas! em —J.*’]gumb T
grande, dhras “chamuvas, pago no acto da entrega, 60 reis; n | =:TAGUS==
provittia—fascionios quinzenaes , de 32 pagimas, adiantadameo l Rix Serpa Pinto
sNE RTA===

:UGENTO SU
Os fipsierios do Vowo

Esplendida eudicão tfustrada com 200 grasroas

to 130 reis,

“3 Preço 240 reis,

FE WT A En mmmA

STy”

– BENEDIDS DE ATPE

Vizor do cabelle de Aver,osin e1e soe
9 rabello se forne Kránco e restalra so Mlpoll –
salho à s8m cHalidáade forvosura.d — A
À Aeitosat de cereja deu;lyer — O reme-

1o mais seguro que ha para & S i
te, ;mtfumng lnb:i-rculºs Ie ;:Flgz:lu;lª EAA

Extracto eompasto de :linlnnpnrrl-
dMn de AYerç— Pora purificar o gar:guu ]iinpiu’

ical das escropktilzs. E

A E te Átver conira as se-
intermilenies e biljósus.
altamente concentrados de r1mAa.
& dura muito tempo.
de AJer— v melhor purgativo, guave-

POr gee mo vidr
viioaxs

TTA SSS

d ªhãzgªªw De Corsiord

Faz uma bebida deliciosa aádie,;
tiando-lhe apenas Agua e assuear;
um excellente substituto de limão;
Bamatissimo porgue um frasco dul
mvilto tempo.

auhem é mnito util no tratamento
de Indigestão, Nervoso, Dyspepsia &
dir de exbeça. Preço por frasco 660
1eis. e nor. duzia tem abatimento.— Os
representantes James Cassels &
, rua de Mevsinho da Siveira, 25
1W orto, dão 98 formulas ao
áts, Facúltativos gne as requisitarem

TA — E tç m— —

FEerfeito Desinfectante &
Burificante de JEYES pará

des nfectar casas é lalrinas; é excellante para t;
nas; é ex * para tivar gordura ou nodoa; .
fa, i Par Mmetacs, é eurar feridas, ; SSAA TA

Tende-se e ths àas prine! : : ;
Vende-se em todas s principaes Pharmacias, e drogarias.

à AVO-

A AVO, q r’qm:mce mais bello de ÉMILE RICHEBOURG,
Paru Ô s fapitulos apenas 65 ségoifites titales ”

É úUIÇão»s,
ilha»s.
p deveriaber«Arrependimento e remorso,» «Expiaçãos

peripecias . extraotduiarias que a re-

vestem, « tiuração tremenda dos seculos, em
toino dus to s d’uma Gdálga dm quem a soberba e orgulhoda sos
origem sofive s seninontos de 16Ãe, para 4 deixarem mais tarde na so-
lidão descoónço e fria d’uma existencia despida dos carinhos que são a
meia 7 s.

Mão seiu flha… avó sem neta… tal é a esmtingadora synthese dos
indese ) ptiveis. pezares d’essa orgulhosa, só múito tarde santificado pelo
arrepensimento e pelas lagrimas—lagrimas terriveis que farão vibra de
enternecithento todos os leitores dêe covação,
; Brinde aos àssignantes ;
L Gennio víria de Lishboen, EM CHROÍIO, tirada do Teja «á vo
MVoiscavs, Hepresenta eom fidelidade 2 magestosa praça do Commercio em
1odo o em ainjeneto. s ruas Augusta, do Ouro, é da HFrata, a Praça de D
Pedro 1V, v theasro de D, Marig o Casteilo de 8. Jorge,às ruinas do Carmo
etr. .W_edr em estenção 72 por 60 centimetros, e é incontestavelmente a mais
prrfeita vista- de Lishea,que afé hoje tem appareviído,
Condições da assignatúra
Catá enderhiia semanal de 48 paginas e vina estaimpá
acto da entrewa, Rs
Vz]l º na em preza edictora Belem & C.—Rua da — PausupO
SoVA. ãO ress, pagos no

S TEEZ MOSQUENRIRDS
POR
‘ALEZANDRE DUMAS
EDIÇÃO ILLUSTRADA COM MAGNI-
“ICAS GRAVURAS É EXCELLENTES CHROMO

CONDIÇUES DA ASSIGNATURA
1.º—08 TRES MOSQUETEIROS publicar-se-hão a fa

cieculos semunaes,os quaes serão levados gratullamente a cas
dus sra: asslenates nas terras em que hotver dlstrlbujção orgº
nmivada. n

2,t—Cada fasclenlo consta& de 4 folhas de 8 paglnas, fºrª
mato e papel de «Monte-Christo», e de uma excellente gravt
v em separado, o de um chromo « 12 côres. Haverá aleM
diisso multas gravtiras Intercaladas nho texto. a

3. — O preço do cada fascleúlo, não obstante a grªfªlª
quantldade de materla, a nltldez da Impressão, e o sacrlficl!o
feito pafa consegulr excellehtes gravuras e magnlficos chromo?,
é apenas de 100 rels, pagos 10 acto da entregge.

4— Para as provinclas, ilhas e possessões ultrama!%

inas, as remessas são francas de porte. o

has terras

D.*-— Às pessoas, que desejatein assignar
f Y as q esej 8 preza a

que não haja agentes, deverão remetter sempre á E
importaneia adiantada de 5 fasciculos. &

Toda a eorrespondencia deve set dírigí&ít á EMFR]SE á
LITTERARIA FLUMINENSE, casa editora de AAA
vaLoro= Rua dos s 1— LISBOA. Retrezema